
Tuchel admite tática 'à moda antiga' para travar Messi na semifinal
Técnico da Inglaterra revela que ponderou uma marcação individual cerrada a Lionel Messi, de 39 anos, no duelo de quarta-feira que vale um lugar na final do Mundial de 2026.
A antecâmara da primeira semifinal do Mundial de 2026 ficou marcada por uma confissão tática invulgar. Thomas Tuchel, selecionador de Inglaterra, admitiu em conferência de imprensa ter equacionado um esquema de marcação individual 'à moda antiga' para anular Lionel Messi, capitão da Argentina. A ideia, segundo o técnico alemão, passou-lhe pela cabeça ao analisar os movimentos do jogador de 39 anos, que chega ao jogo no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, como um dos goleadores máximos da prova, com oito golos, a par de Kylian Mbappé.
A reflexão de Tuchel surge num contexto de respeito quase reverencial pelo adversário. 'Penso que toda a gente conhece os espaços onde ele quer aparecer', afirmou, citado por vários órgãos internacionais. 'Se analisarmos os jogos, sentimos que ele vê as coisas mais cedo do que qualquer outro em campo.' O treinador reconheceu que, mesmo que a Inglaterra consiga fechar os padrões de jogo argentinos, Messi encontrará ou criará uma solução nova, descrevendo essa capacidade como a sua 'superforça'. Na imprensa asiática e do Médio Oriente, as declarações foram interpretadas como o reconhecimento de um problema que todos os treinadores temem: a imprevisibilidade de um jogador que, aos 39 anos, continua a reescrever o jogo em tempo real.
O duelo reaviva uma rivalidade com episódios gravados na memória do futebol, mas Tuchel recusou usar a história como combustível emocional. 'Não mergulhamos em acontecimentos históricos nem tornamos isto maior do que é', disse, numa postura que contrasta com a carga simbólica que o confronto carrega, sobretudo na América do Sul. Observadores em Buenos Aires recordam que este será o primeiro encontro de Messi com a seleção inglesa, apesar de uma carreira de mais de duas décadas. O próprio treinador alemão descreveu o momento como 'único' e 'emocionante', sublinhando a fome de vitória do seu grupo, que chega às meias-finais após um percurso acidentado.
A caminhada inglesa até Atlanta incluiu uma reviravolta dramática diante da RD Congo, um triunfo por 3-2 no Estádio Azteca, no México, e um prolongamento extenuante contra a Noruega sob o calor de Miami. Tuchel admitiu o desgaste acumulado, mas garantiu que a exigência o faz 'sentir vivo'. Do lado argentino, a imprensa europeia destaca a coesão de um núcleo que se mantém junto há anos e a experiência do selecionador, Lionel Scaloni, fatores que transformam a albiceleste num obstáculo de peso.
Com o regresso de Declan Rice ao meio-campo inglês e apenas as ausências de Jordan Henderson e Jarell Quansah, a Inglaterra apresenta-se praticamente na máxima força. O vencedor do embate encontrará a Espanha na final de domingo, depois de os espanhóis terem afastado a França por 2-0 na outra meia-final.
| Imprensa indiana e sul-asiática | 0.00 | neutral |
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| Imprensa do Sudeste Asiático | +0.10 | neutral |
| Imprensa africana subsaariana | 0.00 | neutral |
| Imprensa do Golfo árabe | +0.20 | neutral |
Tuchel está ponderando um plano de marcação individual para conter Messi.
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Tuchel permanece imperturbável diante da história, focando no desafio tático de parar Messi.
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Tuchel está imperturbável diante da história enquanto se prepara para a semifinal.
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Tuchel está determinado a parar Messi com um plano à moda antiga, reconhecendo o imenso desafio.
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