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Esporteterça-feira, 16 de junho de 2026

Estreia de Haaland no Mundial coloca Noruega frente a Iraque em duelo de regressos históricos

Noruega volta após 28 anos e Iraque após 40, com o astro do Manchester City como principal atração no Grupo I, que inclui França e Senegal.

O regresso da Noruega a um Campeonato do Mundo, 28 anos depois da sua última participação, ganha contornos de acontecimento global esta terça-feira (16) com a estreia de Erling Haaland no maior palco do futebol. No Gillette Stadium, em Foxborough, Massachusetts, o avançado do Manchester City lidera os nórdicos frente ao Iraque, às 19h locais (20h em Brasília, transmissão pela CazéTV), num jogo que abre o Grupo I e coloca frente a frente duas seleções que carregam longas ausências. Enquanto Haaland concentra as atenções como o goleador mais temido do planeta, o reencontro do Iraque com o torneio após quatro décadas evoca memórias lusófonas: em 1986, a equipa mesopotâmica foi comandada pelo brasileiro Evaristo de Macedo.

A expectativa europeia, e em particular a norueguesa, assenta na capacidade de finalização de um jogador que já soma 55 golos em 49 internacionalizações e que chega embalado por 16 tentos nas eliminatórias. O selecionador Stale Solbakken resumiu a estratégia com simplicidade: “Vamos dar a bola ao Haaland”. A confiança é reforçada por uma campanha de qualificação perfeita, com oito vitórias em oito partidas, e por um plantel que inclui Martin Odegaard, Alexander Sorloth e Antonio Nusa. Na perspetiva de analistas europeus, a Noruega não só é favorita destacada para este encontro — com probabilidades de vitória superiores a 80% — como carrega a responsabilidade de justificar o estatuto de potência emergente.

Do lado asiático, o Iraque aterra na América do Norte com o peso de uma espera de 40 anos, mas também com o impulso de uma fase de repescagem em que superou a Bolívia para garantir o último bilhete. Observadores em Jacarta e noutras capitais asiáticas sublinham que as seleções do continente iniciaram o Mundial sem derrotas: Coreia do Sul venceu, Japão, Austrália, Catar, Arábia Saudita e Irão somaram pontos. O Iraque, estreante no Grupo I, procura prolongar essa série positiva e escapar ao destino de 1986, quando terminou no fundo da chave sem qualquer ponto. A tarefa, porém, é hercúlea diante de uma Noruega que não pisa um Mundial desde 1998, quando atingiu os oitavos de final.

A configuração do grupo acrescenta pressão a este duelo inaugural. França e Senegal completam um quarteto em que cada ponto será disputado com ferocidade, e uma derrota na primeira jornada pode comprometer seriamente as aspirações de qualificação para os dezasseis-avos de final. Comentadores latino-americanos, atentos à transmissão para o México e para a Argentina, notam que o vencedor deste confronto ganhará um alívio precioso antes de enfrentar os gigantes da chave, enquanto o perdedor ficará à beira do abismo logo na estreia.

Para Haaland, o jogo representa mais do que uma estreia: é a oportunidade de inscrever o seu nome na história do torneio e de confirmar que a sua fome de golos não se dilui quando veste a camisola nacional. Para o Iraque, é a hipótese de mostrar que o futebol asiático já não se limita a coadjuvantes. O desfecho em Foxborough ditará o tom das próximas semanas para duas nações que, por razões muito distintas, fizeram o mundo esperar pela sua volta.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

2 grupos editoriais · 3 idiomas

28%
TomTemperaturaFocoPosicionamentoHorizonte
Stampa latinoamericanaStampa atlantica / anglosfera
Stampa latinoamericana
trionfopragmatismo

Após 28 anos, a Noruega volta à Copa do Mundo com uma geração de ouro, considerada a mais talentosa do país em décadas. A seleção dominou as eliminatórias, com vitória por 4 a 1 sobre a Itália em Milão, e agora enfrenta o Iraque em um grupo que também tem França e Senegal. O plano do técnico Solbakken é direto: alimentar Haaland, que marcou 16 gols nas eliminatórias.

Stampa atlantica / anglosfera
distaccotrionfo

Aos 25 anos, Erling Haaland faz uma admissão emocionada antes de sua tão esperada estreia em Copas, com a Noruega encerrando 28 anos de ausência. Em um torneio repleto de estrelas como Mbappé, Yamal, Messi e Ronaldo, o atacante do Manchester City carrega o peso das esperanças de uma nação e de sua própria jornada até o maior palco.

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Atualizado 08:383 idiomas · 4 veículos
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terça-feira, 16 de junho de 2026

Estreia de Haaland no Mundial coloca Noruega frente a Iraque em duelo de regressos históricos

Noruega volta após 28 anos e Iraque após 40, com o astro do Manchester City como principal atração no Grupo I, que inclui França e Senegal.

O regresso da Noruega a um Campeonato do Mundo, 28 anos depois da sua última participação, ganha contornos de acontecimento global esta terça-feira (16) com a estreia de Erling Haaland no maior palco do futebol. No Gillette Stadium, em Foxborough, Massachusetts, o avançado do Manchester City lidera os nórdicos frente ao Iraque, às 19h locais (20h em Brasília, transmissão pela CazéTV), num jogo que abre o Grupo I e coloca frente a frente duas seleções que carregam longas ausências. Enquanto Haaland concentra as atenções como o goleador mais temido do planeta, o reencontro do Iraque com o torneio após quatro décadas evoca memórias lusófonas: em 1986, a equipa mesopotâmica foi comandada pelo brasileiro Evaristo de Macedo.

A expectativa europeia, e em particular a norueguesa, assenta na capacidade de finalização de um jogador que já soma 55 golos em 49 internacionalizações e que chega embalado por 16 tentos nas eliminatórias. O selecionador Stale Solbakken resumiu a estratégia com simplicidade: “Vamos dar a bola ao Haaland”. A confiança é reforçada por uma campanha de qualificação perfeita, com oito vitórias em oito partidas, e por um plantel que inclui Martin Odegaard, Alexander Sorloth e Antonio Nusa. Na perspetiva de analistas europeus, a Noruega não só é favorita destacada para este encontro — com probabilidades de vitória superiores a 80% — como carrega a responsabilidade de justificar o estatuto de potência emergente.

Do lado asiático, o Iraque aterra na América do Norte com o peso de uma espera de 40 anos, mas também com o impulso de uma fase de repescagem em que superou a Bolívia para garantir o último bilhete. Observadores em Jacarta e noutras capitais asiáticas sublinham que as seleções do continente iniciaram o Mundial sem derrotas: Coreia do Sul venceu, Japão, Austrália, Catar, Arábia Saudita e Irão somaram pontos. O Iraque, estreante no Grupo I, procura prolongar essa série positiva e escapar ao destino de 1986, quando terminou no fundo da chave sem qualquer ponto. A tarefa, porém, é hercúlea diante de uma Noruega que não pisa um Mundial desde 1998, quando atingiu os oitavos de final.

A configuração do grupo acrescenta pressão a este duelo inaugural. França e Senegal completam um quarteto em que cada ponto será disputado com ferocidade, e uma derrota na primeira jornada pode comprometer seriamente as aspirações de qualificação para os dezasseis-avos de final. Comentadores latino-americanos, atentos à transmissão para o México e para a Argentina, notam que o vencedor deste confronto ganhará um alívio precioso antes de enfrentar os gigantes da chave, enquanto o perdedor ficará à beira do abismo logo na estreia.

Para Haaland, o jogo representa mais do que uma estreia: é a oportunidade de inscrever o seu nome na história do torneio e de confirmar que a sua fome de golos não se dilui quando veste a camisola nacional. Para o Iraque, é a hipótese de mostrar que o futebol asiático já não se limita a coadjuvantes. O desfecho em Foxborough ditará o tom das próximas semanas para duas nações que, por razões muito distintas, fizeram o mundo esperar pela sua volta.

Divergência das fontes

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Quanto as fontes relatam os mesmos fatos de maneira diferente.

Como se dividem

Favorável83%
Neutro17%

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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trionfopragmatismo

Após 28 anos, a Noruega volta à Copa do Mundo com uma geração de ouro, considerada a mais talentosa do país em décadas. A seleção dominou as eliminatórias, com vitória por 4 a 1 sobre a Itália em Milão, e agora enfrenta o Iraque em um grupo que também tem França e Senegal. O plano do técnico Solbakken é direto: alimentar Haaland, que marcou 16 gols nas eliminatórias.

Stampa atlantica / anglosfera
distaccotrionfo

Aos 25 anos, Erling Haaland faz uma admissão emocionada antes de sua tão esperada estreia em Copas, com a Noruega encerrando 28 anos de ausência. Em um torneio repleto de estrelas como Mbappé, Yamal, Messi e Ronaldo, o atacante do Manchester City carrega o peso das esperanças de uma nação e de sua própria jornada até o maior palco.

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