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Senegal e Iraque se enfrentam em Toronto com sobrevivência no Mundial em jogo

Sem pontos no Grupo I, as duas seleções precisam vencer e ainda torcer por combinação de resultados para avançar como um dos oito melhores terceiros colocados.

O BMO Field, em Toronto, recebe na noite desta sexta-feira (26) um duelo que carrega a urgência de uma final antecipada. Senegal e Iraque entram em campo pela terceira rodada do Grupo I do Mundial de 2026 sabendo que só a vitória mantém vivas as possibilidades de classificação para a fase de 32 avos de final. Com duas derrotas cada, as equipes ocupam as últimas posições da chave e, mesmo que somem três pontos, dependerão de uma combinação de resultados nos demais grupos para figurarem entre os oito melhores terceiros colocados — a nova rota de acesso ao mata-mata no formato expandido da FIFA.

A campanha senegalesa até aqui contrasta com o estatuto de campeã africana que a seleção ostentava antes da anulação do título pela CAF. A estreia com derrota por 3 a 1 para a França e o revés por 3 a 2 diante da Noruega expuseram uma defesa permeável — seis gols sofridos — e um ataque que, embora tenha marcado três vezes, não conseguiu compensar os erros na retaguarda. O técnico Pape Thiaw admitiu que a partida é encarada como “uma espécie de final” e terá de lidar com a baixa do goleiro Édouard Mendy, lesionado no joelho. Ainda assim, a presença de Sadio Mané, Ismaila Sarr e Nicolas Jackson sustenta a esperança de que a qualidade individual possa desequilibrar.

Do lado iraquiano, o cenário é ainda mais dramático. A equipa comandada por Graham Arnold sofreu sete gols em dois jogos — 4 a 1 contra a Noruega e 3 a 0 frente à França — e marcou apenas uma vez. A provável ausência do atacante Aymen Hussein, peça central do setor ofensivo, agrava as dificuldades de um time que, na visão de analistas do Médio Oriente, precisará de uma atuação defensiva quase impecável e de eficácia máxima nas poucas chances que criar. O próprio meio-campista Zaid Ismaeel resumiu o espírito do grupo ao afirmar que “o campo decidirá”, independentemente de quem seja apontado como favorito.

Na imprensa asiática, o confronto é tratado como um divisor de águas para o futebol iraquiano, que busca evitar a eliminação precoce em sua volta ao torneio. Já observadores europeus e sul-americanos destacam a pressão sobre Thiaw, criticado por manter a base veterana mesmo com jovens talentos no banco, como Ibrahim Mbaye, autor de um gol logo após entrar contra a França. No Brasil, a partida terá transmissão ao vivo pela CazéTV, e veículos como a CNN Brasil e o Jovem Pan acompanham o desenrolar de um jogo que pode selar o destino de duas seleções que chegaram ao Canadá com ambições maiores.

Com Noruega e França já classificadas no grupo, Senegal e Iraque disputam não apenas os três pontos, mas também a diferença de gols — critério que pode ser decisivo na comparação entre os terceiros colocados. Uma vitória magra pode não bastar, sobretudo para os iraquianos, que têm saldo negativo de seis. O apito final em Toronto representará, para um dos lados, o fim da jornada norte-americana; para o outro, a sobrevivência por mais algumas horas, à espera do desfecho das demais chaves.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Imprensa africana subsaarianaImprensa europeia continental
Imprensa africana subsaariana/ Francófona
UrgênciaPragmatismo

O Senegal encara o jogo contra o Iraque como uma final, com o treinador Pape Bouna Thiaw a sublinhar a fome da equipa e a importância para a nação. Após duas derrotas, a formação da África Ocidental tem de vencer para manter vivas as esperanças no Mundial. Os Leões de Teranga estão determinados a virar a sua campanha.

Imprensa europeia continental/ Mediterrânea
DistanciamentoPragmatismo

Senegal e Iraque defrontam-se num jogo decisivo do Grupo I, ambos com duas derrotas. O encontro em Toronto é a última oportunidade para evitar a eliminação, enquanto Noruega e França disputam a liderança do grupo. São fornecidos detalhes sobre horário, prováveis escalações e cobertura televisiva.

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Atualizado 15:515 idiomas · 9 veículos
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sexta-feira, 26 de junho de 2026

Senegal e Iraque se enfrentam em Toronto com sobrevivência no Mundial em jogo

Sem pontos no Grupo I, as duas seleções precisam vencer e ainda torcer por combinação de resultados para avançar como um dos oito melhores terceiros colocados.

O BMO Field, em Toronto, recebe na noite desta sexta-feira (26) um duelo que carrega a urgência de uma final antecipada. Senegal e Iraque entram em campo pela terceira rodada do Grupo I do Mundial de 2026 sabendo que só a vitória mantém vivas as possibilidades de classificação para a fase de 32 avos de final. Com duas derrotas cada, as equipes ocupam as últimas posições da chave e, mesmo que somem três pontos, dependerão de uma combinação de resultados nos demais grupos para figurarem entre os oito melhores terceiros colocados — a nova rota de acesso ao mata-mata no formato expandido da FIFA.

A campanha senegalesa até aqui contrasta com o estatuto de campeã africana que a seleção ostentava antes da anulação do título pela CAF. A estreia com derrota por 3 a 1 para a França e o revés por 3 a 2 diante da Noruega expuseram uma defesa permeável — seis gols sofridos — e um ataque que, embora tenha marcado três vezes, não conseguiu compensar os erros na retaguarda. O técnico Pape Thiaw admitiu que a partida é encarada como “uma espécie de final” e terá de lidar com a baixa do goleiro Édouard Mendy, lesionado no joelho. Ainda assim, a presença de Sadio Mané, Ismaila Sarr e Nicolas Jackson sustenta a esperança de que a qualidade individual possa desequilibrar.

Do lado iraquiano, o cenário é ainda mais dramático. A equipa comandada por Graham Arnold sofreu sete gols em dois jogos — 4 a 1 contra a Noruega e 3 a 0 frente à França — e marcou apenas uma vez. A provável ausência do atacante Aymen Hussein, peça central do setor ofensivo, agrava as dificuldades de um time que, na visão de analistas do Médio Oriente, precisará de uma atuação defensiva quase impecável e de eficácia máxima nas poucas chances que criar. O próprio meio-campista Zaid Ismaeel resumiu o espírito do grupo ao afirmar que “o campo decidirá”, independentemente de quem seja apontado como favorito.

Na imprensa asiática, o confronto é tratado como um divisor de águas para o futebol iraquiano, que busca evitar a eliminação precoce em sua volta ao torneio. Já observadores europeus e sul-americanos destacam a pressão sobre Thiaw, criticado por manter a base veterana mesmo com jovens talentos no banco, como Ibrahim Mbaye, autor de um gol logo após entrar contra a França. No Brasil, a partida terá transmissão ao vivo pela CazéTV, e veículos como a CNN Brasil e o Jovem Pan acompanham o desenrolar de um jogo que pode selar o destino de duas seleções que chegaram ao Canadá com ambições maiores.

Com Noruega e França já classificadas no grupo, Senegal e Iraque disputam não apenas os três pontos, mas também a diferença de gols — critério que pode ser decisivo na comparação entre os terceiros colocados. Uma vitória magra pode não bastar, sobretudo para os iraquianos, que têm saldo negativo de seis. O apito final em Toronto representará, para um dos lados, o fim da jornada norte-americana; para o outro, a sobrevivência por mais algumas horas, à espera do desfecho das demais chaves.

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Imprensa africana subsaariana/ Francófona
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O Senegal encara o jogo contra o Iraque como uma final, com o treinador Pape Bouna Thiaw a sublinhar a fome da equipa e a importância para a nação. Após duas derrotas, a formação da África Ocidental tem de vencer para manter vivas as esperanças no Mundial. Os Leões de Teranga estão determinados a virar a sua campanha.

Imprensa europeia continental/ Mediterrânea
DistanciamentoPragmatismo

Senegal e Iraque defrontam-se num jogo decisivo do Grupo I, ambos com duas derrotas. O encontro em Toronto é a última oportunidade para evitar a eliminação, enquanto Noruega e França disputam a liderança do grupo. São fornecidos detalhes sobre horário, prováveis escalações e cobertura televisiva.

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