
Confusão entre polícia de Dallas e comitiva do Egito marca véspera de jogo do Mundial
Vídeo mostra empurrões entre agente e membros da seleção egípcia em hotel; polícia alega que interveio a pedido da segurança, enquanto equipa diz que estava em área autorizada.
Na quinta-feira, 2 de julho, um incidente entre um agente da polícia de Dallas e membros da comitiva da seleção egípcia de futebol, incluindo o diretor Ibrahim Hassan e o jogador Trezeguet, ocorreu no lobby do hotel onde a equipa estava hospedada, na véspera do jogo contra a Austrália pelos 16 avos de final do Mundial de 2026.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram o agente a gritar e a empurrar Ibrahim Hassan, que reage visivelmente contrariado. A polícia de Dallas afirmou, em comunicado, que foi acionada pela segurança do hotel devido a um indivíduo sem credenciais a tentar aceder ao local. A federação egípcia, por sua vez, relatou que o jogador e o diretor estavam na sua área designada e que o agente empurrou também um adepto que tentava tirar uma fotografia. O treinador Hossam Hassan declarou posteriormente que o assunto foi resolvido e que a equipa aceitou um pedido de desculpas.
Enquanto a polícia sustenta que os envolvidos não exibiam as credenciais de forma adequada, a versão egípcia nega qualquer irregularidade. O episódio insere-se num conjunto de queixas de delegações estrangeiras sobre o tratamento recebido nos Estados Unidos durante o torneio, com relatos de controlos migratórios excessivos e restrições a adeptos, noticiados pela imprensa internacional. A CNN Brasil e o El Colombiano destacaram que outras seleções, como Irão e Argentina, também relataram incidentes.
O caso foi dado como encerrado no local, segundo as autoridades. Não há registo de detenções ou feridos. A polícia de Dallas reuniu-se com representantes da equipa para discutir as preocupações, e o Egito prosseguiu na competição, vencendo a Austrália nos penáltis.
| Imprensa russa e CEI | 0.00 | neutral |
|---|---|---|
| Imprensa do Golfo árabe | −0.60 | critical |
| Imprensa do Sudeste Asiático | −0.20 | neutral |
O incidente foi resolvido com um pedido de desculpas, demonstrando o profissionalismo da polícia.
Ao enfatizar as desculpas e descrever o evento como uma 'briga', a gravidade da ação do policial é reduzida.
O relato russo não menciona o empurrão relatado pelo Egito, nem a versão egípcia do incidente.
O Egito denuncia a agressão do policial, que empurrou sem motivo os membros da equipe.
Ao relatar apenas a versão egípcia e usar o verbo 'empurrou', a culpa do policial é estabelecida sem contraponto.
O relato do Golfo árabe omite as desculpas da polícia e a versão do incidente como uma simples briga, presentes em outros relatos.
O incidente foi um momento de caos e tensão entre a equipe egípcia e a polícia.
Usando palavras como 'tumulto' e 'momentos', cria-se um senso de urgência e drama, mas sem atribuir culpa.
O relato do sudeste asiático não menciona nem as desculpas da polícia nem a acusação de empurrão, deixando o evento ambíguo.
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