
Kate Middleton recicla vestido amarelo em Ascot e rouba a cena numa semana de moda real e festivais
A princesa de Gales regressou ao hipódromo com um look que homenageou Isabel II e Diana, enquanto Charlene do Mónaco e a síria Dima Kandalaft também brilharam.
Kate Middleton, a princesa de Gales, protagonizou o momento mais comentado da semana social europeia ao surgir no Royal Ascot com um vestido amarelo vibrante que já havia usado em 2021. A peça, da designer Roksanda, foi reciclada com um laço dramático no ombro e coordenada com um chapéu de Jane Taylor e sapatos bege. O regresso ao hipódromo, após dois anos de ausência, foi lido por observadores em Londres como um gesto de continuidade e resiliência, ao mesmo tempo que homenageava a rainha Isabel II — o amarelo era uma das suas cores preferidas — e a princesa Diana, cujo estilo ecoa na silhueta estruturada. A imagem viralizou nas redes sociais, confirmando o poder da moda real como ferramenta de comunicação não verbal.
O protocolo do Royal Ascot, porém, não se resume ao guarda-roupa das figuras públicas. Conhecido por ter um dos códigos de vestuário mais rígidos do mundo, o evento exige, por exemplo, que as alças dos vestidos femininos tenham pelo menos 2,5 centímetros de largura no recinto real. A rigidez ficou patente quando Zara Tindall, sobrinha do rei Carlos III e neta de Isabel II, foi barrada por um segurança ao tentar aceder à entrada de proprietários de cavalos sem o passe adequado. O incidente, relatado pela imprensa britânica, foi resolvido sem escândalo, mas ilustra como nem o sangue real dispensa o cumprimento estrito das regras.
Enquanto Ascot concentrava as atenções, outros palcos europeus também brilharam. No Mónaco, a princesa Charlene encerrou o Festival de Televisão de Monte Carlo com um vestido dourado bordado da casa britânica Jenny Packham, repetindo a sua aposta na marca pela segunda vez num mês. Já em Roterdão, a atriz síria Dima Kandalaft despediu-se do festival de cinema com um vestido de crepe cor de moca da Elisabetta Franchi, um tom que analistas de moda europeus apontam como tendência dominante há duas temporadas. Ambas as aparições reforçam a ideia de que os festivais internacionais se tornaram montras de estilo com impacto global.
Na perspetiva de Brasília e Lisboa, a cobertura destes eventos vai além do entretenimento. A realeza europeia e as celebridades do mundo árabe são acompanhadas com interesse por públicos lusófonos, que veem nestas aparições referências de elegância e, cada vez mais, de sustentabilidade — o gesto de Kate Middleton ao reciclar um vestido foi amplamente elogiado em comentários na imprensa portuguesa e brasileira. À medida que a fronteira entre a moda, a diplomacia e o espetáculo se esbate, a semana que passou sugere que o guarda-roupa continuará a ser um termómetro de influência e tradição num mundo ávido por imagens.
Como a mesma história é contada em outros lugares.
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A princesa Charlene do Mónaco deslumbrou com um vestido dourado bordado no Festival de Televisão de Monte-Carlo, encarnando o regresso da elegância real e dos códigos de vestuário. O visual foi descrito minuciosamente, do estilista aos acessórios, celebrando a sua aparição majestosa.
A estrela síria Dima Qandalfet cativou no encerramento do festival de Roterdão com um vestido moca de Elisabetta Franchi, misturando linhas geométricas ousadas com feminilidade suave. A sua mensagem de despedida e estilo composto sublinharam como as celebridades usam a moda para expressar personalidade, marcando um regresso triunfal do glamour na passadeira vermelha.
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