
Bélgica goleia Nova Zelândia e avança como líder do Grupo G; Egito também se classifica
Com vitória por 5-1 sobre a Nova Zelândia e empate do Egito com o Irã, os belgas terminam na primeira posição do grupo e os egípcios garantem a vaga inédita nas 32 equipas.
A Bélgica assegurou a liderança do Grupo G do Mundial de 2026 ao golear a Nova Zelândia por 5-1, em Vancouver, enquanto o Egito segurou um empate a uma bola com o Irão, em Seattle, e também carimbou o passaporte para os dezasseis-avos de final. O desfecho da jornada tripla deixou os iranianos na terceira posição, à espera de uma improvável combinação de resultados para avançar como um dos melhores terceiros, e confirmou a eliminação dos neozelandeses, que continuam sem vencer um jogo em Campeonatos do Mundo.
O conjunto orientado por Rudi Garcia entrou em campo sob pressão, depois de dois empates consecutivos, e demorou quase meia hora a desatar o nó. Leandro Trossard, o elemento mais dinâmico do ataque belga, abriu o marcador aos 28 minutos, a aproveitar um ressalto na pequena área após um canto de Kevin De Bruyne. O avançado do Arsenal bisou aos 50’, com um remate de primeira na sequência de uma defesa incompleta do guarda-redes Max Crocombe. De Bruyne, que já havia sido o arquiteto das jogadas de maior perigo, fez o 3-0 aos 66’ com um disparo colocado de fora da área. A Nova Zelândia ainda reduziu por Elijah Just, aos 84’, mas a resposta belga foi imediata: Romelu Lukaku, acabado de entrar, cabeceou para o 4-1 e Alexis Saelemaekers fechou a contagem já nos descontos. Na perspetiva de analistas europeus, a exibição confirmou a capacidade de reação de uma seleção que, apesar de já não contar com a chamada “geração de ouro”, mantém argumentos ofensivos para discutir fases mais adiantadas do torneio.
No outro encontro do grupo, o Egito viveu uma noite de emoções fortes. Mahmoud Saber colocou os faraós em vantagem logo aos 5 minutos, num remate que passou por entre as pernas do guarda-redes iraniano. O Irão respondeu de imediato: Mehdi Taremi desperdiçou uma grande penalidade aos 10’, mas Ramin Rezaeian empatou quatro minutos depois, a aproveitar uma defesa incompleta de Mostafa Shobeir. A segunda parte foi de domínio egípcio, mas o Irão esteve perto do triunfo nos instantes finais, quando Shoja Khalilzadeh viu um golo anulado por fora de jogo após revisão do VAR e a bola ainda bateu na trave. Observadores africanos sublinham o feito histórico do Egito, que pela primeira vez supera a fase de grupos de um Campeonato do Mundo, um marco que ecoa com particular intensidade no universo lusófono, onde a presença de seleções africanas em fases a eliminar é celebrada como sinal de crescimento competitivo.
Com este desfecho, a Bélgica terminou o grupo com cinco pontos, os mesmos do Egito, mas vantagem no saldo de golos. Os belgas vão agora defrontar um dos oito melhores terceiros colocados, num encontro marcado para 1 de julho em Seattle, enquanto o Egito terá pela frente a Austrália, a 3 de julho, em Dallas. O Irão, com três pontos e saldo de golos nulo, fica a aguardar os desfechos dos Grupos E, F, I e J para saber se o ponto conquistado em Seattle será suficiente para garantir uma vaga histórica na próxima fase.
Como a mesma história é contada em outros lugares.
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Depois de dois empates decepcionantes, a Bélgica finalmente acordou e goleou a Nova Zelândia por 5 a 1, uma 'manita' que garantiu a liderança do grupo. O Egito passou com emoção após empatar com o Irã, que ainda tem esperanças de avançar como melhor terceiro. A imprensa latino-americana celebra a goleada e a redenção dos Diabos Vermelhos.
Depois de um início fraco na Copa, a Bélgica de repente se tornou líder do grupo com uma vitória obrigatória de 5 a 1 sobre a frágil Nova Zelândia, evitando uma eliminação embaraçosa. A imprensa alemã destaca o contraste gritante entre as atuações apagadas anteriores e a goleada decisiva, misturando ceticismo e alívio.
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