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Crime e Desastressábado, 27 de junho de 2026

Sismo de magnitude 6,1 atinge o Afeganistão e é sentido na Índia e no Paquistão

Tremor com epicentro na região do Hindu Kush não deixou vítimas imediatas, mas reacendeu o alerta sobre a vulnerabilidade sísmica da Ásia Central.

Um sismo de forte intensidade abalou o nordeste do Afeganistão na tarde de sábado (27), com réplicas sentidas em várias províncias afegãs e em países vizinhos. Até ao momento, não há relatos oficiais de vítimas mortais ou danos estruturais significativos, segundo autoridades locais e agências sismológicas internacionais.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) registou uma magnitude de 6,1 e uma profundidade de 208 quilómetros, enquanto o Centro Nacional de Sismologia da Índia (NCS) apontou 6,2 de magnitude a 215 quilómetros de profundidade. O Centro Sismológico Euro-Mediterrânico (EMSC) indicou uma magnitude de 6,0 a 100 quilómetros de profundidade. O epicentro localizou-se na cordilheira do Hindu Kush, uma das zonas de maior atividade tectónica do planeta. Os abalos foram sentidos em Cabul e nas províncias orientais de Khost e Nangarhar, bem como no norte do Paquistão — onde moradores de Swat abandonaram as casas em pânico — e em regiões do norte da Índia, incluindo Deli e a Caxemira. Tremores secundários também foram reportados no Tajiquistão e no Usbequistão.

A região do Hindu Kush, situada na confluência das placas tectónicas Indiana e Euroasiática, regista sismos frequentes e por vezes devastadores. Em agosto de 2025, um abalo de magnitude 6,0 no leste do Afeganistão destruiu aldeias inteiras e matou mais de 2.200 pessoas. Em abril do mesmo ano, um sismo de 5,8 na província de Badakhshan provocou 12 mortos. A vulnerabilidade é agravada por construções precárias e por infraestruturas de comunicação deficientes, que dificultam a avaliação de danos em zonas montanhosas e remotas. Horas antes, um sismo de magnitude 5,4 atingira a província paquistanesa do Baluchistão, causando ferimentos ligeiros e danos em casas de adobe.

As autoridades afegãs e as equipas de proteção civil mantêm a monitorização da situação. A grande profundidade do hipocentro terá atenuado os efeitos à superfície, mas as avaliações no terreno prosseguem, sobretudo nas áreas de acesso mais difícil. A comunidade internacional acompanha o evoluir dos acontecimentos, num contexto em que a resposta a catástrofes naturais na Ásia Central continua condicionada por anos de conflito e subdesenvolvimento.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Um forte terremoto no Afeganistão enviou tremores que foram sentidos em todo o norte da Índia, com Delhi e Caxemira registrando oscilações perceptíveis. Moradores relataram nas redes sociais prédios balançando, mas as autoridades confirmaram que não houve vítimas nem danos. O evento dominou os feeds de notícias locais como uma história de última hora de interesse doméstico.

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Um terremoto atingiu o leste do Afeganistão poucos dias após os tremores catastróficos na Venezuela que deixaram mais de mil mortos e dezenas de milhares de desaparecidos. Embora nenhuma vítima tenha sido relatada no Afeganistão, a coincidência ressalta um período de elevada atividade sísmica global. O contraste entre os dois eventos destaca a natureza imprevisível e frequentemente devastadora desses desastres.

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sábado, 27 de junho de 2026

Sismo de magnitude 6,1 atinge o Afeganistão e é sentido na Índia e no Paquistão

Tremor com epicentro na região do Hindu Kush não deixou vítimas imediatas, mas reacendeu o alerta sobre a vulnerabilidade sísmica da Ásia Central.

Um sismo de forte intensidade abalou o nordeste do Afeganistão na tarde de sábado (27), com réplicas sentidas em várias províncias afegãs e em países vizinhos. Até ao momento, não há relatos oficiais de vítimas mortais ou danos estruturais significativos, segundo autoridades locais e agências sismológicas internacionais.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) registou uma magnitude de 6,1 e uma profundidade de 208 quilómetros, enquanto o Centro Nacional de Sismologia da Índia (NCS) apontou 6,2 de magnitude a 215 quilómetros de profundidade. O Centro Sismológico Euro-Mediterrânico (EMSC) indicou uma magnitude de 6,0 a 100 quilómetros de profundidade. O epicentro localizou-se na cordilheira do Hindu Kush, uma das zonas de maior atividade tectónica do planeta. Os abalos foram sentidos em Cabul e nas províncias orientais de Khost e Nangarhar, bem como no norte do Paquistão — onde moradores de Swat abandonaram as casas em pânico — e em regiões do norte da Índia, incluindo Deli e a Caxemira. Tremores secundários também foram reportados no Tajiquistão e no Usbequistão.

A região do Hindu Kush, situada na confluência das placas tectónicas Indiana e Euroasiática, regista sismos frequentes e por vezes devastadores. Em agosto de 2025, um abalo de magnitude 6,0 no leste do Afeganistão destruiu aldeias inteiras e matou mais de 2.200 pessoas. Em abril do mesmo ano, um sismo de 5,8 na província de Badakhshan provocou 12 mortos. A vulnerabilidade é agravada por construções precárias e por infraestruturas de comunicação deficientes, que dificultam a avaliação de danos em zonas montanhosas e remotas. Horas antes, um sismo de magnitude 5,4 atingira a província paquistanesa do Baluchistão, causando ferimentos ligeiros e danos em casas de adobe.

As autoridades afegãs e as equipas de proteção civil mantêm a monitorização da situação. A grande profundidade do hipocentro terá atenuado os efeitos à superfície, mas as avaliações no terreno prosseguem, sobretudo nas áreas de acesso mais difícil. A comunidade internacional acompanha o evoluir dos acontecimentos, num contexto em que a resposta a catástrofes naturais na Ásia Central continua condicionada por anos de conflito e subdesenvolvimento.

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Um terremoto atingiu o leste do Afeganistão poucos dias após os tremores catastróficos na Venezuela que deixaram mais de mil mortos e dezenas de milhares de desaparecidos. Embora nenhuma vítima tenha sido relatada no Afeganistão, a coincidência ressalta um período de elevada atividade sísmica global. O contraste entre os dois eventos destaca a natureza imprevisível e frequentemente devastadora desses desastres.

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