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Suíça explode nos minutos finais, goleia Bósnia por 4 a 1 e assume a ponta do Grupo B

Com dois gols do suplente Manzambi e um cartão vermelho adversário, os suíços construíram uma vitória avassaladora nos últimos 16 minutos em Los Angeles.

O que parecia um empate morno e sem gols transformou-se, em pouco mais de um quarto de hora, numa goleada que deixa a Suíça muito perto da fase de 32 avos de final do Mundial de 2026. No Estádio SoFi, em Inglewood, Califórnia, diante de 70.022 espectadores, a seleção helvética venceu a Bósnia e Herzegovina por 4 a 1, com quatro tentos marcados a partir dos 74 minutos. O cartão vermelho direto mostrado ao defesa bósnio Tarik Muharemovic, aos 80', por derrubar Breel Embolo quando este se encaminhava isolado para a baliza, funcionou como o detonador de um desfecho frenético que incluiu ainda um golo de honra bósnio e uma grande penalidade convertida por Granit Xhaka no último lance.

Até ao momento da rutura, a partida fora um exercício de paciência — e de frustração — para os suíços. Com 75% de posse de bola, a equipa de Murat Yakin dominava, mas esbarrava numa defesa bósnia cerrada, liderada pelo central Nikola Katic, e nas intervenções do guarda-redes Nikola Vasilj. Dan Ndoye, pelo flanco esquerdo, e Remo Freuler, de meia-distância, criaram as melhores oportunidades, enquanto a Bósnia, com o veterano Edin Dzeko na frente, apostava em contra-ataques que pouco inquietaram Gregor Kobel. O nulo persistiu até ao segundo período de hidratação, momento que Yakin escolhera deliberadamente para lançar uma cartada tripla: Djibril Sow, Rubén Vargas e Johan Manzambi. “Esperámos de propósito para que o adversário não pudesse reagir de imediato”, explicaria o treinador.

O impacto foi quase instantâneo. Aos 74', apenas dois minutos e 46 segundos depois de entrar, Manzambi — um médio-ofensivo de 20 anos que brilhou no Friburgo, finalista da Liga Europa — surgiu na área para emendar de primeira um centro de Vargas e fazer o 1-0. Seis minutos depois, Muharemovic cometeu falta em último recurso sobre Embolo e foi expulso. Em superioridade numérica, a Suíça ampliou: Vargas, aos 84', finalizou com precisão após passe de Embolo; Manzambi, aos 90', bisou na sequência de nova assistência de Vargas. A Bósnia ainda reduziu por Ermin Mahmic, que acertou um voleio espetacular aos 90+3', mas Xhaka, de penálti, fixou o 4-1 final aos 90+7'.

Com quatro pontos, a Suíça lidera o Grupo B, enquanto a Bósnia, com apenas um, é última. Na perspetiva de analistas europeus, a paciência tática de Yakin e a profundidade do banco helvético foram os fatores decisivos. “Até à pausa de hidratação, éramos a melhor equipa”, lamentou o selecionador bósnio Sergej Barbarez, reconhecendo que a qualidade individual suíça acabou por punir os erros. Já Manzambi, eleito o homem do jogo, resumiu: “É provavelmente o melhor momento da minha carreira até agora.”

O desfecho deixa a Suíça a um passo da qualificação: um empate contra o Canadá, na última jornada, garante-lhe o apuramento. A Bósnia, por seu turno, precisa de vencer o Qatar e esperar por uma combinação de resultados. O grupo, que ainda inclui os anfitriões norte-americanos e a seleção qatari, promete emoções até ao fim, mas a noite de Los Angeles já deu à Suíça uma vantagem difícil de desperdiçar.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Imprensa atlântica / anglosferaImprensa do Sudeste Asiático
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A Suíça fez uma declaração de intenções contundente ao demolir a Bósnia por 4-1, impulsionada pelos dois gols do super-substituto Johan Manzambi. O impacto imediato do jovem talento vindo do banco transformou um impasse tenso em uma goleada, colocando os suíços na liderança do Grupo B e à beira da classificação para a fase de 32.

Imprensa do Sudeste Asiático
PragmatismoDistanciamento

O cartão vermelho de Tarik Muharemovic, companheiro de equipe do indonésio Jay Idzes, foi o ponto de virada na vitória da Suíça por 4-1. Os ajustes táticos pacientes do técnico Murat Yakin e as mudanças durante a pausa para resfriamento desbloquearam a defesa bósnia, provocando uma blitz de quatro gols no final que coloca os suíços à beira da classificação para os 32 avos.

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sexta-feira, 19 de junho de 2026

Suíça explode nos minutos finais, goleia Bósnia por 4 a 1 e assume a ponta do Grupo B

Com dois gols do suplente Manzambi e um cartão vermelho adversário, os suíços construíram uma vitória avassaladora nos últimos 16 minutos em Los Angeles.

O que parecia um empate morno e sem gols transformou-se, em pouco mais de um quarto de hora, numa goleada que deixa a Suíça muito perto da fase de 32 avos de final do Mundial de 2026. No Estádio SoFi, em Inglewood, Califórnia, diante de 70.022 espectadores, a seleção helvética venceu a Bósnia e Herzegovina por 4 a 1, com quatro tentos marcados a partir dos 74 minutos. O cartão vermelho direto mostrado ao defesa bósnio Tarik Muharemovic, aos 80', por derrubar Breel Embolo quando este se encaminhava isolado para a baliza, funcionou como o detonador de um desfecho frenético que incluiu ainda um golo de honra bósnio e uma grande penalidade convertida por Granit Xhaka no último lance.

Até ao momento da rutura, a partida fora um exercício de paciência — e de frustração — para os suíços. Com 75% de posse de bola, a equipa de Murat Yakin dominava, mas esbarrava numa defesa bósnia cerrada, liderada pelo central Nikola Katic, e nas intervenções do guarda-redes Nikola Vasilj. Dan Ndoye, pelo flanco esquerdo, e Remo Freuler, de meia-distância, criaram as melhores oportunidades, enquanto a Bósnia, com o veterano Edin Dzeko na frente, apostava em contra-ataques que pouco inquietaram Gregor Kobel. O nulo persistiu até ao segundo período de hidratação, momento que Yakin escolhera deliberadamente para lançar uma cartada tripla: Djibril Sow, Rubén Vargas e Johan Manzambi. “Esperámos de propósito para que o adversário não pudesse reagir de imediato”, explicaria o treinador.

O impacto foi quase instantâneo. Aos 74', apenas dois minutos e 46 segundos depois de entrar, Manzambi — um médio-ofensivo de 20 anos que brilhou no Friburgo, finalista da Liga Europa — surgiu na área para emendar de primeira um centro de Vargas e fazer o 1-0. Seis minutos depois, Muharemovic cometeu falta em último recurso sobre Embolo e foi expulso. Em superioridade numérica, a Suíça ampliou: Vargas, aos 84', finalizou com precisão após passe de Embolo; Manzambi, aos 90', bisou na sequência de nova assistência de Vargas. A Bósnia ainda reduziu por Ermin Mahmic, que acertou um voleio espetacular aos 90+3', mas Xhaka, de penálti, fixou o 4-1 final aos 90+7'.

Com quatro pontos, a Suíça lidera o Grupo B, enquanto a Bósnia, com apenas um, é última. Na perspetiva de analistas europeus, a paciência tática de Yakin e a profundidade do banco helvético foram os fatores decisivos. “Até à pausa de hidratação, éramos a melhor equipa”, lamentou o selecionador bósnio Sergej Barbarez, reconhecendo que a qualidade individual suíça acabou por punir os erros. Já Manzambi, eleito o homem do jogo, resumiu: “É provavelmente o melhor momento da minha carreira até agora.”

O desfecho deixa a Suíça a um passo da qualificação: um empate contra o Canadá, na última jornada, garante-lhe o apuramento. A Bósnia, por seu turno, precisa de vencer o Qatar e esperar por uma combinação de resultados. O grupo, que ainda inclui os anfitriões norte-americanos e a seleção qatari, promete emoções até ao fim, mas a noite de Los Angeles já deu à Suíça uma vantagem difícil de desperdiçar.

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TriunfoPragmatismo

A Suíça fez uma declaração de intenções contundente ao demolir a Bósnia por 4-1, impulsionada pelos dois gols do super-substituto Johan Manzambi. O impacto imediato do jovem talento vindo do banco transformou um impasse tenso em uma goleada, colocando os suíços na liderança do Grupo B e à beira da classificação para a fase de 32.

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PragmatismoDistanciamento

O cartão vermelho de Tarik Muharemovic, companheiro de equipe do indonésio Jay Idzes, foi o ponto de virada na vitória da Suíça por 4-1. Os ajustes táticos pacientes do técnico Murat Yakin e as mudanças durante a pausa para resfriamento desbloquearam a defesa bósnia, provocando uma blitz de quatro gols no final que coloca os suíços à beira da classificação para os 32 avos.

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