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Brasil vence Haiti com autoridade, mas lesão de Raphinha reacende o drama físico da Seleção

Atacante sai com dores na coxa direita, área que o afastou por mais de 100 dias na temporada passada, e junta-se a Neymar na lista de preocupações para o duelo com a Escócia.

O Brasil goleou o Haiti por 3-0 na segunda jornada do Grupo C do Mundial-2026, mas a vitória em Filadélfia foi ofuscada pela lesão de Raphinha. O extremo do Barcelona, um dos pilares ofensivos da equipa de Carlo Ancelotti, foi forçado a abandonar o campo ainda no primeiro tempo, com dores na face posterior da coxa direita, depois de uma atuação em que viu um golo anulado e criou perigo constante. Matheus Cunha, com dois golos, e Vinicius Junior construíram o resultado que coloca o Brasil na liderança do grupo com quatro pontos.

O lance que inquietou a comitiva brasileira ocorreu aos 38 minutos, sem contacto direto. Raphinha agachou-se, sentou-se no relvado e pediu a substituição, exibindo gestos de frustração enquanto era assistido pelo médico Rodrigo Lasmar. Saiu com uma bolsa de gelo na região afetada e foi rendido por Rayan, jovem do Bournemouth, naquela que foi a sua terceira internacionalização. Ancelotti justificou a entrada do extremo por 'pequenos detalhes' e confirmou que o atacante será reavaliado.

O historial clínico recente amplia a preocupação. Dados recolhidos pela imprensa brasileira indicam que Raphinha acumulou 112 dias de ausência por problemas musculares na coxa direita entre setembro de 2025 e abril de 2026, perdendo 24 partidas pelo Barcelona e pela seleção. Veículos argentinos e britânicos recordaram que o jogador já havia sido poupado nos dias anteriores ao jogo devido a bolhas nos pés, embora a CBF garantisse que a situação estava controlada. A lesão de sexta-feira soma-se à baixa de Neymar, que continua a recuperar de uma lesão na panturrilha e falhou os dois primeiros jogos do grupo.

Com o grupo ainda em aberto — Marrocos defronta o Haiti —, o Brasil prepara o confronto com a Escócia, marcado para 24 de junho. A incerteza em torno de Raphinha e Neymar obriga Ancelotti a gerir recursos num ataque que, sem eles, perde imprevisibilidade. A imprensa europeia recordou que o treinador italiano considerara o extremo um dos cinco melhores do mundo e sublinhou o impacto de uma eventual ausência prolongada. O departamento médico da seleção promete uma atualização após exames de imagem, num desfecho que os adeptos brasileiros aguardam com apreensão.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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A vitória do Brasil sobre o Haiti foi ofuscada pela lesão de Raphinha. O atacante deixou o jogo no primeiro tempo com um problema muscular, gerando grande alarme para a campanha na Copa. Seu histórico de lesões só aumenta a apreensão.

Stampa atlantica / anglosfera
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O Brasil venceu o Haiti por 3 a 0 sem dificuldades, mas perdeu o atacante Raphinha por lesão muscular no primeiro tempo. A gravidade está sendo avaliada, e a equipe já foca nos próximos jogos. Um revés administrável para um elenco profundo.

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sábado, 20 de junho de 2026

Brasil vence Haiti com autoridade, mas lesão de Raphinha reacende o drama físico da Seleção

Atacante sai com dores na coxa direita, área que o afastou por mais de 100 dias na temporada passada, e junta-se a Neymar na lista de preocupações para o duelo com a Escócia.

O Brasil goleou o Haiti por 3-0 na segunda jornada do Grupo C do Mundial-2026, mas a vitória em Filadélfia foi ofuscada pela lesão de Raphinha. O extremo do Barcelona, um dos pilares ofensivos da equipa de Carlo Ancelotti, foi forçado a abandonar o campo ainda no primeiro tempo, com dores na face posterior da coxa direita, depois de uma atuação em que viu um golo anulado e criou perigo constante. Matheus Cunha, com dois golos, e Vinicius Junior construíram o resultado que coloca o Brasil na liderança do grupo com quatro pontos.

O lance que inquietou a comitiva brasileira ocorreu aos 38 minutos, sem contacto direto. Raphinha agachou-se, sentou-se no relvado e pediu a substituição, exibindo gestos de frustração enquanto era assistido pelo médico Rodrigo Lasmar. Saiu com uma bolsa de gelo na região afetada e foi rendido por Rayan, jovem do Bournemouth, naquela que foi a sua terceira internacionalização. Ancelotti justificou a entrada do extremo por 'pequenos detalhes' e confirmou que o atacante será reavaliado.

O historial clínico recente amplia a preocupação. Dados recolhidos pela imprensa brasileira indicam que Raphinha acumulou 112 dias de ausência por problemas musculares na coxa direita entre setembro de 2025 e abril de 2026, perdendo 24 partidas pelo Barcelona e pela seleção. Veículos argentinos e britânicos recordaram que o jogador já havia sido poupado nos dias anteriores ao jogo devido a bolhas nos pés, embora a CBF garantisse que a situação estava controlada. A lesão de sexta-feira soma-se à baixa de Neymar, que continua a recuperar de uma lesão na panturrilha e falhou os dois primeiros jogos do grupo.

Com o grupo ainda em aberto — Marrocos defronta o Haiti —, o Brasil prepara o confronto com a Escócia, marcado para 24 de junho. A incerteza em torno de Raphinha e Neymar obriga Ancelotti a gerir recursos num ataque que, sem eles, perde imprevisibilidade. A imprensa europeia recordou que o treinador italiano considerara o extremo um dos cinco melhores do mundo e sublinhou o impacto de uma eventual ausência prolongada. O departamento médico da seleção promete uma atualização após exames de imagem, num desfecho que os adeptos brasileiros aguardam com apreensão.

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A vitória do Brasil sobre o Haiti foi ofuscada pela lesão de Raphinha. O atacante deixou o jogo no primeiro tempo com um problema muscular, gerando grande alarme para a campanha na Copa. Seu histórico de lesões só aumenta a apreensão.

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O Brasil venceu o Haiti por 3 a 0 sem dificuldades, mas perdeu o atacante Raphinha por lesão muscular no primeiro tempo. A gravidade está sendo avaliada, e a equipe já foca nos próximos jogos. Um revés administrável para um elenco profundo.

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