
México busca vitória sobre Coreia do Sul com promessa de despedida a Ochoa
Guillermo Ochoa, aos 40 anos, prepara-se para o último jogo da carreira no Mundial, enquanto o Tri treina sob chuva e ajusta a logística para o duelo decisivo em Guadalajara.
A notícia mais marcante na preparação do México para o segundo jogo do Grupo A é a confirmação de que Guillermo Ochoa, guarda-redes de 40 anos, fará do Mundial de 2026 o seu último torneio. Emocionado, leu uma carta dos filhos em entrevista à FIFA e declarou: "Sem o México, o futebol já não faz sentido." Ochoa iguala Lionel Messi e Cristiano Ronaldo com seis presenças em Copas do Mundo, mas foi suplente na estreia frente à África do Sul (vitória por 2-0). O selecionador Javier Aguirre prometeu dar-lhe minutos para que a despedida fosse especial, e a imprensa da Cidade do México especula que a oportunidade pode surgir já diante da Coreia do Sul.
A preparação do Tri para o jogo de quinta-feira, no Estádio Guadalajara, foi marcada por chuva intensa durante o treino no Centro de Alto Rendimento, ao sul da capital. Aguirre mandou instalar um relvado idêntico ao do palco do encontro para adaptar os jogadores, mas escondeu as alterações táticas, apressando a equipa com um grito de "a ver a que hora, cabrões" quando a tempestade se aproximou. O ambiente, contudo, manteve-se descontraído, com risos e bom humor entre os atletas. A operação de segurança para o traslado até ao aeroporto de AIFA e o voo para Guadalajara foi meticulosamente planeada, com rotas alternativas para evitar o trânsito da Zona Metropolitana.
O histórico de confrontos em Mundiais favorece o México: vitórias sobre a Coreia do Sul em 1998 (3-1) e 2018 (2-1). Apesar do otimismo, há preocupação com a velocidade e a força física dos asiáticos. Um triunfo praticamente garante a liderança do grupo, enquanto um empate complicaria o percurso rumo às fases avançadas, que a equipa sonha disputar no Estádio Cidade do México.
Na perspetiva de Brasília, a comoção em torno de Ochoa evoca despedidas de veteranos como Rogério Ceni ou Júlio César, sublinhando o peso simbólico dos guarda-redes no futebol latino-americano. Observadores em Lisboa recordam a exibição antológica de Ochoa contra o Brasil em 2014, que o projetou globalmente. A imprensa mexicana, por sua vez, destaca o equilíbrio entre a homenagem ao ídolo e a exigência de um resultado que mantenha o Tri no caminho certo.
O desfecho contra a Coreia do Sul definirá não só o futuro imediato da seleção anfitriã, mas também o tom da despedida de um dos seus maiores símbolos. Se Aguirre cumprir a promessa, o jogo em Guadalajara poderá transformar-se num momento de catarse coletiva, unindo a necessidade de vencer à celebração de uma carreira que marcou seis ciclos mundialistas.
Como a mesma história é contada em outros lugares.
2 grupos editoriais · 1 idiomas
O México enfrenta a Coreia do Sul com otimismo, apoiado por um histórico favorável em Copas do Mundo. O técnico Aguirre prometeu dar minutos ao lendário goleiro Ochoa, que anunciou a aposentadoria, como uma despedida especial. A equipe se prepara entre logística e treinos sob chuva, mirando a liderança do grupo.
O goleiro mexicano Ochoa declarou que o futebol sem o México não tem sentido, sugerindo aposentadoria após a Copa do Mundo. A imprensa indiana relata suas palavras com distanciamento, destacando seu recorde de seis participações em Copas e o peso simbólico de sua carreira. O foco está na dimensão pessoal e histórica do jogador, não na partida iminente.
Artigos relacionados
EUA levantam bloqueio naval ao Irão e reabrem Estreito de Ormuz após acordo de paz
6 idiomas · 32 veículos
PolíticaTrump prevê cessar-fogo total no Oriente Médio após acordo provisório com Irã
6 idiomas · 10 veículos
EconomiaPetróleo atinge mínimos de três meses com acordo provisório entre EUA e Irã
5 idiomas · 11 veículos