
Equador empata com Alemanha e vê classificação distante no Grupo E
Com gols de Sané e Angulo, empate em 1 a 1 deixa equatorianos dependendo de combinação improvável para avançar no Mundial.
O Equador empatou em 1 a 1 com a Alemanha na noite desta quinta-feira, no MetLife Stadium, em Nova Jérsia, e ficou à beira da eliminação na primeira fase da Copa do Mundo de 2026. A seleção sul-americana saiu atrás logo aos dois minutos, quando Leroy Sané recebeu de Florian Wirtz dentro da área e bateu de esquerda para abrir o placar. Os equatorianos reclamaram de uma possível falta de Pavlovic no início da jogada, mas a arbitragem norte-americana validou o lance. A reação veio aos nove minutos: Nilson Angulo recuperou a bola no campo ofensivo, avançou até a entrada da área e acertou um chute colocado no canto de Manuel Neuer, marcando o primeiro gol do Equador no torneio.
O resultado deixa a equipa de Sebastián Beccacece com apenas dois pontos em três jogos, na terceira posição do Grupo E, atrás da Costa do Marfim (três pontos) e da líder Alemanha (sete). Para avançar diretamente, o Equador precisava vencer e torcer por uma derrota da Costa do Marfim diante de Curaçao. Com o empate, a classificação depende agora de uma improvável combinação: que Curaçao vença os marfinenses e que os dois pontos equatorianos sejam suficientes para figurar entre os oito melhores terceiros colocados da competição. Na imprensa sul-americana, a frustração é evidente, com críticas à falta de pontaria da equipa, que somou apenas um golo em 270 minutos, apesar de ter criado volume ofensivo, sobretudo no empate sem golos com Curaçao.
A Alemanha, já classificada como primeira do grupo, entrou em campo com algumas alterações, mas manteve a base titular. Julian Nagelsmann promoveu as entradas de Antonio Rüdiger e David Raum na defesa, enquanto o ataque seguiu com Kai Havertz, Jamal Musiala e Florian Wirtz. A equipa germânica controlou a posse de bola em vários momentos, mas permitiu transições rápidas do Equador, uma fragilidade já apontada por analistas europeus após a vitória suada sobre a Costa do Marfim. Ainda assim, a Mannschaft ampliou a sua série invicta e chega aos 12 jogos consecutivos com triunfos, igualando um recorde histórico da federação.
O desfecho do grupo será conhecido ainda nesta quinta-feira, com o confronto entre Costa do Marfim e Curaçao, em Filadélfia. Qualquer resultado que não seja uma vitória de Curaçao elimina o Equador. Caso os caribenhos vençam, a decisão passará para os critérios de desempate e para a tabela de terceiros colocados, onde a seleção equatoriana ocupa atualmente a nona posição, fora da zona de apuramento. A acompanhar com atenção estará também a Escócia, que, segundo a imprensa britânica, precisa que pelo menos uma das equipas (Alemanha ou Costa do Marfim) não perca para manter vivas as suas próprias esperanças de repescagem.
Como a mesma história é contada em outros lugares.
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A Alemanha entra na última rodada do grupo já garantida na liderança, tornando o jogo uma formalidade. O Equador, por outro lado, precisa vencer para continuar sonhando com a classificação. A cobertura do Sudeste Asiático é calma e técnica, focada em prováveis mudanças e táticas.
O Equador chega ao MetLife Stadium com a corda no pescoço, precisando vencer a já classificada Alemanha para evitar a eliminação. A cobertura latino-americana carrega o jogo de urgência, tratando-o como uma missão titânica. Torcedores equatorianos tomam conta da Times Square, e as reportagens misturam informações úteis com um apoio mal disfarçado à La Tri.
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