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Esportesexta-feira, 26 de junho de 2026

Nico Paz permanece no Como após acordo de 60 milhões de euros; Real Madrid mantém controle

Clube italiano desembolsa valor recorde para assegurar o meia argentino, enquanto o clube espanhol conserva opção de recompra de 80 milhões de euros, válida a partir de 2027.

O futuro imediato de Nico Paz está definido: o meia argentino de 21 anos continuará a vestir a camisa do Como na próxima temporada, encerrando semanas de especulação que envolviam um possível retorno ao Real Madrid ou uma investida da Inter de Milão. A operação, concluída nas últimas horas, representa um movimento financeiro de peso para o clube da Lombardia, que desembolsará 60 milhões de euros para adquirir a totalidade dos direitos econômicos do jogador, somados aos 6 milhões já pagos em 2024 por 50% do passe. O Real Madrid, que havia ativado a cláusula de recompra de 9 milhões de euros, optou por renegociar os termos, mantendo uma opção de recompra fixada em 80 milhões de euros, exercitável somente a partir do verão europeu de 2027.

A vontade do atleta foi o eixo central do desfecho. Nico Paz, que estreou pela seleção argentina na atual Copa do Mundo, manifestou o desejo de permanecer sob o comando de Cesc Fàbregas, onde se tornou peça-chave na conquista da vaga para a Liga dos Campeões. A perspectiva de ser protagonista na principal competição de clubes da Europa, aliada à concorrência acirrada no elenco merengue, pesou na decisão. Observadores na imprensa espanhola sublinham que o Real Madrid aplica uma política recorrente com jovens talentos: ceder atletas a clubes competitivos, preservando mecanismos de controle que permitem um eventual regresso em condições desportivas ideais.

Na Itália, a notícia foi recebida como um triunfo para o projeto ambicioso do Como, sustentado pela propriedade indonésia Hartono, e como uma segunda frustração para a Inter em poucos dias. Depois de ver o também desejado Marco Palestra rumar ao Chelsea, os nerazzurri, que chegaram a acionar a influência do vice-presidente Javier Zanetti — amigo de Pablo Paz, pai do jogador —, ficaram sem o reforço para o setor de criação. A imprensa italiana destaca que o clube de Milão não chegou a formalizar uma proposta, pois a prioridade do atleta sempre foi a permanência no Lario.

A estrutura do negócio reflete a valorização meteórica de Nico Paz, que na última Serie A somou 13 gols e 8 assistências, tornando-se o quinto artilheiro do campeonato. O Como, que na temporada 2025/26 disputará a Champions League pela primeira vez em sua história, garante assim a continuidade de um projeto que tem no argentino seu principal ativo técnico e de mercado. Para o Real Madrid, a operação representa um ganho financeiro imediato e a manutenção de uma rota de retorno para um dos jovens mais cotados do futebol europeu, cujo valor de mercado já é estimado em 120 milhões de euros.

Enquanto a negociação se concluía nos escritórios de Valdebebas, Nico Paz seguia concentrado com a seleção argentina no Mundial. O desfecho assegura que, ao término do torneio, o meia se reapresentará ao Como para iniciar a preparação para uma temporada que terá como ápice a estreia na fase de grupos da Champions, onde o clube italiano tentará surpreender sob a batuta de Fàbregas.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Imprensa do Sudeste AsiáticoImprensa europeia continental
Imprensa do Sudeste Asiático
PragmatismoDistanciamento

O Como 1907 teria exercido a opção de compra de Nico Paz junto ao Real Madrid por 60 milhões de euros, com uma nova cláusula de recompra fixada em 80 milhões. O atacante, produto da base madrilena, foi vendido ao Como em 2024 por 6 milhões, com opções de recompra anteriores de 9 milhões em 2026 e 11 milhões em 2027. O negócio evidencia a engenharia financeira entre os dois clubes.

Imprensa europeia continental/ Mediterrânea
TriunfoIroniaPragmatismo

O Como decidiu manter Nico Paz, frustrando a Inter e surpreendendo o mercado. O clube lombardo, apoiado por ricos proprietários indonésios, pagará 60 milhões de euros ao Real Madrid, que mantém uma opção de recompra de 80 milhões. O negócio é retratado como um triunfo para a equipe de Cesc Fàbregas e um golpe nas ambições da Inter, enquanto o Real Madrid cede à vontade do jogador.

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Atualizado 18:302 idiomas · 3 veículos
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sexta-feira, 26 de junho de 2026

Nico Paz permanece no Como após acordo de 60 milhões de euros; Real Madrid mantém controle

Clube italiano desembolsa valor recorde para assegurar o meia argentino, enquanto o clube espanhol conserva opção de recompra de 80 milhões de euros, válida a partir de 2027.

O futuro imediato de Nico Paz está definido: o meia argentino de 21 anos continuará a vestir a camisa do Como na próxima temporada, encerrando semanas de especulação que envolviam um possível retorno ao Real Madrid ou uma investida da Inter de Milão. A operação, concluída nas últimas horas, representa um movimento financeiro de peso para o clube da Lombardia, que desembolsará 60 milhões de euros para adquirir a totalidade dos direitos econômicos do jogador, somados aos 6 milhões já pagos em 2024 por 50% do passe. O Real Madrid, que havia ativado a cláusula de recompra de 9 milhões de euros, optou por renegociar os termos, mantendo uma opção de recompra fixada em 80 milhões de euros, exercitável somente a partir do verão europeu de 2027.

A vontade do atleta foi o eixo central do desfecho. Nico Paz, que estreou pela seleção argentina na atual Copa do Mundo, manifestou o desejo de permanecer sob o comando de Cesc Fàbregas, onde se tornou peça-chave na conquista da vaga para a Liga dos Campeões. A perspectiva de ser protagonista na principal competição de clubes da Europa, aliada à concorrência acirrada no elenco merengue, pesou na decisão. Observadores na imprensa espanhola sublinham que o Real Madrid aplica uma política recorrente com jovens talentos: ceder atletas a clubes competitivos, preservando mecanismos de controle que permitem um eventual regresso em condições desportivas ideais.

Na Itália, a notícia foi recebida como um triunfo para o projeto ambicioso do Como, sustentado pela propriedade indonésia Hartono, e como uma segunda frustração para a Inter em poucos dias. Depois de ver o também desejado Marco Palestra rumar ao Chelsea, os nerazzurri, que chegaram a acionar a influência do vice-presidente Javier Zanetti — amigo de Pablo Paz, pai do jogador —, ficaram sem o reforço para o setor de criação. A imprensa italiana destaca que o clube de Milão não chegou a formalizar uma proposta, pois a prioridade do atleta sempre foi a permanência no Lario.

A estrutura do negócio reflete a valorização meteórica de Nico Paz, que na última Serie A somou 13 gols e 8 assistências, tornando-se o quinto artilheiro do campeonato. O Como, que na temporada 2025/26 disputará a Champions League pela primeira vez em sua história, garante assim a continuidade de um projeto que tem no argentino seu principal ativo técnico e de mercado. Para o Real Madrid, a operação representa um ganho financeiro imediato e a manutenção de uma rota de retorno para um dos jovens mais cotados do futebol europeu, cujo valor de mercado já é estimado em 120 milhões de euros.

Enquanto a negociação se concluía nos escritórios de Valdebebas, Nico Paz seguia concentrado com a seleção argentina no Mundial. O desfecho assegura que, ao término do torneio, o meia se reapresentará ao Como para iniciar a preparação para uma temporada que terá como ápice a estreia na fase de grupos da Champions, onde o clube italiano tentará surpreender sob a batuta de Fàbregas.

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O Como 1907 teria exercido a opção de compra de Nico Paz junto ao Real Madrid por 60 milhões de euros, com uma nova cláusula de recompra fixada em 80 milhões. O atacante, produto da base madrilena, foi vendido ao Como em 2024 por 6 milhões, com opções de recompra anteriores de 9 milhões em 2026 e 11 milhões em 2027. O negócio evidencia a engenharia financeira entre os dois clubes.

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TriunfoIroniaPragmatismo

O Como decidiu manter Nico Paz, frustrando a Inter e surpreendendo o mercado. O clube lombardo, apoiado por ricos proprietários indonésios, pagará 60 milhões de euros ao Real Madrid, que mantém uma opção de recompra de 80 milhões. O negócio é retratado como um triunfo para a equipe de Cesc Fàbregas e um golpe nas ambições da Inter, enquanto o Real Madrid cede à vontade do jogador.

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