
Canadá e África do Sul confirmam duelo inédito nos 16 avos; Brasil avança como líder
Com o encerramento dos Grupos A, B e C, o Mundial de 2026 conheceu o primeiro confronto da fase a eliminar e viu o regresso emotivo de Neymar pela seleção brasileira.
O primeiro encontro dos 16 avos de final do Mundial de 2026 está selado: Canadá e África do Sul medirão forças no próximo domingo, num duelo que já é histórico antes mesmo do apito inicial. Ambas as seleções garantiram a qualificação inédita para a fase a eliminar na madrugada de quinta-feira, no fecho dos Grupos A e B. O Canadá, anfitrião, perdeu por 2-1 para a Suíça, mas o triunfo anterior sobre o Qatar e o empate com a Bósnia asseguraram o segundo lugar do grupo. A África do Sul, por sua vez, bateu a Coreia do Sul por 1-0, com um golo solitário que calou as previsões e colocou os Bafana Bafana na vice-liderança do Grupo A, atrás de um México avassalador.
A seleção mexicana foi a grande dominadora da primeira fase concluída: três vitórias, seis golos marcados e nenhum sofrido. O desfecho chegou com um 3-0 sobre a República Checa, no Estádio Azteca, perante 80 mil espectadores. Julián Quiñones, avançado do Al-Qadsiah saudita, ampliou a contagem aos 61 minutos, aproveitando a desorganização defensiva checa, e Álvaro Fidalgo fechou o marcador nos descontos. A imprensa da América do Norte sublinha a solidez de uma equipa que ainda não sofreu remates certeiros no torneio, enquanto analistas na Cidade do México recordam que o Tri nunca havia terminado uma fase de grupos do Mundial sem conceder golos.
No Grupo C, o Brasil confirmou o primeiro lugar com uma vitória por 3-0 sobre a Escócia, mas o resultado foi ofuscado pelo regresso de Neymar. O avançado, recuperado de uma lesão no gémeo direito que o afastara dos dois primeiros jogos, entrou em campo e não conteve as lágrimas, num momento captado pelas câmaras e comentado em Brasília como o reencontro de um líder com o grupo. O selecionador Carlo Ancelotti garantiu que o jogador está «100% recuperado», e a confiança na comitiva canarinha é palpável. Marrocos, que goleou o Haiti por 4-2, acompanha o Brasil na próxima fase, enquanto a Escócia, terceira classificada, aguarda agora a complexa matemática dos melhores terceiros.
A nova fórmula do torneio, com 48 equipas e 12 grupos, transformou a reta final da fase de grupos num tabuleiro de xadrez. Além dos dois primeiros de cada zona, oito dos doze terceiros classificados seguem em prova, o que mantém vivas seleções como a Coreia do Sul, a Bósnia-Herzegovina e a Suécia. A tabela de comparação, que recorre a pontos, diferença de golos, fair play e ranking FIFA, é acompanhada com lupa em Lisboa, onde se celebra a qualificação antecipada de Portugal no Grupo K, e na Cidade da Praia, onde Cabo Verde sonha com um feito inédito: um triunfo sobre a Arábia Saudita pode colocar os Tubarões Azuis nos 16 avos, algo que observadores africanos descrevem como um possível ponto de viragem para o futebol lusófono no continente.
Com 13 seleções já apuradas e sete eliminadas, a última jornada da fase de grupos promete emoções fortes. O Argentina-Uruguai, projetado como um dos confrontos mais aguardados, depende de a Celeste segurar o segundo lugar do Grupo H diante da Espanha. Enquanto isso, o Japão e a Suécia disputam um lugar no Grupo F, e a Argélia e a Áustria podem selar um empate que beneficie ambas no Grupo J. O desenho final dos 16 avos só será conhecido na madrugada de domingo, quando os últimos grupos baixarem o pano e a tabela dos melhores terceiros ficar completa.
| Imprensa latino-americana | +0.60 | aligned |
|---|---|---|
| Imprensa do Sudeste Asiático | −0.20 | neutral |
Brazil and Argentina prove the superiority of South American football, with performances that confirm their status as favorites.
By highlighting spectacular goals and player reactions, a national epic is built that exalts the region's football identity.
The Canada–South Africa match is not mentioned, nor the path of African or North American teams, because attention is exclusively on their own representatives.
Canada failed in crucial moments but still qualified; now they must face South Africa with greater determination.
By quoting coach Jesse Marsch's statements, tactical weaknesses are highlighted and improvement is urged, maintaining a detached but analytical tone.
South Africa's profile is not explored, nor the fact that Canada has faced African teams before; the analysis stops at Canada's performance.
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