
Grupo H do Mundial 2026 chega à rodada final com quatro seleções ainda na luta por duas vagas diretas
Espanha, Uruguai, Cabo Verde e Arábia Saudita disputam nesta sexta-feira as posições que definirão o adversário da Argentina nos 16avos de final.
A última jornada do Grupo H do Mundial de 2026 arranca esta sexta-feira com os quatro conjuntos ainda matematicamente na corrida pelas duas vagas de acesso direto aos 16avos de final. Em Guadalajara, o Estádio Akron recebe o duelo entre Espanha e Uruguai, enquanto no Houston Stadium, nos Estados Unidos, Cabo Verde e Arábia Saudita se enfrentam em simultâneo. A liderança pertence à Espanha, com quatro pontos, fruto de um empate sem golos com os cabo-verdianos e de uma goleada por 4-0 sobre os sauditas. Uruguai e Cabo Verde somam dois pontos cada, ambos com duas igualdades, e a Arábia Saudita fecha a tabela com um ponto.
O percurso das equipas até aqui explica o equilíbrio. A Espanha, campeã europeia em título, estreou-se com um nulo frente a uma estreante Cabo Verde que, com o guarda-redes Vozinha em destaque, anulou o ataque ibérico. Na segunda ronda, a entrada de Lamine Yamal no onze transformou a Roja, que desfez a Arábia Saudita com dois golos de Mikel Oyarzabal e um de Yamal. O Uruguai de Marcelo Bielsa, por seu turno, cedeu um empate a 1-1 com os sauditas e depois um 2-2 com Cabo Verde, num jogo em que esteve por duas vezes em desvantagem. A seleção africana, que nunca havia disputado um Mundial, segurou a Espanha e o Uruguai com uma organização defensiva elogiada por analistas de Lisboa ao Rio de Janeiro, e chega à terceira jornada invicta e com a possibilidade real de fazer história.
Na perspetiva de Buenos Aires e Montevideu, o foco está na necessidade de vitória do Uruguai para garantir a qualificação sem depender de terceiros. Um triunfo coloca a Celeste no primeiro lugar, desde que Cabo Verde não vença por uma margem de golos superior. O empate deixa os uruguaios à mercê do resultado do outro jogo: se Cabo Verde e Arábia Saudita também empatarem, a segunda posição será decidida nos critérios de desempate, com vantagem atual para o Uruguai nos golos marcados (3 contra 2) e no fair play. Uma derrota, porém, elimina a equipa de Bielsa, que ficaria com apenas dois pontos, insuficientes para aspirar a um lugar entre os oito melhores terceiros. Já a imprensa espanhola sublinha que a Roja precisa de um ponto para selar o primeiro lugar, mas uma derrota combinada com uma vitória de Cabo Verde atiraria os ibéricos para o terceiro posto, ainda que com boas hipóteses de passar como um dos melhores terceiros.
A definição do grupo é acompanhada com particular atenção na Argentina, pois o segundo classificado será o adversário da campeã mundial nos 16avos de final, a 3 de julho em Miami. Com a Albiceleste já confirmada no topo do Grupo J, o cenário de um clássico do Rio da Prata entre Argentina e Uruguai é o que mais ecos gera na imprensa de Buenos Aires, embora as combinações de resultados apontem Cabo Verde como o rival mais provável. O líder do Grupo H, por sua vez, cruzará com o segundo do Grupo J (Argélia ou Áustria), enquanto o terceiro, se avançar, poderá enfrentar um dos cabeças de série de outras zonas. Em Brasília, a cobertura destaca o ineditismo da situação e o facto de o novo formato de 48 seleções manter vivas as esperanças de equipas como Cabo Verde até ao último minuto.
Os jogos arrancam às 21h00 de Brasília e serão transmitidos em direto para o Brasil e para Portugal. No imediato, o desfecho da dupla jornada preencherá mais uma linha do quadro dos 16avos de final, com a Argentina a conhecer finalmente o nome do seu próximo oponente no Hard Rock Stadium.
| Imprensa latino-americana | 0.00 | neutral |
|---|---|---|
| Imprensa do Sudeste Asiático | 0.00 | neutral |
| Imprensa indiana e sul-asiática | 0.00 | neutral |
Uruguay and Paraguay decide Argentina's fate, with Uruguay's elimination and Paraguay's qualification.
By focusing on the coach's emotional reaction and the statistical implications for other teams, the coverage makes the outcome feel personal and consequential.
The role of Cape Verde in the group is not discussed, focusing only on South American teams.
The World Cup is not a topic of interest; the agenda is dominated by local events.
By not covering the event, the bloc implicitly signals that international sports are less relevant than domestic affairs.
The entire story is omitted, so no perspective on the match is provided.
The World Cup is not a topic of interest; the agenda is dominated by local events.
By not covering the event, the bloc implicitly signals that international sports are less relevant than domestic affairs.
The entire story is omitted, so no perspective on the match is provided.
Amplie o olhar
Hamas elege Khalil al-Hayya, negociador e linha-dura, como novo líder do politburo
9 idiomas · 30 veículos
De Economy & MarketsPetróleo Brent supera US$ 90 com escalada de ataques entre EUA e Irã no Estreito de Ormuz
8 idiomas · 21 veículos
De TechnologyModelo chinês Kimi K3 abala mercados e expõe limites de capacidade computacional
8 idiomas · 11 veículos