
Messi iguala recorde e Argentina encara Áustria com vaga nas oitavas em jogo
Após hat-trick na estreia, craque persegue marca isolada de gols em Copas; vitória em Dallas garante classificação antecipada no Grupo J.
Lionel Messi chegou aos 16 gols em Copas do Mundo com uma atuação demolidora na estreia da Argentina no Mundial de 2026. Os três tentos contra a Argélia, no triunfo por 3 a 0 em Kansas City, igualaram o recorde do alemão Miroslav Klose e colocaram o camisa 10 a um gol de se isolar como o maior artilheiro da história do torneio. Aos 38 anos, Messi também se tornou o jogador mais velho a marcar um hat-trick em Mundiais, superando Cristiano Ronaldo, e ampliou para 24 o seu recorde de participações diretas em gols (somando assistências) na competição.
Agora, diante da Áustria, nesta segunda-feira (22), no AT&T Stadium, em Arlington, a seleção albiceleste pode assegurar a classificação para as oitavas de final com uma rodada de antecedência. O técnico Lionel Scaloni fará ao menos uma mudança obrigatória: Nahuel Molina substitui o lateral-direito Gonzalo Montiel, que se recupera de uma sobrecarga muscular. No ataque, a dúvida persiste entre Lautaro Martínez e Julián Álvarez, recém-recuperado de uma lesão no tornozelo. A base que controlou a Argélia sem sofrer nenhum chute a gol, com Rodrigo De Paul, Alexis Mac Allister e Enzo Fernández no meio-campo, deve ser mantida.
A Áustria, que voltou a um Mundial após 28 anos, também venceu na estreia: 3 a 1 sobre a Jordânia, com gols de Romano Schmid, um contra e um pênalti de Marko Arnautovic. Sob o comando de Ralf Rangnick, o time europeu adota pressão alta e transições rápidas, apoiado em nomes como Marcel Sabitzer, Konrad Laimer e David Alaba. A preparação austríaca, no entanto, foi afetada por lesões: o zagueiro Stefan Posch fraturou a mandíbula e usará máscara protetora, enquanto Alaba e Alessandro Schopf treinaram separadamente. Rangnick reconheceu a dificuldade do duelo, mas afirmou que sua equipe tentará “criar problemas” à campeã mundial.
Na imprensa argentina, a expectativa gira em torno do recorde de Messi e da solidez defensiva exibida na primeira rodada. Veículos como La Nación e Clarín destacam que uma vitória simples garante a liderança do Grupo J, desde que a Jordânia não vença a Argélia no outro jogo da chave. Observadores europeus, citados por portais portugueses e brasileiros, apontam que o estilo vertical da Áustria pode incomodar a saída de bola argentina, mas reconhecem a diferença de qualidade técnica. No Brasil, analistas da CNN Brasil e do Jovem Pan sublinham que a presença de Messi segue como fator de desequilíbrio, mesmo diante de um adversário mais físico.
O histórico entre as seleções é escasso: apenas dois amistosos, uma goleada argentina por 5 a 1 em 1980, com hat-trick de Diego Maradona, e um empate em 1 a 1 em 1990. Este será o primeiro confronto oficial. Quem vencer em Dallas praticamente sela o passaporte para a fase eliminatória; um empate deixa ambos em situação confortável, mas a derrota obrigaria a definir a vaga na última rodada, contra Jordânia ou Argélia. Para Messi, o jogo também representa a chance de se tornar o primeiro jogador do século XXI a marcar em seis partidas consecutivas de Copa do Mundo, igualando feitos de Just Fontaine (1958) e Jairzinho (1970).
Como a mesma história é contada em outros lugares.
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A seleção argentina, após uma estreia brilhante com hat-trick de Messi, enfrenta a Áustria em um jogo de grupo decisivo. Uma vitória praticamente garantiria a classificação para a próxima fase, e a cobertura fornece todos os detalhes práticos para os torcedores acompanharem ao vivo e de graça. A narrativa é de triunfo e confiança pragmática, totalmente alinhada com a perspectiva albiceleste.
O confronto Argentina-Áustria é apresentado como um evento esportivo neutro, onde Messi pode igualar ou quebrar um recorde histórico. A mídia oferece previsões de placar, horários de transmissão e breves análises sem tomar partido. O tom é distanciado e pragmático, tratando a partida como mais uma etapa do torneio.
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