
Apple aposta no design com novo CEO e Samsung expande privacidade visual em meio a ciclo de inovação
A nomeação de John Ternus como CEO da Apple em setembro sinaliza retorno ao foco estético, enquanto a Samsung prepara a democratização do ecrã de privacidade e ambas as marcas aceleram lançamentos para 2027.
A transição de liderança na Apple, com a saída de Tim Cook e a entrada de John Ternus em setembro, marca uma inflexão estratégica: o design volta ao centro das prioridades, segundo analistas na América do Norte. Após 15 anos de uma gestão que multiplicou receitas mas gerou críticas quanto à estética dos produtos, Ternus assume com o compromisso de resgatar a herança de Steve Jobs e Jony Ive, conforme relatos da imprensa internacional. A mudança ocorre num momento em que a empresa prepara um dos ciclos de produto mais ambiciosos da sua história, com o vigésimo aniversário do iPhone em 2027 a servir de catalisador para uma vaga de lançamentos que inclui telemóveis dobráveis, óculos inteligentes e AirPods com câmaras.
A agenda de 2027, detalhada em projeções de analistas do setor, prevê até seis novos modelos de iPhone, incluindo uma versão Ultra de segunda geração e um redesenho radical para a série iPhone 20. A Apple planeia ainda entrar em categorias inéditas: uns óculos leves de realidade aumentada para competir com Meta e Google, e um hub doméstico com braço robótico. Em paralelo, a sul-coreana Samsung avança na democratização de tecnologias antes exclusivas dos modelos topo de gama. Informações divulgadas na imprensa asiática indicam que o Galaxy S27 Pro, esperado para o início de 2027, integrará o “Privacy Display”, um filtro de hardware que escurece a visualização lateral, até agora reservado à linha Ultra.
A funcionalidade, que impede olhares indiscretos em espaços públicos, reflete uma tendência mais ampla de incorporar privacidade como diferencial competitivo. Observadores em Seul notam que a Samsung testa o recurso num ecrã de 6,47 polegadas, sinalizando que a proteção de dados visuais pode tornar-se padrão em dispositivos premium. Esta movimentação ocorre enquanto fabricantes chineses também exploram soluções semelhantes, segundo fontes do setor, o que poderá redefinir as expectativas dos consumidores em mercados como o Brasil e Portugal, onde a utilização de smartphones em transportes públicos e espaços partilhados é elevada.
O novo ciclo de inovação, contudo, enfrenta o desafio de equilibrar ambição estética e financeira. A Apple, sob Ternus, terá de manter o domínio operacional construído por Cook enquanto recupera a ousadia no design, num contexto em que o iPhone dobrável exigirá volumes de venda superiores a 11 milhões de unidades para justificar o investimento. A Samsung, por seu lado, procura diferenciar a série S27 sem canibalizar o segmento Ultra. Os próximos marcos incluem o evento de setembro da Apple, onde se espera o primeiro dobrável da marca, e o anúncio dos Galaxy S27 no início de 2027, que confirmarão se a privacidade visual se tornará uma característica transversal.
Como a mesma história é contada em outros lugares.
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A Apple entra em uma nova era com o novo CEO John Ternus, que deve resgatar o legado de design de Steve Jobs. Enquanto isso, a Samsung expande sua função de tela de privacidade para mais modelos Galaxy.
A Apple se prepara para o ciclo de produtos mais ambicioso de sua história, com relatos de seis novos iPhones, óculos inteligentes e AirPods com câmera até 2027. O roteiro agressivo visa dominar a próxima onda tecnológica.
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