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Esportedomingo, 21 de junho de 2026

Serena Williams confirma regresso aos singulares em Wimbledon com convite especial

A norte-americana de 44 anos, sete vezes campeã no All England Club, aceitou o último wild card para o quadro principal e disputará também o torneio de pares com a irmã Venus.

O All England Club anunciou neste domingo que Serena Williams recebeu o último wild card disponível para o quadro feminino de singulares de Wimbledon, confirmando o regresso da norte-americana à competição individual oito anos depois da sua última vitória no torneio e quase quatro após a sua última partida em singulares, no US Open de 2022. A decisão, aguardada com expectativa desde que Williams voltou a competir em pares nas últimas semanas, foi comunicada pelo torneio através das redes sociais com a mensagem “isto não é um simulacro”.

Aos 44 anos, a detentora de 23 títulos do Grand Slam não pisa um court em singulares desde a derrota diante de Ajla Tomljanovic na terceira ronda de Flushing Meadows, ocasião em que preferiu falar numa “evolução” em vez de uma retirada. O seu regresso gradual ao ténis profissional começou com exibições em pares: primeiro no Queen’s Club, ao lado da jovem canadiana Victoria Mboko, onde venceram uma partida antes de Mboko se lesionar; depois em Berlim, com a checa Karolina Muchova, onde foram eliminadas na estreia. Ainda assim, a vontade de voltar a jogar diante das filhas Olympia e Adira, e a forma física evidenciada nos treinos, convenceram a organização a reservar-lhe a oitava vaga.

Para o Grand Slam britânico, que arranca a 29 de junho, a presença de Serena constitui um poderoso foco de atenção mediática. Ela junta-se à irmã Venus, de 46 anos, no quadro de pares – onde ambas conquistaram seis títulos – e regressa ao palco onde ergueu sete dos seus troféus de singulares, o último em 2016. Na imprensa europeia, comenta-se que a sua condição física será o principal desafio, mas a tenista mostrou-se confiante: “Estou em muito boa forma, sinto-me capaz de voltar a ser a jogadora que quero ser”, afirmou em declarações recentes. A motivação, segundo observadores na América Latina, radica mais na celebração da carreira e na inspiração para as filhas do que na perseguição de recordes.

O sorteio realizar-se-á na próxima sexta-feira, e Serena, sem ranking, poderá defrontar qualquer adversária da elite, como Aryna Sabalenka, Iga Swiatek ou Coco Gauff. A expectativa entre os adeptos lusófonos, onde o ténis tem vindo a ganhar destaque com o sucesso de jovens promessas brasileiras e portuguesas, é enorme. Wimbledon prepara-se para assistir a mais um capítulo da carreira de uma das maiores figuras da história da modalidade, cujo impacto transcende o desporto.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Imprensa atlântica / anglosferaImprensa israelense
Imprensa atlântica / anglosfera
TriunfoPragmatismo

The Atlantic press celebrates Serena Williams' stunning return to Wimbledon singles, framing it as a fairy-tale comeback for the 44-year-old legend. Simultaneously, they detail Jack Draper's painful decline and his partnership with Andy Murray as a rebuilding effort, and highlight Oliver Tarvet's tough qualifying route and the irony of his previous prize money forfeiture. The overall narrative mixes triumph with human struggle, emphasizing perseverance.

Imprensa israelense
TriunfoPaternalismo

The Israeli press focuses solely on Serena Williams' return, portraying it as a historic comeback of a living legend who never officially retired. The tone is reverential, highlighting her seven Wimbledon titles and the legacy she built, with an emphasis on her dignified return to the stage that defined her career. There is no mention of Draper or Tarvet, keeping the narrative tightly focused on Williams' greatness.

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domingo, 21 de junho de 2026

Serena Williams confirma regresso aos singulares em Wimbledon com convite especial

A norte-americana de 44 anos, sete vezes campeã no All England Club, aceitou o último wild card para o quadro principal e disputará também o torneio de pares com a irmã Venus.

O All England Club anunciou neste domingo que Serena Williams recebeu o último wild card disponível para o quadro feminino de singulares de Wimbledon, confirmando o regresso da norte-americana à competição individual oito anos depois da sua última vitória no torneio e quase quatro após a sua última partida em singulares, no US Open de 2022. A decisão, aguardada com expectativa desde que Williams voltou a competir em pares nas últimas semanas, foi comunicada pelo torneio através das redes sociais com a mensagem “isto não é um simulacro”.

Aos 44 anos, a detentora de 23 títulos do Grand Slam não pisa um court em singulares desde a derrota diante de Ajla Tomljanovic na terceira ronda de Flushing Meadows, ocasião em que preferiu falar numa “evolução” em vez de uma retirada. O seu regresso gradual ao ténis profissional começou com exibições em pares: primeiro no Queen’s Club, ao lado da jovem canadiana Victoria Mboko, onde venceram uma partida antes de Mboko se lesionar; depois em Berlim, com a checa Karolina Muchova, onde foram eliminadas na estreia. Ainda assim, a vontade de voltar a jogar diante das filhas Olympia e Adira, e a forma física evidenciada nos treinos, convenceram a organização a reservar-lhe a oitava vaga.

Para o Grand Slam britânico, que arranca a 29 de junho, a presença de Serena constitui um poderoso foco de atenção mediática. Ela junta-se à irmã Venus, de 46 anos, no quadro de pares – onde ambas conquistaram seis títulos – e regressa ao palco onde ergueu sete dos seus troféus de singulares, o último em 2016. Na imprensa europeia, comenta-se que a sua condição física será o principal desafio, mas a tenista mostrou-se confiante: “Estou em muito boa forma, sinto-me capaz de voltar a ser a jogadora que quero ser”, afirmou em declarações recentes. A motivação, segundo observadores na América Latina, radica mais na celebração da carreira e na inspiração para as filhas do que na perseguição de recordes.

O sorteio realizar-se-á na próxima sexta-feira, e Serena, sem ranking, poderá defrontar qualquer adversária da elite, como Aryna Sabalenka, Iga Swiatek ou Coco Gauff. A expectativa entre os adeptos lusófonos, onde o ténis tem vindo a ganhar destaque com o sucesso de jovens promessas brasileiras e portuguesas, é enorme. Wimbledon prepara-se para assistir a mais um capítulo da carreira de uma das maiores figuras da história da modalidade, cujo impacto transcende o desporto.

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The Atlantic press celebrates Serena Williams' stunning return to Wimbledon singles, framing it as a fairy-tale comeback for the 44-year-old legend. Simultaneously, they detail Jack Draper's painful decline and his partnership with Andy Murray as a rebuilding effort, and highlight Oliver Tarvet's tough qualifying route and the irony of his previous prize money forfeiture. The overall narrative mixes triumph with human struggle, emphasizing perseverance.

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The Israeli press focuses solely on Serena Williams' return, portraying it as a historic comeback of a living legend who never officially retired. The tone is reverential, highlighting her seven Wimbledon titles and the legacy she built, with an emphasis on her dignified return to the stage that defined her career. There is no mention of Draper or Tarvet, keeping the narrative tightly focused on Williams' greatness.

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