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Ciência e Saúdequinta-feira, 25 de junho de 2026

Chris Evert anuncia recidiva de cancro do ovário e afasta-se de Wimbledon

A antiga número um mundial, de 71 anos, revelou que o tumor foi detetado em exames de imagem e que iniciará quimioterapia nas próximas semanas, suspendendo os compromissos profissionais.

A tenista norte-americana Chris Evert comunicou, a 25 de junho de 2026, que o cancro do ovário que enfrenta desde 2021 voltou a manifestar-se. A deteção ocorreu no fim de semana anterior, através de tomografias computorizadas e por emissão de positrões (PET), e já motivou uma intervenção cirúrgica como primeira fase do tratamento. A recidiva tem um efeito imediato na cobertura mediática do Grand Slam londrino: Evert, comentadora habitual da ESPN, não marcará presença em Wimbledon, cuja edição de 2026 decorre de 29 de junho a 12 de julho.

A doença insere-se num quadro clínico marcado por uma mutação no gene BRCA, que eleva o risco de carcinomas ginecológicos e que já vitimou a sua irmã Jeanne em 2020. O primeiro diagnóstico surgiu em dezembro de 2021, durante uma histerectomia preventiva. Após um período de remissão declarado em janeiro de 2023, o tumor regressou no final desse ano e foi novamente controlado, até à presente reativação. Dados da Ovarian Cancer Research Alliance indicam que cerca de 70% das doentes com cancro do ovário enfrentam pelo menos uma recidiva, o que contextualiza a evolução agora reportada.

A antiga número um mundial, detentora de 18 títulos do Grand Slam em singulares, construiu uma carreira que redefiniu o ténis feminino, em particular pela sua histórica rivalidade com Martina Navratilova. Esta reação à notícia sublinhou a dimensão humana do momento: Navratilova, que também superou um cancro da mama e um carcinoma da orofaringe, afirmou publicamente que a amiga “derrotará este monstro outra vez”. A comunidade do ténis, incluindo Stan Wawrinka e Donna Vekic, mobilizou mensagens de apoio, enquanto observadores nos Estados Unidos e na Europa notam que a franqueza de Evert sobre a doença tem contribuído para a consciencialização sobre o cancro do ovário.

O próximo marco factual relevante é a estreia, a 26 de junho, do documentário da Netflix “Chris and Martina: The Final Set”, que retrata a amizade e as batalhas oncológicas paralelas das duas campeãs. O tratamento de Evert prossegue com quimioterapia nas próximas semanas, sem que tenha sido adiantada uma data para a reavaliação clínica.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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O mundo do esporte está em choque com o anúncio de Chris Evert: o câncer de ovário voltou a poucos dias de Wimbledon. Aos 71 anos, a lenda que já havia derrotado a doença agora enfrenta uma nova batalha contra o que é chamado de monstro. A notícia é dada com tom dramático e urgente.

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A lenda do tênis Chris Evert revelou que seu câncer de ovário voltou, forçando-a a perder Wimbledon. Ela descreveu a doença como implacável, mas expressou determinação em permanecer otimista. A cobertura foca em sua declaração pessoal e no impacto imediato em seus compromissos profissionais.

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quinta-feira, 25 de junho de 2026

Chris Evert anuncia recidiva de cancro do ovário e afasta-se de Wimbledon

A antiga número um mundial, de 71 anos, revelou que o tumor foi detetado em exames de imagem e que iniciará quimioterapia nas próximas semanas, suspendendo os compromissos profissionais.

A tenista norte-americana Chris Evert comunicou, a 25 de junho de 2026, que o cancro do ovário que enfrenta desde 2021 voltou a manifestar-se. A deteção ocorreu no fim de semana anterior, através de tomografias computorizadas e por emissão de positrões (PET), e já motivou uma intervenção cirúrgica como primeira fase do tratamento. A recidiva tem um efeito imediato na cobertura mediática do Grand Slam londrino: Evert, comentadora habitual da ESPN, não marcará presença em Wimbledon, cuja edição de 2026 decorre de 29 de junho a 12 de julho.

A doença insere-se num quadro clínico marcado por uma mutação no gene BRCA, que eleva o risco de carcinomas ginecológicos e que já vitimou a sua irmã Jeanne em 2020. O primeiro diagnóstico surgiu em dezembro de 2021, durante uma histerectomia preventiva. Após um período de remissão declarado em janeiro de 2023, o tumor regressou no final desse ano e foi novamente controlado, até à presente reativação. Dados da Ovarian Cancer Research Alliance indicam que cerca de 70% das doentes com cancro do ovário enfrentam pelo menos uma recidiva, o que contextualiza a evolução agora reportada.

A antiga número um mundial, detentora de 18 títulos do Grand Slam em singulares, construiu uma carreira que redefiniu o ténis feminino, em particular pela sua histórica rivalidade com Martina Navratilova. Esta reação à notícia sublinhou a dimensão humana do momento: Navratilova, que também superou um cancro da mama e um carcinoma da orofaringe, afirmou publicamente que a amiga “derrotará este monstro outra vez”. A comunidade do ténis, incluindo Stan Wawrinka e Donna Vekic, mobilizou mensagens de apoio, enquanto observadores nos Estados Unidos e na Europa notam que a franqueza de Evert sobre a doença tem contribuído para a consciencialização sobre o cancro do ovário.

O próximo marco factual relevante é a estreia, a 26 de junho, do documentário da Netflix “Chris and Martina: The Final Set”, que retrata a amizade e as batalhas oncológicas paralelas das duas campeãs. O tratamento de Evert prossegue com quimioterapia nas próximas semanas, sem que tenha sido adiantada uma data para a reavaliação clínica.

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O mundo do esporte está em choque com o anúncio de Chris Evert: o câncer de ovário voltou a poucos dias de Wimbledon. Aos 71 anos, a lenda que já havia derrotado a doença agora enfrenta uma nova batalha contra o que é chamado de monstro. A notícia é dada com tom dramático e urgente.

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A lenda do tênis Chris Evert revelou que seu câncer de ovário voltou, forçando-a a perder Wimbledon. Ela descreveu a doença como implacável, mas expressou determinação em permanecer otimista. A cobertura foca em sua declaração pessoal e no impacto imediato em seus compromissos profissionais.

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