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Esportequarta-feira, 24 de junho de 2026

Aos 39 anos, Messi celebra aniversário com recorde e Argentina já classificada

O capitão argentino tornou-se o maior goleador da história das Copas, com 18 gols, e recebeu homenagens enquanto a equipe se prepara para as oitavas.

Lionel Messi completou 39 anos nesta quarta-feira, 24 de junho, em plena disputa do Mundial de 2026, e o fez como protagonista absoluto: com cinco gols em dois jogos, conduziu a Argentina à liderança isolada do Grupo J e à classificação antecipada para as 16avos de final. A data foi marcada por um recorde histórico — o de maior artilheiro de todas as Copas do Mundo, com 18 tentos, superando os 16 do alemão Miroslav Klose e os 17 da brasileira Marta — e por uma rotina que mescla celebração contida e foco competitivo.

O desempenho em campo construiu o cenário para o aniversário. Na estreia, um hat-trick diante da Argélia (3-0) já sinalizava a forma avassaladora; dois dias depois, um doblete contra a Áustria (2-0) selou a liderança do grupo e o recorde. A imprensa argentina destacou que o camisa 10 respondeu em campo às dúvidas que ele próprio alimentara sobre sua participação no torneio, enquanto analistas europeus sublinham a longevidade incomum: Messi é o jogador mais velho a marcar um hat-trick em Copas e, aos 39, acumula 50 gols na temporada de seu 38º ano, número que muitos atacantes de elite não atingem no auge.

A celebração do aniversário, contudo, foi discreta. Na concentração em Kansas City, companheiros como Rodrigo De Paul, Lisandro Martínez e Leandro Paredes surpreenderam o capitão com uma torta decorada com as cores albicelestes e o número 39. A Associação do Futebol Argentino (AFA) e a Conmebol divulgaram mensagens de felicitação, enquanto a esposa, Antonela Roccuzzo, publicou fotos antigas do casal, arrancando de Messi um comentário nostálgico: “Qué chiquitos éramos”. O próprio jogador, no entanto, preferiu partilhar um vídeo a treinar no ginásio, ao som de “Tierra de Campeones”, gesto interpretado na América do Sul como um sinal de que a cabeça está inteiramente no objetivo coletivo.

Com a primeira posição assegurada, a Argentina volta a campo no sábado, 27 de junho, contra a Jordânia, em Arlington, Texas, para encerrar a fase de grupos. O técnico Lionel Scaloni, que desejou publicamente “que seja feliz” ao craque, admitiu que analisará a possibilidade de poupar titulares, incluindo Messi, de olho no desgaste físico e no calendário apertado — o campeão terá de disputar oito partidas até à final. A decisão divide opiniões: no Brasil, comenta-se que a pausa pode ser estratégica para preservar o atleta de 39 anos, enquanto em Portugal se recorda que o ritmo de competição e a busca por mais recordes, como os 13 gols de Just Fontaine numa única edição, são fatores a ponderar.

A classificação coloca a Albiceleste no caminho do segundo colocado do Grupo H, que reúne Espanha, Uruguai, Cabo Verde e Arábia Saudita, em jogo marcado para 3 de julho, em Miami. Até lá, a seleção argentina equilibra a gestão do elenco com a ambição de manter o ímpeto de um capitão que, aos 39 anos, insiste em reescrever a história do futebol mundial.

Divergência — quem conta como
Eixo: Difesa vs. Record
33%Média
3 blocos · posições de −0.30 a +0.50
Difesa argentinaCelebrazione record
LATSEAIND
Divergência entre blocos de imprensa
Imprensa latino-americana−0.30critical
Imprensa do Sudeste Asiático+0.50aligned
Imprensa indiana e sul-asiática0.00neutral
Imprensa latino-americana−0.30
Voz

A Argentina responde às críticas francesas com fatos: Messi continua sendo o coração da equipe e a vitória prova isso.

Mecanismodefensa identitaria

Transforma a crítica em uma insígnia de honra, argumentando que a dependência de Messi é uma força, não uma fraqueza, e que o sucesso da equipe a justifica.

Omissão

Não menciona o recorde geral de gols do torneio nem a concorrência de Haaland, que relativizam a singularidade da conquista de Messi.

CeticismoIndignação
Imprensa do Sudeste Asiático+0.50
Voz

A Copa do Mundo de 2026 estabelece um novo recorde de gols, superando o Catar 2022, e Messi contribui para este feito coletivo.

Mecanismoneutralización

Insere o marco individual em uma estatística de torneio mais ampla, reduzindo a tensão narrativa e apresentando-o como um sucesso compartilhado.

Omissão

Não menciona as críticas à Messidependência nem a reação defensiva latino-americana, que mostram as tensões em torno do papel de Messi.

TriunfoPragmatismo
Imprensa indiana e sul-asiática0.00
Voz

Haaland reconhece a superioridade francesa, mas a comparação com Messi e Mbappé mantém viva a competição pela Chuteira de Ouro.

Mecanismocomparación jerárquica

Cria uma hierarquia entre os artilheiros, colocando Messi no topo, mas destacando os desafios dos perseguidores, alimentando uma narrativa de rivalidade em andamento.

Omissão

Não menciona o aspecto celebrativo do aniversário de Messi nem a reescrita histórica dos recordes mundiais, concentrando-se apenas nos gols do torneio atual.

PragmatismoDistanciamento

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quarta-feira, 24 de junho de 2026

Aos 39 anos, Messi celebra aniversário com recorde e Argentina já classificada

O capitão argentino tornou-se o maior goleador da história das Copas, com 18 gols, e recebeu homenagens enquanto a equipe se prepara para as oitavas.

Lionel Messi completou 39 anos nesta quarta-feira, 24 de junho, em plena disputa do Mundial de 2026, e o fez como protagonista absoluto: com cinco gols em dois jogos, conduziu a Argentina à liderança isolada do Grupo J e à classificação antecipada para as 16avos de final. A data foi marcada por um recorde histórico — o de maior artilheiro de todas as Copas do Mundo, com 18 tentos, superando os 16 do alemão Miroslav Klose e os 17 da brasileira Marta — e por uma rotina que mescla celebração contida e foco competitivo.

O desempenho em campo construiu o cenário para o aniversário. Na estreia, um hat-trick diante da Argélia (3-0) já sinalizava a forma avassaladora; dois dias depois, um doblete contra a Áustria (2-0) selou a liderança do grupo e o recorde. A imprensa argentina destacou que o camisa 10 respondeu em campo às dúvidas que ele próprio alimentara sobre sua participação no torneio, enquanto analistas europeus sublinham a longevidade incomum: Messi é o jogador mais velho a marcar um hat-trick em Copas e, aos 39, acumula 50 gols na temporada de seu 38º ano, número que muitos atacantes de elite não atingem no auge.

A celebração do aniversário, contudo, foi discreta. Na concentração em Kansas City, companheiros como Rodrigo De Paul, Lisandro Martínez e Leandro Paredes surpreenderam o capitão com uma torta decorada com as cores albicelestes e o número 39. A Associação do Futebol Argentino (AFA) e a Conmebol divulgaram mensagens de felicitação, enquanto a esposa, Antonela Roccuzzo, publicou fotos antigas do casal, arrancando de Messi um comentário nostálgico: “Qué chiquitos éramos”. O próprio jogador, no entanto, preferiu partilhar um vídeo a treinar no ginásio, ao som de “Tierra de Campeones”, gesto interpretado na América do Sul como um sinal de que a cabeça está inteiramente no objetivo coletivo.

Com a primeira posição assegurada, a Argentina volta a campo no sábado, 27 de junho, contra a Jordânia, em Arlington, Texas, para encerrar a fase de grupos. O técnico Lionel Scaloni, que desejou publicamente “que seja feliz” ao craque, admitiu que analisará a possibilidade de poupar titulares, incluindo Messi, de olho no desgaste físico e no calendário apertado — o campeão terá de disputar oito partidas até à final. A decisão divide opiniões: no Brasil, comenta-se que a pausa pode ser estratégica para preservar o atleta de 39 anos, enquanto em Portugal se recorda que o ritmo de competição e a busca por mais recordes, como os 13 gols de Just Fontaine numa única edição, são fatores a ponderar.

A classificação coloca a Albiceleste no caminho do segundo colocado do Grupo H, que reúne Espanha, Uruguai, Cabo Verde e Arábia Saudita, em jogo marcado para 3 de julho, em Miami. Até lá, a seleção argentina equilibra a gestão do elenco com a ambição de manter o ímpeto de um capitão que, aos 39 anos, insiste em reescrever a história do futebol mundial.

Divergência — quem conta como
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A Argentina responde às críticas francesas com fatos: Messi continua sendo o coração da equipe e a vitória prova isso.

Mecanismodefensa identitaria

Transforma a crítica em uma insígnia de honra, argumentando que a dependência de Messi é uma força, não uma fraqueza, e que o sucesso da equipe a justifica.

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Não menciona o recorde geral de gols do torneio nem a concorrência de Haaland, que relativizam a singularidade da conquista de Messi.

CeticismoIndignação
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A Copa do Mundo de 2026 estabelece um novo recorde de gols, superando o Catar 2022, e Messi contribui para este feito coletivo.

Mecanismoneutralización

Insere o marco individual em uma estatística de torneio mais ampla, reduzindo a tensão narrativa e apresentando-o como um sucesso compartilhado.

Omissão

Não menciona as críticas à Messidependência nem a reação defensiva latino-americana, que mostram as tensões em torno do papel de Messi.

TriunfoPragmatismo
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Haaland reconhece a superioridade francesa, mas a comparação com Messi e Mbappé mantém viva a competição pela Chuteira de Ouro.

Mecanismocomparación jerárquica

Cria uma hierarquia entre os artilheiros, colocando Messi no topo, mas destacando os desafios dos perseguidores, alimentando uma narrativa de rivalidade em andamento.

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