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Crime e Desastressábado, 25 de julho de 2026

Tufão Noul atinge sul da China e obriga evacuação de mais de 340 mil pessoas

Com ventos de até 173 km/h, a tempestade provocou a suspensão de transportes, o cancelamento de centenas de voos e deixou Hong Kong sob alerta máximo; chuvas intensas ameaçam províncias vizinhas.

O tufão Noul atingiu a costa da província de Guangdong, no sul da China, na madrugada de domingo (26 de julho de 2026), forçando a evacuação de mais de 340 mil pessoas, segundo autoridades locais. O centro meteorológico nacional chinês confirmou que o fenômeno tocou o solo por volta das 3h50 (horário local) no condado de Huidong, cidade de Huizhou, com ventos sustentados de até 145 km/h e rajadas que chegaram a 173 km/h.

Diante da ameaça, Pequim emitiu um alerta vermelho, o nível máximo de seu sistema de quatro estágios, e determinou a paralisação de atividades em 12 cidades de Guangdong, incluindo suspensão de aulas, trabalho presencial, produção industrial e todos os serviços ferroviários na província no domingo, conforme a agência estatal Xinhua. Na vizinha Hong Kong, o Observatório local içou o sinal de tempestade nº 8, o terceiro mais alto, mantendo a cidade sob forte esquema de segurança. Pelo menos 150 voos foram cancelados no aeroporto internacional da região administrativa especial, e a companhia aérea Cathay Pacific suspendeu todas as suas operações entre a madrugada e o fim da tarde de domingo.

As chuvas intensas, previstas para durar até a noite de domingo, afetaram também as províncias de Fujian, Jiangxi e Hunan, com risco de inundações e deslizamentos de terra. Meteorologistas chineses alertaram para a “penetração profunda do tufão no interior, sua longa duração e a alta probabilidade de desastres”. Em Hong Kong, partes de um grande andaime desabaram na tarde de sábado, sem deixar feridos, informou a polícia local.

O Noul é o terceiro tufão a atingir a China em julho, após o Bavi, que forçou a evacuação de mais de 2 milhões de pessoas no leste, e o Maysak, que deixou ao menos 50 mortos no sul e centro do país. Cientistas apontam que o aquecimento global, impulsionado por emissões de combustíveis fósseis, intensifica a frequência e a força de eventos extremos, embora a China, maior emissora mundial, também lidere investimentos em energias renováveis. Até o fechamento desta edição, as equipes de emergência permaneciam mobilizadas enquanto a tempestade se enfraquecia gradualmente ao avançar para o interior.

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sábado, 25 de julho de 2026

Tufão Noul atinge sul da China e obriga evacuação de mais de 340 mil pessoas

Com ventos de até 173 km/h, a tempestade provocou a suspensão de transportes, o cancelamento de centenas de voos e deixou Hong Kong sob alerta máximo; chuvas intensas ameaçam províncias vizinhas.

O tufão Noul atingiu a costa da província de Guangdong, no sul da China, na madrugada de domingo (26 de julho de 2026), forçando a evacuação de mais de 340 mil pessoas, segundo autoridades locais. O centro meteorológico nacional chinês confirmou que o fenômeno tocou o solo por volta das 3h50 (horário local) no condado de Huidong, cidade de Huizhou, com ventos sustentados de até 145 km/h e rajadas que chegaram a 173 km/h.

Diante da ameaça, Pequim emitiu um alerta vermelho, o nível máximo de seu sistema de quatro estágios, e determinou a paralisação de atividades em 12 cidades de Guangdong, incluindo suspensão de aulas, trabalho presencial, produção industrial e todos os serviços ferroviários na província no domingo, conforme a agência estatal Xinhua. Na vizinha Hong Kong, o Observatório local içou o sinal de tempestade nº 8, o terceiro mais alto, mantendo a cidade sob forte esquema de segurança. Pelo menos 150 voos foram cancelados no aeroporto internacional da região administrativa especial, e a companhia aérea Cathay Pacific suspendeu todas as suas operações entre a madrugada e o fim da tarde de domingo.

As chuvas intensas, previstas para durar até a noite de domingo, afetaram também as províncias de Fujian, Jiangxi e Hunan, com risco de inundações e deslizamentos de terra. Meteorologistas chineses alertaram para a “penetração profunda do tufão no interior, sua longa duração e a alta probabilidade de desastres”. Em Hong Kong, partes de um grande andaime desabaram na tarde de sábado, sem deixar feridos, informou a polícia local.

O Noul é o terceiro tufão a atingir a China em julho, após o Bavi, que forçou a evacuação de mais de 2 milhões de pessoas no leste, e o Maysak, que deixou ao menos 50 mortos no sul e centro do país. Cientistas apontam que o aquecimento global, impulsionado por emissões de combustíveis fósseis, intensifica a frequência e a força de eventos extremos, embora a China, maior emissora mundial, também lidere investimentos em energias renováveis. Até o fechamento desta edição, as equipes de emergência permaneciam mobilizadas enquanto a tempestade se enfraquecia gradualmente ao avançar para o interior.

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