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Esportequinta-feira, 25 de junho de 2026

Japão e Suécia empatam e avançam; Brasil aguarda nos 16avos de final

Com empate em 1 a 1 em Dallas, japoneses terminam em segundo no Grupo F e suecos avançam como um dos melhores terceiros, definindo confronto com a Seleção Brasileira.

O empate em 1 a 1 entre Japão e Suécia, na noite de quinta-feira em Arlington, Texas, selou a classificação de ambas as seleções para os 16avos de final do Mundial de 2026. Depois de uma primeira parte de rara cautela, o jogo ganhou vida no segundo tempo: Daizen Maeda, aos 56 minutos, finalizou uma jogada coletiva para colocar o Japão em vantagem, mas a resposta sueca foi imediata. Apenas seis minutos depois, Anthony Elanga, extremo do Newcastle, cortou para dentro e disparou de pé esquerdo, fazendo a bola morrer no canto oposto da baliza de Zion Suzuki. Nos descontos, o guarda-redes japonês ainda negou o golo da vitória à Suécia com duas intervenções decisivas, garantindo o ponto que ambas as equipas necessitavam.

Com este resultado, o Grupo F ficou definido: os Países Baixos, que venceram a Tunísia por 3-1, terminaram na liderança com sete pontos; o Japão, com cinco, assegurou o segundo lugar; e a Suécia, com quatro, avançou como um dos oito melhores terceiros. Para os Samurais Azuis, o empate representou um marco histórico: pela primeira vez, a seleção nipónica termina uma fase de grupos de um Mundial disputado fora do seu território sem qualquer derrota, somando uma vitória e dois empates. É também a terceira presença consecutiva nos mata-matas, feito que consolida a perceção, partilhada por analistas em Tóquio, de que o Japão se firma como uma potência emergente do futebol asiático.

Na perspetiva de Brasília, o confronto que se avizinha reaviva memórias incómodas. Em outubro de 2025, num particular em Tóquio, o Brasil foi derrotado por 3-2 pelo Japão, depois de estar a vencer por 2-0. O técnico Hajime Moriyasu recordou esse jogo para sublinhar que a sua equipa 'não é fácil de vencer', embora reconheça que o adversário, pentacampeão mundial, virá motivado por um desejo de desforra. Do lado sueco, o treinador Graham Potter elogiou a capacidade de reação dos seus jogadores após a goleada sofrida frente aos neerlandeses e mostrou-se satisfeito com a passagem à fase seguinte, ainda que o próximo adversário permaneça incerto — a França surge como possibilidade.

O duelo entre Brasil e Japão está marcado para 29 de junho, em Houston, e coloca frente a frente dois estilos contrastantes. Enquanto a Seleção Brasileira, sob o comando de Carlo Ancelotti, avançou com autoridade no Grupo C, os japoneses terão de gerir a condição física do defesa Ko Itakura, substituído por lesão ainda na primeira parte. A Suécia, por seu turno, aguarda a definição do quadro dos melhores terceiros para conhecer o seu destino, mas já garantiu a continuidade numa campanha que, na leitura de comentadores em Estocolmo, superou as expectativas iniciais.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Um empate sem brilho por 1-1 entre Japão e Suécia classificou ambos, mas a partida foi uma propaganda ruim para o torneio. O resultado agradou a todos, mas a atuação deixou a desejar e acabou com as tênues esperanças da Escócia.

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PragmatismoTriunfo

O Japão arrancou um empate por 1-1 com a Suécia, garantindo o segundo lugar no Grupo F e um confronto dos sonhos com o Brasil. Os Samurais Azuis agora têm a chance de repetir sua histórica vitória em amistoso sobre a Seleção no maior palco.

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quinta-feira, 25 de junho de 2026

Japão e Suécia empatam e avançam; Brasil aguarda nos 16avos de final

Com empate em 1 a 1 em Dallas, japoneses terminam em segundo no Grupo F e suecos avançam como um dos melhores terceiros, definindo confronto com a Seleção Brasileira.

O empate em 1 a 1 entre Japão e Suécia, na noite de quinta-feira em Arlington, Texas, selou a classificação de ambas as seleções para os 16avos de final do Mundial de 2026. Depois de uma primeira parte de rara cautela, o jogo ganhou vida no segundo tempo: Daizen Maeda, aos 56 minutos, finalizou uma jogada coletiva para colocar o Japão em vantagem, mas a resposta sueca foi imediata. Apenas seis minutos depois, Anthony Elanga, extremo do Newcastle, cortou para dentro e disparou de pé esquerdo, fazendo a bola morrer no canto oposto da baliza de Zion Suzuki. Nos descontos, o guarda-redes japonês ainda negou o golo da vitória à Suécia com duas intervenções decisivas, garantindo o ponto que ambas as equipas necessitavam.

Com este resultado, o Grupo F ficou definido: os Países Baixos, que venceram a Tunísia por 3-1, terminaram na liderança com sete pontos; o Japão, com cinco, assegurou o segundo lugar; e a Suécia, com quatro, avançou como um dos oito melhores terceiros. Para os Samurais Azuis, o empate representou um marco histórico: pela primeira vez, a seleção nipónica termina uma fase de grupos de um Mundial disputado fora do seu território sem qualquer derrota, somando uma vitória e dois empates. É também a terceira presença consecutiva nos mata-matas, feito que consolida a perceção, partilhada por analistas em Tóquio, de que o Japão se firma como uma potência emergente do futebol asiático.

Na perspetiva de Brasília, o confronto que se avizinha reaviva memórias incómodas. Em outubro de 2025, num particular em Tóquio, o Brasil foi derrotado por 3-2 pelo Japão, depois de estar a vencer por 2-0. O técnico Hajime Moriyasu recordou esse jogo para sublinhar que a sua equipa 'não é fácil de vencer', embora reconheça que o adversário, pentacampeão mundial, virá motivado por um desejo de desforra. Do lado sueco, o treinador Graham Potter elogiou a capacidade de reação dos seus jogadores após a goleada sofrida frente aos neerlandeses e mostrou-se satisfeito com a passagem à fase seguinte, ainda que o próximo adversário permaneça incerto — a França surge como possibilidade.

O duelo entre Brasil e Japão está marcado para 29 de junho, em Houston, e coloca frente a frente dois estilos contrastantes. Enquanto a Seleção Brasileira, sob o comando de Carlo Ancelotti, avançou com autoridade no Grupo C, os japoneses terão de gerir a condição física do defesa Ko Itakura, substituído por lesão ainda na primeira parte. A Suécia, por seu turno, aguarda a definição do quadro dos melhores terceiros para conhecer o seu destino, mas já garantiu a continuidade numa campanha que, na leitura de comentadores em Estocolmo, superou as expectativas iniciais.

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Um empate sem brilho por 1-1 entre Japão e Suécia classificou ambos, mas a partida foi uma propaganda ruim para o torneio. O resultado agradou a todos, mas a atuação deixou a desejar e acabou com as tênues esperanças da Escócia.

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O Japão arrancou um empate por 1-1 com a Suécia, garantindo o segundo lugar no Grupo F e um confronto dos sonhos com o Brasil. Os Samurais Azuis agora têm a chance de repetir sua histórica vitória em amistoso sobre a Seleção no maior palco.

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