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Esportesexta-feira, 26 de junho de 2026

França vence Noruega por 2 a 1 com dois de Dembélé e fecha grupo na liderança

Com Haaland e Ødegaard preservados no banco, noruegueses saíram atrás, reagiram rápido, mas não evitaram a derrota que os deixa em segundo no Grupo I.

A França confirmou a primeira colocação do Grupo I do Mundial de 2026 ao vencer a Noruega por 2 a 1 na tarde desta sexta-feira, no Estádio de Boston. Ousmane Dembélé abriu o placar aos seis minutos, aproveitando assistência de Kylian Mbappé, e ampliou aos 19, completando um contra-ataque rápido. A resposta norueguesa veio dois minutos depois, com um golo que recolocou a equipa no jogo, mas a reação parou por aí. O resultado mantém os Bleus com 100% de aproveitamento e a melhor diferença de golos da chave.

A grande surpresa do duelo foi a decisão do técnico Ståle Solbakken de mandar a campo uma formação inteiramente reserva. Erling Haaland, Martin Ødegaard e Alexander Sørloth começaram no banco, numa rotação que, segundo a imprensa latino-americana, gerou frustração entre os adeptos que esperavam o confronto entre o norueguês e Mbappé, ambos com quatro golos na competição. Solbakken justificou a medida pela necessidade de gerir o desgaste físico num torneio com longos deslocamentos entre sedes, mas a cobertura argentina e mexicana também apontou um cálculo estratégico: o segundo lugar colocaria a Noruega no caminho da Costa do Marfim nos dezasseis-avos e, mais à frente, de um possível duelo com o Brasil, em vez da Alemanha.

Do lado francês, a ausência sentida foi a do selecionador Didier Deschamps, que regressou a França para o funeral da mãe. O auxiliar Guy Stephan comandou a equipa à beira do campo e manteve a base titular, com Mbappé, Dembélé e Michael Olise no ataque. A defesa teve Maxence Lacroix ao lado de Dayot Upamecano, substituindo o lesionado William Saliba. Observadores no Brasil notaram que a vitória francesa, embora esperada, expôs alguma dependência da criatividade de Mbappé, mas também confirmou a profundidade do plantel, que controlou a partida mesmo sem o treinador principal.

Com o desfecho, a França enfrentará um dos melhores terceiros colocados dos grupos C, D, F, G ou H na próxima fase. Já a Noruega, segunda classificada, terá pela frente a Costa do Marfim, segunda do Grupo E. A perspetiva de Brasília destaca que, se ambas avançarem, noruegueses e brasileiros podem cruzar-se nos oitavos de final, um confronto que ganhou contornos de clássico antecipado nas análises da imprensa portuguesa e africana, atentas ao crescimento da seleção nórdica. Ainda assim, a prioridade imediata da Noruega é recuperar os titulares para o mata-mata, enquanto a França tenta manter o ritmo de uma campanha que já soma nove golos marcados em três jogos.

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sexta-feira, 26 de junho de 2026

França vence Noruega por 2 a 1 com dois de Dembélé e fecha grupo na liderança

Com Haaland e Ødegaard preservados no banco, noruegueses saíram atrás, reagiram rápido, mas não evitaram a derrota que os deixa em segundo no Grupo I.

A França confirmou a primeira colocação do Grupo I do Mundial de 2026 ao vencer a Noruega por 2 a 1 na tarde desta sexta-feira, no Estádio de Boston. Ousmane Dembélé abriu o placar aos seis minutos, aproveitando assistência de Kylian Mbappé, e ampliou aos 19, completando um contra-ataque rápido. A resposta norueguesa veio dois minutos depois, com um golo que recolocou a equipa no jogo, mas a reação parou por aí. O resultado mantém os Bleus com 100% de aproveitamento e a melhor diferença de golos da chave.

A grande surpresa do duelo foi a decisão do técnico Ståle Solbakken de mandar a campo uma formação inteiramente reserva. Erling Haaland, Martin Ødegaard e Alexander Sørloth começaram no banco, numa rotação que, segundo a imprensa latino-americana, gerou frustração entre os adeptos que esperavam o confronto entre o norueguês e Mbappé, ambos com quatro golos na competição. Solbakken justificou a medida pela necessidade de gerir o desgaste físico num torneio com longos deslocamentos entre sedes, mas a cobertura argentina e mexicana também apontou um cálculo estratégico: o segundo lugar colocaria a Noruega no caminho da Costa do Marfim nos dezasseis-avos e, mais à frente, de um possível duelo com o Brasil, em vez da Alemanha.

Do lado francês, a ausência sentida foi a do selecionador Didier Deschamps, que regressou a França para o funeral da mãe. O auxiliar Guy Stephan comandou a equipa à beira do campo e manteve a base titular, com Mbappé, Dembélé e Michael Olise no ataque. A defesa teve Maxence Lacroix ao lado de Dayot Upamecano, substituindo o lesionado William Saliba. Observadores no Brasil notaram que a vitória francesa, embora esperada, expôs alguma dependência da criatividade de Mbappé, mas também confirmou a profundidade do plantel, que controlou a partida mesmo sem o treinador principal.

Com o desfecho, a França enfrentará um dos melhores terceiros colocados dos grupos C, D, F, G ou H na próxima fase. Já a Noruega, segunda classificada, terá pela frente a Costa do Marfim, segunda do Grupo E. A perspetiva de Brasília destaca que, se ambas avançarem, noruegueses e brasileiros podem cruzar-se nos oitavos de final, um confronto que ganhou contornos de clássico antecipado nas análises da imprensa portuguesa e africana, atentas ao crescimento da seleção nórdica. Ainda assim, a prioridade imediata da Noruega é recuperar os titulares para o mata-mata, enquanto a França tenta manter o ritmo de uma campanha que já soma nove golos marcados em três jogos.

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