
Argentina e Inglaterra avançam na prorrogação e reeditam clássico nas semifinais
Bellingham resolve para ingleses em noite de polémica com cabo; argentinos sofrem para bater Suíça 3-1 após expulsão de Embolo.
A Argentina, campeã em título, e a Inglaterra garantiram presença nas semifinais do Mundial com vitórias dramáticas na prorrogação. Os argentinos vergaram a Suíça por 3-1 em Kansas City, enquanto os ingleses bateram a Noruega por 2-1 em Miami, com Jude Bellingham a bisar. O resultado coloca frente a frente duas seleções de rivalidade histórica, na quarta-feira em Atlanta, no mesmo dia em que França e Espanha disputam a outra vaga na final, agendada para 19 de julho.
Em Miami, a partida ficou marcada por um incidente invulgar. A Noruega inaugurou o marcador por Schjelderup (36’), mas o empate surgiu na sequência de um pontapé de baliza do guardião Nyland que, segundo os noruegueses, terá batido num cabo de câmara suspenso antes de cair em Anthony Gordon. Bellingham finalizou a jogada e, apesar dos protestos, o árbitro validou o golo. A FIFA viria a declarar, com base no sensor da bola, que não houve contacto. Já na segunda parte, um golo norueguês foi anulado pelo VAR e, no prolongamento, Bellingham aproveitou uma defesa incompleta de Nyland para fazer o 2-1. Thomas Tuchel, selecionador inglês, foi crítico: «Tivemos muita sorte; a exibição ficou aquém.» Stale Solbakken, seu homólogo norueguês, conformou-se: «Foi azar, mas não há nada a fazer.» A análise em círculos europeus aponta fragilidades que a qualificação disfarçou.
Em Kansas City, a Argentina sofreu para se desembaraçar de uma Suíça combativa. Alexis Mac Allister cabeceou para o 1-0 logo aos 10 minutos, após canto de Messi, mas os suíços equilibraram e chegaram ao empate por Dan Ndoye, numa bela tabela com Ricardo Rodríguez. A expulsão de Breel Embolo, aos 75’, por simulação após revisão do VAR, alterou o rumo da partida. Com um homem a mais, a Argentina pressionou, mas só quebrou a resistência no prolongamento: Julián Álvarez, aos 112’, acertou um remate em arco no ângulo, e Lautaro Martínez fechou a contagem em contra-ataque. «Tivemos de saber sofrer», admitiu Álvarez. Lionel Scaloni destacou as dificuldades físicas impostas pela Suíça.
O confronto de quarta-feira reedita uma rivalidade de décadas. Em Buenos Aires, a continuidade de Messi alimenta o sonho do bicampeonato, enquanto em Londres a dependência de Bellingham – melhor marcador inglês com seis golos – gera debate. Nem Messi nem Harry Kane viram a baliza nestes quartos, cabendo a coadjuvantes o protagonismo. Ambas as equipas precisam de elevar o nível para chegar à final, onde já se perfilam França ou Espanha.
| Imprensa africana subsaariana | 0.00 | neutral |
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| Imprensa latino-americana | +0.30 | aligned |
The facts speak for themselves: England and Argentina won tough matches and will now face off.
By reporting only the essential events without commentary, the news avoids loading the story with extra-sporting meanings.
The historical rivalry between the two nations is not mentioned, which could add emotional tension.
Argentina and England meet again: it's the rematch everyone was waiting for.
By framing the match as a continuation of a historic rivalry, the report creates a narrative of destiny and revenge, turning the semi-final into an epic event.
The specific circumstances of Argentina's win, such as the Swiss red card, are not detailed, which could reduce the perception of a hard-fought victory.
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