
Cabo Verde assusta, mas Argentina vence na prorrogação e avança às oitavas do Mundial
A campeã mundial precisou de um gol contra aos 111 minutos para superar a estreante Cabo Verde por 3 a 2, em partida eletrizante em Miami.
Foi preciso um gol contra de Diney Borges, aos 111 minutos de jogo, para a Argentina afastar a zebra e garantir a vaga nas oitavas de final do Mundial de 2026. Numa noite de sábado sufocante em Miami, a atual campeã sofreu para bater a seleção de Cabo Verde por 3 a 2, após 120 minutos de intensa batalha. A imprensa europeia classificou a atuação argentina como um “milagre” e um “susto”, enquanto os diários de Buenos Aires ressaltaram o “sofrimento” e a “resiliência” do time de Lionel Scaloni.
O duelo foi uma montanha-russa: Lionel Messi abriu o placar aos 29 minutos, com um toque sutil após assistência de Lisandro Martínez, mas Cabo Verde respondeu no segundo tempo com Deroy Duarte, que aproveitou uma desatenção defensiva para empatar. Na prorrogação, Martínez voltou a marcar de cabeça, mas a euforia argentina durou pouco: aos 103, Sidny Lopes Cabral, um jovem criado nos escalões inferiores do futebol alemão, acertou um voleio indefensável, silenciando a torcida albiceleste. O alívio veio num lance de bola parada: escanteio de Messi, cabeceio de Cristian Romero e o desvio fatal em Borges.
Cabo Verde, uma nação insular com cerca de 525 mil habitantes, fazia sua estreia em Mundiais e chegara invicta da fase de grupos, com empates diante de Espanha, Uruguai e Arábia Saudita. “Sabíamos que seria duro; não à toa este time não perdeu para Espanha e Uruguai”, admitiu Messi após a partida. Em Lisboa e na Praia, a imprensa lusófona destacou o feito dos “Tubarões Azuis”, cujo plantel, formado em grande parte por atletas da diáspora, mostrou organização tática e coragem. Nas ruas da capital caboverdiana, a derrota foi celebrada como vitória: “Perdemos o jogo, mas sentimos que vencemos”, disse um torcedor à agência de notícias.
Messi, que atuou os 120 minutos apesar de um choque que lhe deixou um hematoma na testa, foi eleito o melhor em campo. Além do gol, participou das jogadas que resultaram nos outros dois tentos argentinos, todos originados de lances de bola parada. “Hoje vimos a importância da bola parada”, analisou o capitão, que chegou a 20 gols em Copas. Após o apito final, o contraste: os mesmos adversários que o haviam caçado em campo fizeram fila para fotos e camisas. “Em campo me enchem de pancada, mas depois...”, brincou o craque, em cena que viralizou nas redes.
A Argentina agora se prepara para enfrentar o Egito, que eliminou a Austrália nos pênaltis, nas oitavas de final, na próxima terça-feira, em Atlanta. O vencedor pegará Suíça ou Colômbia nas quartas.
| Imprensa do Sudeste Asiático | +0.40 | aligned |
|---|---|---|
| Imprensa africana subsaariana | −0.20 | neutral |
Messi and the Argentine team acknowledge the struggle but claim the victory as proof of character.
The article uses direct quotes from Messi to humanize the victory and create a narrative of perseverance against adversity, making the win feel earned and dramatic.
Africa observes with disappointment the tally of its teams, highlighting the failure of many, including Cape Verde.
The article aggregates results across African teams, framing individual losses as part of a collective failure, thereby shifting focus from the specific match to continental performance.
The article omits the specific details of Cape Verde's competitive performance and Messi's role, which would highlight the underdog's valiant effort.
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