
Cautela colombiana e missão africana marcam véspera de Colômbia-Gana no Mundial
Néstor Lorenzo rejeita favoritismo, enquanto Carlos Queiroz cobra 'dever com África' antes do confronto inédito em Copas que vale vaga nas oitavas de final.
Na véspera do confronto entre Colômbia e Gana pelos dezesseis-avos de final da Copa do Mundo de 2026, as palavras dos treinadores deram o tom do duelo em Kansas City. Néstor Lorenzo, técnico colombiano, afirmou preferir não carregar o rótulo de favorito, apesar da campanha invicta na fase de grupos. Já o português Carlos Queiroz, à frente da seleção ganesa, evocou um 'dever com África' para manter viva a presença do continente no torneio, após as eliminações de Senegal, Costa do Marfim e RD Congo.
Do lado sul-americano, a Colômbia chega embalada pela liderança do Grupo K, com sete pontos conquistados após vitórias sobre Uzbequistão (3-1) e RD Congo (1-0) e um empate sem gols com Portugal. A defesa, que sofreu apenas um gol em três jogos, é apontada como alicerce da equipe, com a dupla Dávinson Sánchez e Jhon Lucumí e o goleiro Camilo Vargas em destaque. Lorenzo, porém, insiste que a linha entre avançar e ser eliminado é tênue e evita projetar um caminho fácil, mesmo diante dos elogios do técnico espanhol Luis de la Fuente, que incluiu a Colômbia entre as candidatas ao título.
Na perspetiva africana, Gana ressurge na fase eliminatória pela primeira vez desde as quartas de final em 2010. A equipe de Queiroz avançou como uma das melhores terceiras colocadas, após vencer o Panamá (1-0), empatar com a Inglaterra (0-0) e perder para a Croácia (2-1). O capitão Jordan Ayew garantiu que a partida começa '50-50' e prometeu 'fazer África e Gana orgulhosos'. O atacante Antoine Semenyo, por sua vez, rejeitou qualquer complexo de inferioridade, afirmando que os ganeses têm 'o mesmo talento' que as principais seleções e que a distância para as potências diminuiu.
Em campo, o confronto será inédito em Copas do Mundo — o único encontro oficial entre as seleções principais ocorreu nos Jogos Olímpicos de 1972, com vitória colombiana por 3-1. A Colômbia deve contar com James Rodríguez na armação, Luis Díaz no ataque e a solidez defensiva que anulou Portugal. Gana aposta na intensidade física, nas transições rápidas e na experiência de jogadores como Thomas Partey e Jordan Ayew. Queiroz, que comandou a Colômbia entre 2019 e 2020, afirmou conhecer bem o adversário, mas ressaltou que a equipe atual está 'muito bem organizada' e que Gana jogará com seu estilo para 'criar muitos problemas'.
O vencedor do duelo em Kansas City enfrentará Suíça ou Argélia nas oitavas de final, mantendo viva a ambição de ambos os lados: a Colômbia busca repetir os feitos de 2014 e 2018, enquanto Gana tenta reacender a chama de 2010 e ampliar a representação africana na fase seguinte.
| Imprensa latino-americana | −0.20 | neutral |
|---|---|---|
| Imprensa africana subsaariana | +0.30 | aligned |
Lorenzo avoids burdening himself with responsibility, preferring to focus on performance.
The coach's moderation is used to project an image of calm confidence, deflecting expectations.
The broader context of African football's resurgence and the pressure on Ghana is omitted.
Queiroz speaks of a moral duty to Africa, charging the team with a continental mission.
The coach's words are amplified to transform the match into a matter of African pride and responsibility.
Lorenzo's caution and Ghana's tactical weaknesses are omitted.
Amplie o olhar
EUA revogam licença petrolífera e bombardeiam Irão após ataques a navios no Estreito de Ormuz
7 idiomas · 50 veículos
De Economy & MarketsSamsung multiplica lucro por 19, mas ações caem e arrastam mercados globais de tecnologia
4 idiomas · 11 veículos
De TechnologyChina pondera restringir acesso externo a seus modelos de IA mais avançados
4 idiomas · 7 veículos