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Crime e Desastressexta-feira, 26 de junho de 2026

Avião de pequeno porte colide com o edifício mais alto de Pequim

Testemunhas relatam destroços e danos na fachada da torre CITIC, enquanto autoridades chinesas mantêm silêncio oficial e removem publicações das redes sociais.

Na tarde de sexta-feira (26), uma aeronave de pequeno porte colidiu com a torre CITIC, o edifício mais alto de Pequim, com 528 metros e 108 andares, situado no distrito financeiro de Guomao. Testemunhas descreveram um estrondo, seguido da queda de destroços e da formação de um buraco na fachada de vidro em um dos andares superiores. A polícia isolou a área, evacuou o prédio e impediu que curiosos filmassem a cena.

Imagens que circularam em redes sociais, posteriormente removidas, mostravam o que parecia ser a cauda de um avião desportivo ligeiro, modelo Sunward SA 60L Aurora, de fabrico chinês, junto à base do arranha-céus. Dados não verificados do site Flightradar24 indicavam que a aeronave, pertencente a uma empresa de aviação geral local, teria descolado de um aeródromo nos arredores da capital e seguido uma rota errática até ao centro da cidade. Dois painéis de vidro do edifício ficaram danificados, e um táxi estacionado nas imediações teve o vidro traseiro estilhaçado.

Há informações contraditórias sobre vítimas. O site brasileiro Poder360 noticiou que o piloto, único ocupante, morreu no local, mas a maioria dos relatos da imprensa internacional, incluindo agências como Reuters e CNN, sublinha que as autoridades chinesas não confirmaram oficialmente mortos ou feridos até ao momento. O governo municipal de Pequim não respondeu a pedidos de comentário, e os meios de comunicação estatais chineses mantiveram-se em silêncio sobre o incidente.

O espaço aéreo de Pequim está sujeito a restrições rigorosas, e voos de aeronaves ligeiras exigem autorização prévia das autoridades civis e militares. Desde maio, a capital proibiu a compra e o uso de drones sem licença governamental. A rapidez com que as publicações sobre o acidente foram apagadas das plataformas chinesas, como Weibo e Douyin, contrasta com a circulação de vídeos no X, bloqueado no país. A investigação está em curso, e as causas da colisão permanecem desconhecidas.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Imprensa iraniana e afinsImprensa chinesa
Imprensa iraniana e afins/ Regime
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Um momento aterrorizante: uma aeronave ligeira chocou contra o arranha-céus China Zun de 518 metros em Pequim, partindo janelas e espalhando destroços. Uma fumaça densa subiu do rés-do-chão e o número de vítimas permanece desconhecido. O edifício foi evacuado em meio ao caos.

Imprensa chinesa/ Negócios
PragmatismoDistanciamento

Uma pequena aeronave atingiu os andares superiores da Torre CITIC, o edifício mais alto de Pequim. Destroços caíram na área envolvente e os ocupantes foram evacuados. As autoridades ainda não divulgaram pormenores sobre a causa ou vítimas.

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sexta-feira, 26 de junho de 2026

Avião de pequeno porte colide com o edifício mais alto de Pequim

Testemunhas relatam destroços e danos na fachada da torre CITIC, enquanto autoridades chinesas mantêm silêncio oficial e removem publicações das redes sociais.

Na tarde de sexta-feira (26), uma aeronave de pequeno porte colidiu com a torre CITIC, o edifício mais alto de Pequim, com 528 metros e 108 andares, situado no distrito financeiro de Guomao. Testemunhas descreveram um estrondo, seguido da queda de destroços e da formação de um buraco na fachada de vidro em um dos andares superiores. A polícia isolou a área, evacuou o prédio e impediu que curiosos filmassem a cena.

Imagens que circularam em redes sociais, posteriormente removidas, mostravam o que parecia ser a cauda de um avião desportivo ligeiro, modelo Sunward SA 60L Aurora, de fabrico chinês, junto à base do arranha-céus. Dados não verificados do site Flightradar24 indicavam que a aeronave, pertencente a uma empresa de aviação geral local, teria descolado de um aeródromo nos arredores da capital e seguido uma rota errática até ao centro da cidade. Dois painéis de vidro do edifício ficaram danificados, e um táxi estacionado nas imediações teve o vidro traseiro estilhaçado.

Há informações contraditórias sobre vítimas. O site brasileiro Poder360 noticiou que o piloto, único ocupante, morreu no local, mas a maioria dos relatos da imprensa internacional, incluindo agências como Reuters e CNN, sublinha que as autoridades chinesas não confirmaram oficialmente mortos ou feridos até ao momento. O governo municipal de Pequim não respondeu a pedidos de comentário, e os meios de comunicação estatais chineses mantiveram-se em silêncio sobre o incidente.

O espaço aéreo de Pequim está sujeito a restrições rigorosas, e voos de aeronaves ligeiras exigem autorização prévia das autoridades civis e militares. Desde maio, a capital proibiu a compra e o uso de drones sem licença governamental. A rapidez com que as publicações sobre o acidente foram apagadas das plataformas chinesas, como Weibo e Douyin, contrasta com a circulação de vídeos no X, bloqueado no país. A investigação está em curso, e as causas da colisão permanecem desconhecidas.

Divergência das fontes

Crime e Desastres · 49 veículos · 10 idiomas

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Quanto as fontes relatam os mesmos fatos de maneira diferente.

Como se dividem

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Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Um momento aterrorizante: uma aeronave ligeira chocou contra o arranha-céus China Zun de 518 metros em Pequim, partindo janelas e espalhando destroços. Uma fumaça densa subiu do rés-do-chão e o número de vítimas permanece desconhecido. O edifício foi evacuado em meio ao caos.

Imprensa chinesa/ Negócios
PragmatismoDistanciamento

Uma pequena aeronave atingiu os andares superiores da Torre CITIC, o edifício mais alto de Pequim. Destroços caíram na área envolvente e os ocupantes foram evacuados. As autoridades ainda não divulgaram pormenores sobre a causa ou vítimas.

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