
Djokovic quebra recorde de Federer e avança às quartas em Wimbledon
O sérvio venceu o russo Roman Safiullin, algoz de João Fonseca, e alcançou 106 vitórias no torneio, tornando-se o maior vencedor em singulares masculinos.
Novak Djokovic superou o russo Roman Safiullin, proveniente da qualificação, por 7-6(6), 6-3, 3-6 e 6-3, em 3h26min, e estabeleceu um novo recorde de vitórias em singulares masculinos em Wimbledon. O sérvio, de 39 anos, somou o 106.º triunfo no Grand Slam britânico, ultrapassando os 105 do suíço Roger Federer, e carimbou a 17.ª presença nos quartos de final do torneio – só Federer tem mais (18).
O encontro no Court Central não foi linear. Djokovic esteve em desvantagem por 2-5 no primeiro set, mas recuperou e venceu no tie-break. Após dominar o segundo parcial, perdeu o terceiro e exibiu sinais de frustração: recebeu um aviso por linguagem obscena e bateu uma bola que ressalto na cadeira do árbitro, gesto que evocou a desqualificação no Open dos EUA de 2020. O sérvio acabaria por se recompor no quarto set, abrindo uma quebra precoce e fechando com um winner de serviço e volley. “Não me senti confortável nas trocas de fundo”, admitiu Djokovic, que alterou a estratégia e subiu à rede 40 vezes, ganhando 23 desses pontos.
Na perspetiva de Brasília, o confronto ganhava outra camada: Safiullin havia eliminado o brasileiro João Fonseca na ronda anterior, pelo que a vitória de Djokovic representou o travão ao carrasco da jovem promessa. Observadores em Lisboa sublinham a impressionante longevidade do sérvio, que já soma 66 quartos de final em Grand Slams e triunfos em todas as frentes. O russo, número 132 do ranking, não foi, no entanto, um adversário dócil, tendo disparado 45 winners e forçado 14 break points.
Com esta vitória, Djokovic mantém viva a perseguição ao oitavo título em Wimbledon e ao 25.º major da carreira. Nas quartas de final, defrontará o vencedor do duelo entre o canadiano Felix Auger-Aliassime e o espanhol Alejandro Davidovich Fokina. Mais à frente, poderá desenhar-se uma semifinal de alto risco com o italiano Jannik Sinner, atual número um mundial, que Djokovic bateu nas meias-finais do Open da Austrália em janeiro.
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