
Risco de colapso em arranha-céu de Manhattan força evacuação de consulado brasileiro e escola
Duas colunas estruturais cederam no 21.º andar do antigo edifício da Pfizer, em conversão para apartamentos de luxo, levando ao isolamento de quarteirões e à retirada de centenas de pessoas.
Um edifício de 37 andares em obras no centro de Manhattan, em Nova Iorque, foi evacuado na manhã de terça-feira (7) após a deformação de duas colunas de sustentação e a queda de tijolos na via pública. O alerta inicial, recebido pelo corpo de bombeiros pouco antes das 8h00 locais, desencadeou a retirada de trabalhadores da construção e, por precaução, de pelo menos nove edifícios vizinhos, incluindo uma escola com cerca de 400 crianças, hotéis e o Consulado-Geral do Brasil, que suspendeu temporariamente o atendimento. Não há registo de feridos, e todos os operários foram localizados em segurança, segundo as autoridades municipais.
O imóvel, situado no n.º 235 da East 42nd Street, entre a Grand Central Terminal e a sede das Nações Unidas, foi durante décadas a sede global da farmacêutica Pfizer e está a ser convertido num complexo residencial de luxo com mais de 1.600 apartamentos — a maior transformação de escritórios em habitação da história da cidade, de acordo com a empresa de arquitetura Gensler. O corpo de bombeiros confirmou que duas colunas estruturais cederam nos pisos 21 e 22, provocando fissuras e o afundamento de lajes entre o 21.º e o 26.º andares. O presidente da câmara, Zohran Mamdani, classificou a situação como “extremamente grave” e afirmou que o edifício “continua instável”, tendo sido observado movimento adicional numa das colunas comprometidas.
As causas da falha estrutural permanecem sob investigação. Registos do Departamento de Edificações revelam que o estaleiro foi alvo de múltiplas queixas nos últimos meses por queda de destroços e condições inseguras, mas as inspeções realizadas na altura não resultaram em autuações. O sindicato Steamfitters Local 638 afirmou que as vigas de aço “estão a dobrar como cigarros” e criticou a falta de mão de obra sindicalizada, enquanto o promotor Metro Loft Management, em comunicado, negou que tenham caído destroços do edifício e sublinhou que a área afetada é “uma pequena secção” do complexo. O comissário de edificações, Ahmed Tigani, indicou que serão instaladas vigas e colunas de emergência para estabilizar a estrutura.
Ao final da tarde, após várias horas sem movimentação detetada, equipas de emergência reentraram no edifício para uma avaliação piso a piso e para iniciar os trabalhos de escoramento. As ruas entre a 40.ª e a 45.ª, da Primeira à Terceira Avenida, permaneciam encerradas a peões e veículos. O chefe do corpo de bombeiros, John Esposito, esclareceu que, devido à estrutura em aço, um eventual colapso seria “localizado” e não total, mas sublinhou que o edifício continuou a mover-se durante a manhã. As autoridades municipais mantêm a zona de segurança e aguardam a conclusão das avaliações estruturais para autorizar o regresso de residentes e trabalhadores.
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Relatamos a falha estrutural com detalhes precisos: colunas entortadas, tijolos caídos e a rápida resposta dos bombeiros. A evacuação foi preventiva, sem feridos.
O uso de fontes oficiais (FDNY, Departamento de Edifícios) e detalhes precisos (21º andar, colunas entortadas) confere credibilidade.
Omite a evacuação de uma escola com 400 alunos e a declaração do prefeito.
Relatamos a emergência com dados operacionais: 130 bombeiros, ruas fechadas, sem feridos. A segurança é a prioridade.
Enumeração de números operacionais (130 bombeiros) e medidas de segurança para transmitir uma sensação de controle.
Omite a história do edifício (antigo Pfizer) e detalhes sobre os andares afetados.
Relatamos com autoridade do prefeito: as colunas entortaram, tijolos caem. A escola foi evacuada por segurança.
O uso de uma citação direta do prefeito (mesmo que possivelmente incorreta) confere urgência e autoridade.
Omite que o edifício era a antiga sede da Pfizer e o número exato de bombeiros.
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