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Esportequinta-feira, 2 de julho de 2026

Alemanha cai nos pênaltis diante do Paraguai, e Nagelsmann recebe ultimato para deixar o cargo

A eliminação na primeira fase de mata-mata da Copa do Mundo de 2026 desencadeou uma reunião de crise da federação alemã, que ofereceu ao treinador uma rescisão de 7 milhões de euros e tem Jürgen Klopp como nome preferido para a sucessão.

A trajetória da Alemanha na Copa do Mundo de 2026 terminou de forma abrupta e inesperada. No estádio da Filadélfia, a tetracampeã mundial foi superada pelo Paraguai nos pênaltis (4-3) após um empate por 1 a 1 no tempo regulamentar e na prorrogação, pela fase de 16 avos de final. Julio Enciso abriu o placar para os sul-americanos no fim do primeiro tempo, e Kai Havertz igualou no início da segunda etapa. Já no tempo extra, um gol alemão foi anulado, e nas cobranças decisivas o goleiro paraguaio Gill defendeu duas penalidades, enquanto o zagueiro Tah isolou a sua, selando a classificação paraguaia. Na perspetiva de analistas brasileiros, o resultado foi tratado como uma das grandes surpresas do torneio, embora não a maior da história: a diferença de 31 posições no ranking da Fifa (10.º contra 41.º) fez deste o quarto maior desnível já superado em um confronto eliminatório de Copas.

A eliminação precoce, a terceira consecutiva da Alemanha em Copas — depois das quedas na fase de grupos em 2018 e 2022 —, precipitou uma crise na Federação Alemã de Futebol (DFB). Menos de 48 horas após a partida, o presidente Bernd Neuendorf, o diretor esportivo Rudi Völler e outros dirigentes reuniram-se por cerca de três horas com Julian Nagelsmann na sede da entidade, em Frankfurt. Segundo a imprensa alemã, foi oferecido ao treinador de 38 anos um pacote de rescisão estimado em 7 milhões de euros para que deixasse o cargo voluntariamente, evitando uma demissão formal. Nagelsmann, que renovara contrato até 2028 pouco antes do torneio, recebeu um prazo para avaliar a proposta, enquanto a DFB prepara o terreno para uma saída negociada. Observadores na Europa notam que o técnico perdeu apoio interno e que a decisão final deve ser anunciada até o início da próxima semana.

O nome de Jürgen Klopp domina as especulações sobre o sucessor. O ex-treinador do Liverpool, atualmente chefe global de futebol do grupo Red Bull, já era desejado pela DFB desde 2019, como revelou o ex-presidente Reinhard Grindel: havia um entendimento para que assumisse a seleção em 2022, plano que se desfez com a saída do dirigente. Agora, veículos de comunicação de diferentes países indicam que Klopp é o favorito para ocupar o banco alemão. Apesar de não possuir uma cláusula de saída formal no contrato com a Red Bull, a imprensa especializada alemã relata a existência de um acordo tácito que o liberaria para o cargo de técnico da seleção. A comoção pública na Alemanha em torno do seu nome ecoa o entusiasmo que, em ciclos anteriores, cercou as chegadas de Hansi Flick e do próprio Nagelsmann, ambos posteriormente desgastados por resultados e pela gestão de grupo.

Enquanto a Alemanha inicia o seu terceiro processo de reconstrução em cinco anos, o Paraguai avança para as oitavas de final. A seleção guarani volta a campo no sábado, novamente na Filadélfia, para enfrentar a França, que chega como uma das favoritas ao título. Para os alemães, o regresso imediato ao país e o esvaziamento do quartel-general em Winston-Salem simbolizam o fim melancólico de uma campanha que, na avaliação de comentaristas europeus, expôs fragilidades táticas e um ambiente interno tenso, agravado por escolhas técnicas questionadas e pela dificuldade de Nagelsmann em manter a coesão do elenco.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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TomTemperaturaFocoPosicionamentoHorizonte
Imprensa europeia continentalImprensa russa e CEI
Imprensa europeia continental/ DACH+
SchadenfreudeIroniaCeticismo

A imprensa alemã cobre a eliminação da seleção nacional na Copa do Mundo com uma mistura de zombaria e crítica. Os comediantes zombam da derrota, enquanto comentaristas como Matthäus elogiam ou criticam jogadores individuais. O foco está nas consequências imediatas, com especulações sobre o futuro de Nagelsmann e Klopp como possível sucessor.

Imprensa russa e CEI
DistanciamentoPragmatismo

A imprensa russa não noticia a eliminação da Alemanha da Copa do Mundo. A agenda de notícias é dominada por questões políticas e econômicas internas, como a escassez de combustível, restrições aeroportuárias e declarações de autoridades. Essa omissão reflete uma priorização das preocupações nacionais em detrimento de eventos esportivos internacionais.

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quinta-feira, 2 de julho de 2026

Alemanha cai nos pênaltis diante do Paraguai, e Nagelsmann recebe ultimato para deixar o cargo

A eliminação na primeira fase de mata-mata da Copa do Mundo de 2026 desencadeou uma reunião de crise da federação alemã, que ofereceu ao treinador uma rescisão de 7 milhões de euros e tem Jürgen Klopp como nome preferido para a sucessão.

A trajetória da Alemanha na Copa do Mundo de 2026 terminou de forma abrupta e inesperada. No estádio da Filadélfia, a tetracampeã mundial foi superada pelo Paraguai nos pênaltis (4-3) após um empate por 1 a 1 no tempo regulamentar e na prorrogação, pela fase de 16 avos de final. Julio Enciso abriu o placar para os sul-americanos no fim do primeiro tempo, e Kai Havertz igualou no início da segunda etapa. Já no tempo extra, um gol alemão foi anulado, e nas cobranças decisivas o goleiro paraguaio Gill defendeu duas penalidades, enquanto o zagueiro Tah isolou a sua, selando a classificação paraguaia. Na perspetiva de analistas brasileiros, o resultado foi tratado como uma das grandes surpresas do torneio, embora não a maior da história: a diferença de 31 posições no ranking da Fifa (10.º contra 41.º) fez deste o quarto maior desnível já superado em um confronto eliminatório de Copas.

A eliminação precoce, a terceira consecutiva da Alemanha em Copas — depois das quedas na fase de grupos em 2018 e 2022 —, precipitou uma crise na Federação Alemã de Futebol (DFB). Menos de 48 horas após a partida, o presidente Bernd Neuendorf, o diretor esportivo Rudi Völler e outros dirigentes reuniram-se por cerca de três horas com Julian Nagelsmann na sede da entidade, em Frankfurt. Segundo a imprensa alemã, foi oferecido ao treinador de 38 anos um pacote de rescisão estimado em 7 milhões de euros para que deixasse o cargo voluntariamente, evitando uma demissão formal. Nagelsmann, que renovara contrato até 2028 pouco antes do torneio, recebeu um prazo para avaliar a proposta, enquanto a DFB prepara o terreno para uma saída negociada. Observadores na Europa notam que o técnico perdeu apoio interno e que a decisão final deve ser anunciada até o início da próxima semana.

O nome de Jürgen Klopp domina as especulações sobre o sucessor. O ex-treinador do Liverpool, atualmente chefe global de futebol do grupo Red Bull, já era desejado pela DFB desde 2019, como revelou o ex-presidente Reinhard Grindel: havia um entendimento para que assumisse a seleção em 2022, plano que se desfez com a saída do dirigente. Agora, veículos de comunicação de diferentes países indicam que Klopp é o favorito para ocupar o banco alemão. Apesar de não possuir uma cláusula de saída formal no contrato com a Red Bull, a imprensa especializada alemã relata a existência de um acordo tácito que o liberaria para o cargo de técnico da seleção. A comoção pública na Alemanha em torno do seu nome ecoa o entusiasmo que, em ciclos anteriores, cercou as chegadas de Hansi Flick e do próprio Nagelsmann, ambos posteriormente desgastados por resultados e pela gestão de grupo.

Enquanto a Alemanha inicia o seu terceiro processo de reconstrução em cinco anos, o Paraguai avança para as oitavas de final. A seleção guarani volta a campo no sábado, novamente na Filadélfia, para enfrentar a França, que chega como uma das favoritas ao título. Para os alemães, o regresso imediato ao país e o esvaziamento do quartel-general em Winston-Salem simbolizam o fim melancólico de uma campanha que, na avaliação de comentaristas europeus, expôs fragilidades táticas e um ambiente interno tenso, agravado por escolhas técnicas questionadas e pela dificuldade de Nagelsmann em manter a coesão do elenco.

Divergência das fontes

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25%Média

Quanto as fontes relatam os mesmos fatos de maneira diferente.

Como se dividem

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Crítico83%

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Imprensa europeia continentalImprensa russa e CEI
Imprensa europeia continental/ DACH+
SchadenfreudeIroniaCeticismo

A imprensa alemã cobre a eliminação da seleção nacional na Copa do Mundo com uma mistura de zombaria e crítica. Os comediantes zombam da derrota, enquanto comentaristas como Matthäus elogiam ou criticam jogadores individuais. O foco está nas consequências imediatas, com especulações sobre o futuro de Nagelsmann e Klopp como possível sucessor.

Imprensa russa e CEI
DistanciamentoPragmatismo

A imprensa russa não noticia a eliminação da Alemanha da Copa do Mundo. A agenda de notícias é dominada por questões políticas e econômicas internas, como a escassez de combustível, restrições aeroportuárias e declarações de autoridades. Essa omissão reflete uma priorização das preocupações nacionais em detrimento de eventos esportivos internacionais.

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