
Espanha vence Bélgica com golo tardio e reencontra França nas semifinais do Mundial
Mikel Merino saiu do banco para fazer o golo da vitória aos 88 minutos e colocar a Espanha no caminho da França, numa reedição de duelos recentes.
Aos 88 minutos, o médio Mikel Merino, acabado de entrar, aproveitou uma bola solta na área para fazer o 2-1 e atirar a Espanha para as semifinais do Mundial de 2026. Em Los Angeles, perante 70 mil espectadores, a seleção espanhola sofreu para derrubar uma Bélgica aguerrida, que só cedeu depois de perder o guarda-redes Thibaut Courtois, lesionado e em lágrimas, aos 77 minutos.
O jogo começou com a Espanha a controlar a posse, mas coube a Fabián Ruiz abrir o marcador aos 30', na recarga a um remate de Dani Olmo defendido por Courtois. A Bélgica respondeu ainda antes do intervalo: Charles De Ketelaere cabeceou para o empate, o primeiro golo sofrido pela Espanha no torneio, pondo fim a uma série de 649 minutos sem consentir um tento em fases finais de Mundiais. A lesão muscular de Courtois, que saiu do relvado a chorar, obrigou à entrada de Senne Lammens, e foi um erro do suplente — não segurou um remate espanhol — que deixou Merino marcar o golo da vitória, repetindo o papel de herói que já tivera contra Portugal nos oitavos de final.
Na perspetiva brasileira, o triunfo da 'Fúria' reaviva memórias de 2010, quando a Espanha conquistou o seu único título mundial, e também de 2006, quando uma França liderada por Zinedine Zidane eliminou os espanhóis nos oitavos e depois defrontou o Brasil nos quartos de final. Agora, será a segunda vez que as duas seleções se cruzam num Mundial, com a geração de Lamine Yamal a tentar manter a invencibilidade de 36 jogos consecutivos — a um passo do recorde italiano de 37.
O encontro de 14 de julho, em Dallas, coloca frente a frente duas equipas que protagonizaram dois duelos eliminatórios recentes, ambos vencidos pela Espanha: as meias-finais do Euro 2024 (2-1) e a final da Liga das Nações de 2025 (5-4). «Somos a única equipa que conseguiu vencê-los duas vezes», afirmou o selecionador Luis de la Fuente, enquanto Yamal garantiu que a Espanha «não tem nenhum medo». Do lado francês, pesa a estatística de que Kylian Mbappé jamais venceu um jogo a eliminar frente a Yamal, somando três derrotas em finais pelo Real Madrid contra o Barcelona e duas pela seleção. A outra semifinal sairá do duelo entre Inglaterra e Noruega, que se defrontam este sábado.
| Imprensa russa e CEI | 0.00 | neutral |
|---|---|---|
| Imprensa europeia continental | 0.00 | neutral |
| Imprensa latino-americana | +0.30 | aligned |
The result speaks for itself: Spain won, Belgium lost. No further evaluation.
Presents the match as a dry fact, without interpreting consequences.
Does not mention the upcoming semifinal against France, keeping focus solely on the past game.
The real test will be against France. Spain's victory is just a prelude.
Refocuses the narrative on the next match, downplaying the Belgian performance with an alarming stat.
Does not highlight Spain's bench depth (Merino), central in other narratives.
A Espanha é um time unido e resiliente. A vitória é de todos, não de uma estrela.
Enfatiza a contribuição dos reservas para construir a narrativa de um grupo coeso que supera obstáculos.
Não menciona a lesão de Thibaut Courtois que enfraqueceu a Bélgica no final.
Amplie o olhar
Reino Unido exige investigação da FIFA sobre faixa das Malvinas exibida pela Argentina após vitória na semifinal
5 idiomas · 24 veículos
De Economy & MarketsEUA impõem tarifa de 25% a produtos brasileiros; Brasil aciona lei de reciprocidade
2 idiomas · 14 veículos
De TechnologySpaceX aborta voo do Starship no último segundo e adia teste crucial após IPO
8 idiomas · 23 veículos