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Esportesábado, 27 de junho de 2026

Deschamps retorna ao comando da França após luto e goleada sobre a Noruega

Com vitória por 4-1 sobre a Noruega, a França garante o primeiro lugar do grupo e a volta do treinador, que perdeu a mãe durante o Mundial.

A França goleou a Noruega por 4-1 na última rodada do Grupo I, em Foxborough, garantindo a liderança com 100% de aproveitamento. Ousmane Dembélé brilhou com um hat-trick nos primeiros 32 minutos, e Désiré Doué completou o placar nos acréscimos. Com o resultado, os Bleus avançam para enfrentar a Suécia nas oitavas de final, em East Rutherford, Nova Jersey.

A partida foi disputada sob a sombra da perda pessoal de Didier Deschamps, que havia viajado à França para o funeral da mãe. O auxiliar Guy Stéphan comandou a equipa à beira do campo e revelou que os jogadores fizeram uma "homenagem especial" ao treinador, dedicando-lhe a exibição dominante. "Todos os nossos pensamentos estão com Didier", afirmou Stéphan, que destacou a intensidade desde o apito inicial como demonstração de apoio.

Deschamps retornou a Boston no sábado e liderou o treino dos reservas, mostrando-se próximo dos atletas, mas deixando as instruções principais a cargo do adjunto. A imprensa francesa relata que o técnico, de 57 anos, brincou com os jogadores e conversou longamente com o defesa Maxence Lacroix, num sinal de normalidade antes do duelo com a Suécia. A delegação viaja no domingo para Nova Iorque, onde a preparação para o confronto de terça-feira entra na reta final.

A comoção em torno do luto também gerou polêmica fora dos relvados. O semanário satírico Charlie Hebdo publicou uma capa em que o técnico segura uma urna funerária com os dizeres "Traga o troféu para nós", provocando indignação generalizada. A Federação Francesa de Futebol revelou que a FIFA negou o pedido para uso de faixas pretas em sinal de luto, por já estar programado um minuto de silêncio pelas vítimas do terramoto na Venezuela. No Brasil, analistas e adeptos consideram a França favorita ao título, com um projeto consolidado que se mantém mesmo sob abalos emocionais.

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O treinador francês retornou ao acampamento da Copa do Mundo após comparecer ao funeral de sua mãe. Ele havia perdido a última partida do grupo, uma vitória por 4 a 1 sobre a Noruega que garantiu o primeiro lugar. O treino será retomado sob seu comando.

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Didier Deschamps voltou à seleção francesa poucas horas após um funeral privado de sua mãe. Ele assumiu imediatamente o comando do treino, mostrando seu compromisso com a jornada da equipe na Copa do Mundo. Seu rápido retorno ressalta os sacrifícios pessoais por trás da campanha.

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sábado, 27 de junho de 2026

Deschamps retorna ao comando da França após luto e goleada sobre a Noruega

Com vitória por 4-1 sobre a Noruega, a França garante o primeiro lugar do grupo e a volta do treinador, que perdeu a mãe durante o Mundial.

A França goleou a Noruega por 4-1 na última rodada do Grupo I, em Foxborough, garantindo a liderança com 100% de aproveitamento. Ousmane Dembélé brilhou com um hat-trick nos primeiros 32 minutos, e Désiré Doué completou o placar nos acréscimos. Com o resultado, os Bleus avançam para enfrentar a Suécia nas oitavas de final, em East Rutherford, Nova Jersey.

A partida foi disputada sob a sombra da perda pessoal de Didier Deschamps, que havia viajado à França para o funeral da mãe. O auxiliar Guy Stéphan comandou a equipa à beira do campo e revelou que os jogadores fizeram uma "homenagem especial" ao treinador, dedicando-lhe a exibição dominante. "Todos os nossos pensamentos estão com Didier", afirmou Stéphan, que destacou a intensidade desde o apito inicial como demonstração de apoio.

Deschamps retornou a Boston no sábado e liderou o treino dos reservas, mostrando-se próximo dos atletas, mas deixando as instruções principais a cargo do adjunto. A imprensa francesa relata que o técnico, de 57 anos, brincou com os jogadores e conversou longamente com o defesa Maxence Lacroix, num sinal de normalidade antes do duelo com a Suécia. A delegação viaja no domingo para Nova Iorque, onde a preparação para o confronto de terça-feira entra na reta final.

A comoção em torno do luto também gerou polêmica fora dos relvados. O semanário satírico Charlie Hebdo publicou uma capa em que o técnico segura uma urna funerária com os dizeres "Traga o troféu para nós", provocando indignação generalizada. A Federação Francesa de Futebol revelou que a FIFA negou o pedido para uso de faixas pretas em sinal de luto, por já estar programado um minuto de silêncio pelas vítimas do terramoto na Venezuela. No Brasil, analistas e adeptos consideram a França favorita ao título, com um projeto consolidado que se mantém mesmo sob abalos emocionais.

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Didier Deschamps voltou à seleção francesa poucas horas após um funeral privado de sua mãe. Ele assumiu imediatamente o comando do treino, mostrando seu compromisso com a jornada da equipe na Copa do Mundo. Seu rápido retorno ressalta os sacrifícios pessoais por trás da campanha.

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