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Crime e Desastressegunda-feira, 29 de junho de 2026

Ataques de fauna selvagem em zonas turísticas deixam mortos e feridos

Incidentes com crocodilo no México, bisão em Yellowstone e jacarés na Flórida reacendem alertas de segurança para visitantes.

Um homem de 28 anos morreu após ser atacado por um crocodilo na praia de Marina Vallarta, em Puerto Vallarta, no México, na noite de sexta-feira. De acordo com a polícia do estado de Jalisco, a vítima era um cidadão mexicano que se encontrava na localidade por motivos de trabalho. O corpo foi recuperado na manhã seguinte, após buscas que se prolongaram por cerca de doze horas. Testemunhas relataram que o animal, de dimensões excecionais, arrastou o homem para debaixo de água diante de um casal de turistas da Califórnia que tentou o resgate com um caiaque e uma boia salva-vidas, sem sucesso. O resort Marriott Puerto Vallarta afirmou, em comunicado, que mantém sinalização adequada, patrulhamento noturno e bandeiras vermelhas de alerta, mas hóspedes contestaram a visibilidade dos avisos e a ausência de interdição da praia na manhã seguinte.

No mesmo fim de semana, o Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos, registou um incidente com um bisão que feriu uma criança de 12 anos. O Serviço de Parques Nacionais informou que o ataque ocorreu na manhã de sexta-feira perto da área de Mud Volcano, um local de intensa visitação turística. A vítima foi transportada para um hospital da região e as circunstâncias estão sob investigação. As autoridades recordaram que os bisões são os animais que mais provocam lesões em visitantes no parque e recomendaram uma distância mínima de 23 metros, sublinhando que os animais podem correr três vezes mais depressa do que um ser humano.

Na Flórida, uma série de ataques de jacarés deixou uma mulher morta e duas pessoas feridas em menos de uma semana. A Comissão de Conservação da Vida Selvagem da Flórida confirmou que uma mulher adulta foi mordida enquanto nadava no rio Econlockhatchee, no condado de Seminole, no domingo, e faleceu no hospital. No dia anterior, um menor foi mordido na mão quando pescava à margem de um lago no condado de Marion; o animal, de 2,6 metros, foi abatido. A 21 de junho, um mergulhador tinha sido mordido no rio Rainbow, no mesmo condado, o que levou ao encerramento temporário da área. As autoridades associam o aumento da atividade dos jacarés ao período de acasalamento, que decorre entre maio e junho, e apelam a que se evite nadar fora das zonas designadas e ao anoitecer.

Observadores no Brasil notam que o país, com extensas áreas de ecoturismo no Pantanal e na Amazónia, enfrenta desafios semelhantes na gestão da interação entre visitantes e animais como jacarés, onças e sucuris. Em Portugal, a atenção recai sobretudo sobre a sinalização em praias e reservas naturais, enquanto em países africanos de língua portuguesa, como Moçambique, o turismo em zonas de vida selvagem exige protocolos rigorosos de segurança. As investigações sobre os incidentes no México e nos Estados Unidos prosseguem, e as autoridades locais reiteram que o respeito pela distância de segurança e a atenção à sinalização são as principais medidas de prevenção.

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segunda-feira, 29 de junho de 2026

Ataques de fauna selvagem em zonas turísticas deixam mortos e feridos

Incidentes com crocodilo no México, bisão em Yellowstone e jacarés na Flórida reacendem alertas de segurança para visitantes.

Um homem de 28 anos morreu após ser atacado por um crocodilo na praia de Marina Vallarta, em Puerto Vallarta, no México, na noite de sexta-feira. De acordo com a polícia do estado de Jalisco, a vítima era um cidadão mexicano que se encontrava na localidade por motivos de trabalho. O corpo foi recuperado na manhã seguinte, após buscas que se prolongaram por cerca de doze horas. Testemunhas relataram que o animal, de dimensões excecionais, arrastou o homem para debaixo de água diante de um casal de turistas da Califórnia que tentou o resgate com um caiaque e uma boia salva-vidas, sem sucesso. O resort Marriott Puerto Vallarta afirmou, em comunicado, que mantém sinalização adequada, patrulhamento noturno e bandeiras vermelhas de alerta, mas hóspedes contestaram a visibilidade dos avisos e a ausência de interdição da praia na manhã seguinte.

No mesmo fim de semana, o Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos, registou um incidente com um bisão que feriu uma criança de 12 anos. O Serviço de Parques Nacionais informou que o ataque ocorreu na manhã de sexta-feira perto da área de Mud Volcano, um local de intensa visitação turística. A vítima foi transportada para um hospital da região e as circunstâncias estão sob investigação. As autoridades recordaram que os bisões são os animais que mais provocam lesões em visitantes no parque e recomendaram uma distância mínima de 23 metros, sublinhando que os animais podem correr três vezes mais depressa do que um ser humano.

Na Flórida, uma série de ataques de jacarés deixou uma mulher morta e duas pessoas feridas em menos de uma semana. A Comissão de Conservação da Vida Selvagem da Flórida confirmou que uma mulher adulta foi mordida enquanto nadava no rio Econlockhatchee, no condado de Seminole, no domingo, e faleceu no hospital. No dia anterior, um menor foi mordido na mão quando pescava à margem de um lago no condado de Marion; o animal, de 2,6 metros, foi abatido. A 21 de junho, um mergulhador tinha sido mordido no rio Rainbow, no mesmo condado, o que levou ao encerramento temporário da área. As autoridades associam o aumento da atividade dos jacarés ao período de acasalamento, que decorre entre maio e junho, e apelam a que se evite nadar fora das zonas designadas e ao anoitecer.

Observadores no Brasil notam que o país, com extensas áreas de ecoturismo no Pantanal e na Amazónia, enfrenta desafios semelhantes na gestão da interação entre visitantes e animais como jacarés, onças e sucuris. Em Portugal, a atenção recai sobretudo sobre a sinalização em praias e reservas naturais, enquanto em países africanos de língua portuguesa, como Moçambique, o turismo em zonas de vida selvagem exige protocolos rigorosos de segurança. As investigações sobre os incidentes no México e nos Estados Unidos prosseguem, e as autoridades locais reiteram que o respeito pela distância de segurança e a atenção à sinalização são as principais medidas de prevenção.

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