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Defesa e Segurançaquinta-feira, 25 de junho de 2026

El Al suspende voos para Moscou após ataques ucranianos com drones

Companhia aérea israelita interrompe temporariamente rota Telavive-Moscovo devido à instabilidade no espaço aéreo russo, enquanto transportadoras russas mantêm operações.

A companhia aérea israelita El Al suspendeu os voos na rota Telavive-Moscovo nos dias 25, 28 e 29 de junho, citando “desenvolvimentos entre a Rússia e a Ucrânia e recentes incidentes de aviação na região”. A transportadora de bandeira reavaliará a situação na próxima semana e oferecerá alternativas aos passageiros afetados, de acordo com a legislação israelita. A decisão surge após uma série de ataques massivos com drones ucranianos contra alvos na Rússia, incluindo a capital, que obrigaram ao encerramento temporário dos quatro principais aeroportos de Moscovo.

Do lado israelita, a prioridade é a segurança operacional, reforçada pela memória do abate do voo da Azerbaijan Airlines em dezembro de 2024, que levou a uma suspensão anterior de quatro meses. Fontes israelitas indicam que a avaliação de risco se baseia na instabilidade do espaço aéreo russo e na frequência dos encerramentos aeroportuários. Já as autoridades russas, através da Associação de Operadores Turísticos (ATOR), sublinham que a pausa não afeta o turismo organizado para Israel, uma vez que desde 13 de junho de 2025 os operadores russos estão proibidos de vender pacotes para aquele destino. As transportadoras russas Red Wings e Azimuth mantêm voos regulares na rota, preservando a conectividade aérea direta.

Os ataques ucranianos com drones, que atingiram refinarias e depósitos de combustível a mais de 1.500 quilómetros da fronteira, provocaram uma crise de abastecimento na Rússia e na Crimeia anexada. Moscovo impôs restrições à exportação de gasolina e jet fuel, e Sebastopol limitou o horário de transportes públicos e iluminação pública. Na perspetiva de Kiev, a campanha visa degradar a logística militar russa e levar a guerra ao território do adversário. Analistas ocidentais, como o ex-redator de discursos do Kremlin Abbas Gallyamov, observam que a suspensão de voos por uma companhia estrangeira expõe o impacto do conflito na vida quotidiana russa, invertendo a narrativa de segurança interna.

A decisão da El Al insere-se num padrão de interrupções: em outubro de 2023, várias companhias internacionais cancelaram voos para Israel devido à guerra com o Hamas, mas a El Al manteve as operações. Agora, a transportadora israelita suspende a rota para Moscovo, enquanto a S7 Airlines russa também cancelou um voo na mesma manhã. Paralelamente, relatos de pressão russa sobre a Bielorrússia para expandir infraestruturas militares sugerem uma tentativa de Moscovo de alargar a frente de combate. A El Al reavaliará a situação na próxima semana, com possível retoma em julho, dependendo da evolução da ameaça de drones e da estabilidade do espaço aéreo russo.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Imprensa israelenseImprensa russa e CEI
Imprensa israelense/ Segurança
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A El Al suspendeu os voos Telavive-Moscovo devido à insegurança aérea causada pelos ataques ucranianos de longo alcance contra infraestruturas petrolíferas russas. A companhia reavaliará a situação na próxima semana, enquanto Kiev intensifica os ataques a alvos estratégicos no interior do território russo.

Imprensa russa e CEI/ Negócios
DistanciamentoPragmatismo

A companhia aérea israelita El Al suspendeu temporariamente os voos para Moscovo, com bilhetes novamente disponíveis a partir de julho. A decisão está ligada à evolução das relações russo-ucranianas, mas as ligações aéreas diretas continuam através de outras transportadoras.

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quinta-feira, 25 de junho de 2026

El Al suspende voos para Moscou após ataques ucranianos com drones

Companhia aérea israelita interrompe temporariamente rota Telavive-Moscovo devido à instabilidade no espaço aéreo russo, enquanto transportadoras russas mantêm operações.

A companhia aérea israelita El Al suspendeu os voos na rota Telavive-Moscovo nos dias 25, 28 e 29 de junho, citando “desenvolvimentos entre a Rússia e a Ucrânia e recentes incidentes de aviação na região”. A transportadora de bandeira reavaliará a situação na próxima semana e oferecerá alternativas aos passageiros afetados, de acordo com a legislação israelita. A decisão surge após uma série de ataques massivos com drones ucranianos contra alvos na Rússia, incluindo a capital, que obrigaram ao encerramento temporário dos quatro principais aeroportos de Moscovo.

Do lado israelita, a prioridade é a segurança operacional, reforçada pela memória do abate do voo da Azerbaijan Airlines em dezembro de 2024, que levou a uma suspensão anterior de quatro meses. Fontes israelitas indicam que a avaliação de risco se baseia na instabilidade do espaço aéreo russo e na frequência dos encerramentos aeroportuários. Já as autoridades russas, através da Associação de Operadores Turísticos (ATOR), sublinham que a pausa não afeta o turismo organizado para Israel, uma vez que desde 13 de junho de 2025 os operadores russos estão proibidos de vender pacotes para aquele destino. As transportadoras russas Red Wings e Azimuth mantêm voos regulares na rota, preservando a conectividade aérea direta.

Os ataques ucranianos com drones, que atingiram refinarias e depósitos de combustível a mais de 1.500 quilómetros da fronteira, provocaram uma crise de abastecimento na Rússia e na Crimeia anexada. Moscovo impôs restrições à exportação de gasolina e jet fuel, e Sebastopol limitou o horário de transportes públicos e iluminação pública. Na perspetiva de Kiev, a campanha visa degradar a logística militar russa e levar a guerra ao território do adversário. Analistas ocidentais, como o ex-redator de discursos do Kremlin Abbas Gallyamov, observam que a suspensão de voos por uma companhia estrangeira expõe o impacto do conflito na vida quotidiana russa, invertendo a narrativa de segurança interna.

A decisão da El Al insere-se num padrão de interrupções: em outubro de 2023, várias companhias internacionais cancelaram voos para Israel devido à guerra com o Hamas, mas a El Al manteve as operações. Agora, a transportadora israelita suspende a rota para Moscovo, enquanto a S7 Airlines russa também cancelou um voo na mesma manhã. Paralelamente, relatos de pressão russa sobre a Bielorrússia para expandir infraestruturas militares sugerem uma tentativa de Moscovo de alargar a frente de combate. A El Al reavaliará a situação na próxima semana, com possível retoma em julho, dependendo da evolução da ameaça de drones e da estabilidade do espaço aéreo russo.

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A El Al suspendeu os voos Telavive-Moscovo devido à insegurança aérea causada pelos ataques ucranianos de longo alcance contra infraestruturas petrolíferas russas. A companhia reavaliará a situação na próxima semana, enquanto Kiev intensifica os ataques a alvos estratégicos no interior do território russo.

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A companhia aérea israelita El Al suspendeu temporariamente os voos para Moscovo, com bilhetes novamente disponíveis a partir de julho. A decisão está ligada à evolução das relações russo-ucranianas, mas as ligações aéreas diretas continuam através de outras transportadoras.

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