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Esportedomingo, 21 de junho de 2026

Japão goleia Tunísia na abertura do domingo, e grupos G e H vivem segunda rodada decisiva

Após vitória japonesa por 4 a 0 sobre a Tunísia, as seleções dos grupos G e H, todas com um ponto, entram em campo neste domingo em busca da primeira vitória no Mundial de 2026.

A madrugada do domingo (21) trouxe o primeiro desfecho contundente da segunda rodada da Copa do Mundo de 2026: o Japão aplicou uma goleada por 4 a 0 sobre a Tunísia, no Estádio BBVA, em Monterrey, México. O resultado, válido pelo Grupo F, não só consolida a recuperação dos nipônicos após o empate com os Países Baixos como também marca o milésimo jogo da história dos Mundiais, um feito simbólico celebrado nas transmissões brasileiras. Enquanto os tunisianos amargam a segunda derrota e se complicam na competição, o Japão assume provisoriamente a liderança da chave e aguarda os demais confrontos do grupo.

No restante do dia, entram em cena as outras quatro partidas da jornada, todas com um pano de fundo incomum: nos grupos G e H, todos os oito rivais empataram na estreia, o que transforma cada duelo em uma espécie de ‘final antecipada’. A situação de equilíbrio absoluto, com as quatro seleções de cada grupo somando um ponto cada, amplia a pressão por uma vitória e projeta um domingo de definições cruciais para a classificação aos 16avos de final, instância que já conta com México, Estados Unidos e Alemanha garantidos.

O Grupo H abre a sequência, às 13h (de Brasília), com Espanha e Arábia Saudita em Atlanta. A Fúria, que não passou de um 0 a 0 com Cabo Verde, precisa reencontrar a contundência ofensiva. Na perspetiva de Madri, o possível retorno de Lamine Yamal ao time titular surge como trunfo para acrescentar profundidade e desequilíbrio pelo lado do campo, algo que faltou diante dos cabo-verdianos. Já os sauditas, que empataram em 1 a 1 com o Uruguai, apostam na organização defensiva e no talento de Salem Al-Dawsari, protagonista da vitória sobre a Argentina em 2022, para repetir uma campanha surpreendente. Mais tarde, às 19h, o Uruguai de Marcelo Bielsa enfrenta Cabo Verde, em Miami. Para os uruguaios, a partida ganha contornos de urgência: após a igualdade com os sauditas, uma nova perda de pontos pode comprometer a classificação. Do outro lado, a seleção de Cabo Verde, país lusófono que desperta a atenção em Lisboa e na CPLP, chega credenciada pela atuação heroica frente à Espanha, quando o goleiro Vozinha foi eleito o destaque do jogo. “Conhecemos as nossas qualidades”, declarou o lateral Sidney Lopes Cabral, sinalizando confiança em novo desempenho sólido.

No Grupo G, a igualdade também é a tónica. Às 16h, a Bélgica encara o Irão, em Los Angeles, num duelo que pode desembaraçar a zona. Os ‘Diablos Rojos’, que cederam um 1 a 1 ao Egito na estreia, buscam reencontrar a consistência de outras campanhas e confiam no talento de Kevin De Bruyne e na segurança de Thibaut Courtois para evitar a repetição da eliminação precoce de 2022. O Irão, por sua vez, arrancou um empate em 2 a 2 com a Nova Zelândia e aposta na solidez defensiva para conter os belgas. No outro confronto, às 22h, Nova Zelândia e Egito medem forças em Vancouver. A seleção africana, liderada por Mohamed Salah, precisa dos três pontos para se aproximar da vaga, enquanto os neozelandeses tentam explorar a organização tática e as bolas paradas.

Os resultados deste domingo vão moldar definitivamente a tabela das duas chaves. Com a última rodada programada para a próxima semana, uma vitória pode significar o encaminhamento da classificação, ao passo que um tropeço obriga a depender de terceiros – e da complexa matemática dos melhores terceiros colocados. Para os adeptos lusófonos, o olhar estará especialmente voltado para Cabo Verde, cujo desempenho pode inspirar uma nova página na história do futebol africano de expressão portuguesa.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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A Copa do Mundo prossegue com partidas chave hoje. O foco principal está no Uruguai e na sua necessidade de vencer depois de um empate decepcionante, enquanto a Espanha também está sob pressão. A vitória histórica do Japão é mencionada, mas a narrativa centra-se na equipa latino-americana e no surpreendente Cabo Verde, ligado ao Brasil.

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Espanha e Bélgica estão sob pressão após resultados inesperados na primeira rodada. Os jogos de hoje são cruciais para as suas esperanças de qualificação. O foco está nas dificuldades das equipas europeias e na necessidade de garantir pontos para evitar uma eliminação precoce.

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domingo, 21 de junho de 2026

Japão goleia Tunísia na abertura do domingo, e grupos G e H vivem segunda rodada decisiva

Após vitória japonesa por 4 a 0 sobre a Tunísia, as seleções dos grupos G e H, todas com um ponto, entram em campo neste domingo em busca da primeira vitória no Mundial de 2026.

A madrugada do domingo (21) trouxe o primeiro desfecho contundente da segunda rodada da Copa do Mundo de 2026: o Japão aplicou uma goleada por 4 a 0 sobre a Tunísia, no Estádio BBVA, em Monterrey, México. O resultado, válido pelo Grupo F, não só consolida a recuperação dos nipônicos após o empate com os Países Baixos como também marca o milésimo jogo da história dos Mundiais, um feito simbólico celebrado nas transmissões brasileiras. Enquanto os tunisianos amargam a segunda derrota e se complicam na competição, o Japão assume provisoriamente a liderança da chave e aguarda os demais confrontos do grupo.

No restante do dia, entram em cena as outras quatro partidas da jornada, todas com um pano de fundo incomum: nos grupos G e H, todos os oito rivais empataram na estreia, o que transforma cada duelo em uma espécie de ‘final antecipada’. A situação de equilíbrio absoluto, com as quatro seleções de cada grupo somando um ponto cada, amplia a pressão por uma vitória e projeta um domingo de definições cruciais para a classificação aos 16avos de final, instância que já conta com México, Estados Unidos e Alemanha garantidos.

O Grupo H abre a sequência, às 13h (de Brasília), com Espanha e Arábia Saudita em Atlanta. A Fúria, que não passou de um 0 a 0 com Cabo Verde, precisa reencontrar a contundência ofensiva. Na perspetiva de Madri, o possível retorno de Lamine Yamal ao time titular surge como trunfo para acrescentar profundidade e desequilíbrio pelo lado do campo, algo que faltou diante dos cabo-verdianos. Já os sauditas, que empataram em 1 a 1 com o Uruguai, apostam na organização defensiva e no talento de Salem Al-Dawsari, protagonista da vitória sobre a Argentina em 2022, para repetir uma campanha surpreendente. Mais tarde, às 19h, o Uruguai de Marcelo Bielsa enfrenta Cabo Verde, em Miami. Para os uruguaios, a partida ganha contornos de urgência: após a igualdade com os sauditas, uma nova perda de pontos pode comprometer a classificação. Do outro lado, a seleção de Cabo Verde, país lusófono que desperta a atenção em Lisboa e na CPLP, chega credenciada pela atuação heroica frente à Espanha, quando o goleiro Vozinha foi eleito o destaque do jogo. “Conhecemos as nossas qualidades”, declarou o lateral Sidney Lopes Cabral, sinalizando confiança em novo desempenho sólido.

No Grupo G, a igualdade também é a tónica. Às 16h, a Bélgica encara o Irão, em Los Angeles, num duelo que pode desembaraçar a zona. Os ‘Diablos Rojos’, que cederam um 1 a 1 ao Egito na estreia, buscam reencontrar a consistência de outras campanhas e confiam no talento de Kevin De Bruyne e na segurança de Thibaut Courtois para evitar a repetição da eliminação precoce de 2022. O Irão, por sua vez, arrancou um empate em 2 a 2 com a Nova Zelândia e aposta na solidez defensiva para conter os belgas. No outro confronto, às 22h, Nova Zelândia e Egito medem forças em Vancouver. A seleção africana, liderada por Mohamed Salah, precisa dos três pontos para se aproximar da vaga, enquanto os neozelandeses tentam explorar a organização tática e as bolas paradas.

Os resultados deste domingo vão moldar definitivamente a tabela das duas chaves. Com a última rodada programada para a próxima semana, uma vitória pode significar o encaminhamento da classificação, ao passo que um tropeço obriga a depender de terceiros – e da complexa matemática dos melhores terceiros colocados. Para os adeptos lusófonos, o olhar estará especialmente voltado para Cabo Verde, cujo desempenho pode inspirar uma nova página na história do futebol africano de expressão portuguesa.

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A Copa do Mundo prossegue com partidas chave hoje. O foco principal está no Uruguai e na sua necessidade de vencer depois de um empate decepcionante, enquanto a Espanha também está sob pressão. A vitória histórica do Japão é mencionada, mas a narrativa centra-se na equipa latino-americana e no surpreendente Cabo Verde, ligado ao Brasil.

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Espanha e Bélgica estão sob pressão após resultados inesperados na primeira rodada. Os jogos de hoje são cruciais para as suas esperanças de qualificação. O foco está nas dificuldades das equipas europeias e na necessidade de garantir pontos para evitar uma eliminação precoce.

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