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Esporteterça-feira, 30 de junho de 2026

Ancelotti impõe calma e Brasil vira sobre Japão nos acréscimos

Com o Brasil em desvantagem ao intervalo, Carlo Ancelotti transmitiu tranquilidade, mudou o sistema e viu Gabriel Martinelli selar a reviravolta aos 96 minutos, assegurando os oitavos de final.

O Brasil garantiu a presença nos oitavos de final do Mundial de 2026 com uma reviravolta emocionante diante do Japão, vencendo por 2-1 com um golo de Gabriel Martinelli aos 96 minutos. O triunfo, construído na segunda parte, confirmou a primeira virada da seleção num jogo a eliminar desde 2002, quando o percurso culminou no pentacampeonato.

Ao intervalo, o Japão vencia por 1-0, golo de Kaishu Sano após erro na saída de bola brasileira. A lesão de Lucas Paquetá forçou Carlo Ancelotti a uma substituição precoce, mas o treinador italiano surpreendeu ao lançar o jovem Endrick, alterando o desenho tático para um 4-2-4 ofensivo. A mudança, descrita por analistas nos Emirados Árabes Unidos como um risco calculado, empurrou o Japão para a defesa e abriu espaços nas alas para Vinícius Júnior. Na imprensa brasileira, o gesto foi interpretado como demonstração de personalidade e leitura de jogo. Casemiro, que tinha amarelo e atuação apagada no primeiro tempo, permaneceu em campo e empatou aos 55 minutos, após cruzamento da esquerda.

Aos 66 minutos, Ancelotti voltou a intervir: preteriu Neymar, que aquecia à margem do relvado, e colocou Martinelli no lugar de Matheus Cunha. O avançado do Arsenal, atuando como interior e não como extremo, apareceu na área aos 96 minutos para desviar um passe de Bruno Guimarães e selar a vitória. Em declarações recolhidas pela imprensa indonésia, Martinelli revelou que a confiança transmitida pelo treinador no balneário foi decisiva: “Disse-nos que marcaríamos e daríamos a volta, independentemente do momento. A calma dele deixou-nos mais relaxados.” O próprio Ancelotti, em Abu Dhabi, sublinhou que a equipa nunca perdeu a paciência e que o sofrimento é parte natural do futebol moderno.

Comentadores iranianos notaram que a vitória consolidou a autoridade de Ancelotti e mostrou um Brasil menos dependente de nomes e mais versátil taticamente. A tranquilidade do treinador, que após o golo da vitória se virou de imediato para o adjunto Paul Clement a fim de ajustar a equipa para proteger o resultado, foi apontada como traço distintivo. O Brasil aguarda agora o vencedor do duelo entre Noruega e Costa do Marfim, marcado para domingo, em Nova Jérsia, nos oitavos de final.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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The Atlantic press reports Brazil's comeback against Japan, highlighting Ancelotti's calm and the 96th-minute winner. The historical significance of the comeback, the first since 2002, is emphasized. The tone is celebratory for Brazil but with analytical detachment.

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The Gulf press focuses on the attendance records of the 2026 World Cup, with 4.6 million spectators in the group stage. The article highlights organizational success and economic impact, ignoring individual matches.

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terça-feira, 30 de junho de 2026

Ancelotti impõe calma e Brasil vira sobre Japão nos acréscimos

Com o Brasil em desvantagem ao intervalo, Carlo Ancelotti transmitiu tranquilidade, mudou o sistema e viu Gabriel Martinelli selar a reviravolta aos 96 minutos, assegurando os oitavos de final.

O Brasil garantiu a presença nos oitavos de final do Mundial de 2026 com uma reviravolta emocionante diante do Japão, vencendo por 2-1 com um golo de Gabriel Martinelli aos 96 minutos. O triunfo, construído na segunda parte, confirmou a primeira virada da seleção num jogo a eliminar desde 2002, quando o percurso culminou no pentacampeonato.

Ao intervalo, o Japão vencia por 1-0, golo de Kaishu Sano após erro na saída de bola brasileira. A lesão de Lucas Paquetá forçou Carlo Ancelotti a uma substituição precoce, mas o treinador italiano surpreendeu ao lançar o jovem Endrick, alterando o desenho tático para um 4-2-4 ofensivo. A mudança, descrita por analistas nos Emirados Árabes Unidos como um risco calculado, empurrou o Japão para a defesa e abriu espaços nas alas para Vinícius Júnior. Na imprensa brasileira, o gesto foi interpretado como demonstração de personalidade e leitura de jogo. Casemiro, que tinha amarelo e atuação apagada no primeiro tempo, permaneceu em campo e empatou aos 55 minutos, após cruzamento da esquerda.

Aos 66 minutos, Ancelotti voltou a intervir: preteriu Neymar, que aquecia à margem do relvado, e colocou Martinelli no lugar de Matheus Cunha. O avançado do Arsenal, atuando como interior e não como extremo, apareceu na área aos 96 minutos para desviar um passe de Bruno Guimarães e selar a vitória. Em declarações recolhidas pela imprensa indonésia, Martinelli revelou que a confiança transmitida pelo treinador no balneário foi decisiva: “Disse-nos que marcaríamos e daríamos a volta, independentemente do momento. A calma dele deixou-nos mais relaxados.” O próprio Ancelotti, em Abu Dhabi, sublinhou que a equipa nunca perdeu a paciência e que o sofrimento é parte natural do futebol moderno.

Comentadores iranianos notaram que a vitória consolidou a autoridade de Ancelotti e mostrou um Brasil menos dependente de nomes e mais versátil taticamente. A tranquilidade do treinador, que após o golo da vitória se virou de imediato para o adjunto Paul Clement a fim de ajustar a equipa para proteger o resultado, foi apontada como traço distintivo. O Brasil aguarda agora o vencedor do duelo entre Noruega e Costa do Marfim, marcado para domingo, em Nova Jérsia, nos oitavos de final.

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The Atlantic press reports Brazil's comeback against Japan, highlighting Ancelotti's calm and the 96th-minute winner. The historical significance of the comeback, the first since 2002, is emphasized. The tone is celebratory for Brazil but with analytical detachment.

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The Gulf press focuses on the attendance records of the 2026 World Cup, with 4.6 million spectators in the group stage. The article highlights organizational success and economic impact, ignoring individual matches.

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