
Mundial 2026 reúne quatro campeões nas semifinais pela primeira vez em 36 anos
França, Espanha, Argentina e Inglaterra, os quatro primeiros do ranking da FIFA, disputam vagas na final em duelos que reeditam rivalidades históricas e colocam frente a frente os maiores artilheiros do torneio.
Pela primeira vez desde o Mundial de Itália 1990, as quatro seleções que disputam as semifinais são todas antigas campeãs do mundo. França, Espanha, Argentina e Inglaterra ocupam, por esta ordem, os quatro primeiros lugares do ranking da FIFA e chegaram a esta fase após quartos de final em que nenhuma venceu sem sobressaltos. A Argentina precisou de prolongamento para bater a Suíça por 3-1, com Alexis Mac Allister a abrir o marcador e Julián Álvarez a selar o triunfo aos 112 minutos, antes de Lautaro Martínez fechar a contagem. A Inglaterra também recorreu ao tempo extra: dois golos de Jude Bellingham operaram a reviravolta frente à Noruega (2-1). A Espanha, que só sofreu um golo em todo o torneio, viu Mikel Merino sair do banco para marcar o golo da vitória por 2-1 sobre a Bélgica, repetindo o que já fizera nos oitavos de final contra Portugal. A França, por sua vez, controlou Marrocos por 2-0 com golos de Kylian Mbappé e Ousmane Dembélé.
O duelo entre França e Espanha, na terça-feira em Dallas, coloca em evidência o confronto entre Mbappé e Lamine Yamal. O avançado francês lidera a corrida à Bota de Ouro com oito golos, os mesmos de Lionel Messi, e está a um tento do recorde absoluto do argentino em Mundiais (21). Yamal, que completa 19 anos na véspera da partida, marcou apenas um golo no torneio, mas o seu historial frente a Mbappé é favorável: em dez encontros entre clubes e seleções, o espanhol venceu oito, incluindo a meia-final do Euro 2024 e uma vitória por 5-4 na Liga das Nações. Observadores em Lisboa notam que o ataque francês, o segundo mais produtivo da prova com 16 golos, testará a defesa espanhola, que manteve a baliza inviolada durante 650 minutos até ao golo de Charles De Ketelaere nos quartos de final.
No outro lado do quadro, Argentina e Inglaterra reeditam uma rivalidade que atravessa gerações, na quarta-feira em Atlanta. Será o primeiro encontro de Messi com os ingleses em fases finais, um dado que a imprensa argentina sublinha como um dos últimos capítulos por escrever na carreira do capitão. Na perspetiva de Brasília, a possibilidade de a Argentina se tornar a primeira seleção a conquistar dois títulos consecutivos desde o Brasil em 1962 concentra as atenções, enquanto analistas europeus destacam a eficácia de Bellingham, que já soma seis golos e se tornou o primeiro jogador a marcar dois golos em dois jogos consecutivos do mata-mata desde Diego Maradona em 1986.
Os vencedores destas semifinais disputarão a final no MetLife Stadium, em Nova Jérsia, no dia 20 de julho. Mantém-se em aberto a possibilidade de uma reedição da final de 2022 entre Argentina e França, cenário que colocaria frente a frente os dois maiores artilheiros da história dos Mundiais.
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We, the football world, have been waiting for these dream matchups. Argentina stands tall as the reigning champion, with Messi leading the way. This is the historic semifinal lineup that proves our sport's greatness.
The bloc universalizes its own national pride by claiming that the semifinal pairings are what the entire planet desired, thereby framing Argentina's journey as a global narrative rather than a local one.
The FIFA rankings confirm the supremacy of the top four. This semifinal lineup is a natural outcome of the hierarchy, a statistical rarity that underscores the power of football's elite.
The bloc uses the authority of objective FIFA rankings to present the semifinals as an inevitable, predictable result of the sport's hierarchy, thereby legitimizing the narrative of elite dominance.
The stars are the story. Mbappe and Yamal are the protagonists, and their personal duel will determine who reaches the final. This is a clash of titans, not just teams.
The bloc reduces the complex team match to a one-on-one showdown between two superstars, personalizing the narrative and making the outcome hinge on individual brilliance.
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