
Tuchel confirma Declan Rice para semifinal contra Argentina; Inglaterra tem dois desfalques
Meio-campista supera doença e treina normalmente; Henderson e Quansah são as únicas baixas para o duelo de quarta-feira em Atlanta.
Declan Rice está apto para iniciar a semifinal do Mundial de 2026 diante da Argentina, confirmou o selecionador inglês Thomas Tuchel em conferência de imprensa na véspera do jogo, em Atlanta. A decisão dissolve a principal dúvida tática da equipa e repõe o equilíbrio no meio-campo dos Three Lions, depois de o jogador do Arsenal ter sido substituído ao intervalo nos quartos de final contra a Noruega, visivelmente debilitado. «Todos estão em condições de começar, exceto Jarell Quansah, que está suspenso, e Jordan Henderson», afirmou Tuchel, acrescentando que Rice «está pronto para jogar e tão recuperado quanto possível».
A rápida recuperação do médio altera o cenário que se desenhava desde a vitória sobre a Noruega, quando o próprio Tuchel revelou que Rice passara três dias acamado devido a uma virose contraída após os oitavos de final no México. Henderson, por sua vez, continua afastado depois de fraturar o braço num acidente insólito durante a celebração do golo da vitória sobre os mexicanos, enquanto Quansah cumpre o segundo jogo de suspensão pela expulsão nessa mesma partida. Na perspetiva de observadores em Lisboa, a presença de Rice devolve a Inglaterra a espinha dorsal que lhe permitiu controlar os encontros anteriores, ao mesmo tempo que abre a Tuchel a possibilidade de repetir a linha defensiva que atuou diante da Noruega — Ezri Konsa, John Stones, Marc Guehi e Nico O'Reilly —, algo que o treinador alemão ainda não fez em dois jogos consecutivos neste torneio.
O duelo reaviva uma rivalidade histórica que, do ponto de vista de analistas em Brasília, transcende o futebol e ecoa em toda a América do Sul. Tuchel, porém, rejeitou usar o passado como combustível emocional. «É uma grande rivalidade, duas grandes nações do futebol, todos que amam o futebol e acompanham o Mundial sabem disso e do que ela traz», disse, citando os confrontos de 1986, com o «Golo da Mão de Deus» de Maradona, e a eliminação inglesa nos penáltis em 1998. «Não usamos isso como motivação. Sabemos porque estamos aqui, sabemos o que queremos, nunca fomos tímidos em esperar isso de nós próprios, em dizê-lo ou em sonhá-lo.»
Com a vaga na final de domingo, no MetLife Stadium, em jogo, a equipa inglesa chega «faminta», nas palavras do treinador, e com o adversário que é o campeão em título. A confirmação de Rice e a estabilidade defensiva ensaiada frente à Noruega oferecem a Tuchel uma base sólida para enfrentar a Argentina de Lionel Messi, num encontro que, independentemente da gestão emocional da rivalidade, definirá qual das duas seleções disputará o troféu contra a Espanha, que já garantiu presença na decisão.
| Imprensa africana subsaariana | 0.00 | neutral |
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| Imprensa do Sudeste Asiático | 0.00 | neutral |
| Imprensa atlântica / anglosfera | +0.10 | neutral |
A Inglaterra chega à semifinal com o plantel quase completo: apenas Henderson e Quansah estão fora, Rice recuperou.
O bloco apresenta todos os factos relevantes (condição física, lesões, suspensões) numa ordem equilibrada e sequencial, criando uma impressão de completude e objetividade.
A Inglaterra chega à semifinal com o plantel quase completo: apenas Henderson e Quansah estão fora, Rice recuperou.
O bloco apresenta todos os factos relevantes (condição física, lesões, suspensões) numa ordem equilibrada e sequencial, criando uma impressão de completude e objetividade.
Rice está pronto, um enorme impulso para a Inglaterra que enfrenta a Argentina por um lugar na final.
O bloco destaca a notícia positiva do regresso de Rice, omitindo as ausências de Henderson e Quansah, criando a impressão de uma equipa completa.
Não menciona as ausências de Henderson e Quansah, dando a impressão de que o plantel está totalmente apto.
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