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Esporteterça-feira, 23 de junho de 2026

Dybantsa encabeça Draft da NBA sem surpresas; Wizards apostam no talento de BYU

Washington seleciona o ala AJ Dybantsa com a primeira escolha, Utah Jazz fica com Darryn Peterson e Memphis Grizzlies apostam em Cameron Boozer, filho de Carlos Boozer.

O Washington Wizards abriu o Draft da NBA de 2026 na noite de terça-feira, no Barclays Center em Nova Iorque, selecionando o ala AJ Dybantsa, da Universidade Brigham Young, com a primeira escolha geral. O movimento era amplamente antecipado por analistas norte-americanos, que viam no jogador de 2,06 metros e 19 anos uma combinação de porte atlético e capacidade ofensiva imediata — Dybantsa liderou o basquete universitário com 25,5 pontos por jogo. A escolha representa a terceira vez que a franquia da capital detém a primeira posição, após Kwame Brown (2001) e John Wall (2010), e insere o jovem num elenco que já conta com os franceses Alex Sarr e Bilal Coulibaly, além das estrelas Trae Young e Anthony Davis, adquiridos em trocas recentes.

Na segunda posição, o Utah Jazz optou pelo armador Darryn Peterson, de Kansas, um pontuador de três níveis cuja temporada universitária foi marcada por ausências devido a cãibras severas. A direção do Jazz, que não escolhia tão alto desde 1980, viajou até a cidade natal do jogador para uma entrevista decisiva e projetou sua parceria com Keyonte George na linha de retaguarda. Em Memphis, os Grizzlies usaram a terceira escolha para incorporar Cameron Boozer, ala de Duke e filho do ex-all-star Carlos Boozer, que registrou médias de 22,5 pontos e 10,2 rebotes. A franquia, sob o comando do técnico Tuomas Iisalo e em processo de reconstrução após a saída de Taylor Jenkins, aposta na maturidade do jovem de 18 anos para acelerar a transição, enquanto o futuro de Ja Morant permanece incerto.

O Chicago Bulls, com a quarta escolha, levou Caleb Wilson, ala da Carolina do Norte que sofreu uma fratura no polegar em março e perdeu o torneio da NCAA. A nova gestão, liderada por Bryson Graham e pelo técnico Tiago Splitter, espera que Wilson supere o desempenho de Patrick Williams, escolhido na mesma posição em 2020. A quinta escolha trouxe uma das narrativas mais comentadas na imprensa brasileira e europeia: o Los Angeles Clippers surpreendeu ao selecionar Keaton Wagler, armador de Illinois que saltou do anonimato como recruta de três estrelas para o prêmio Jerry West Award e uma vaga no Final Four. A franquia angelina, que recebeu essa escolha como último ativo da troca de Paul George em 2019, admitiu não se ver como candidata ao título, mas aposta na polivalência de Wagler para aliviar Darius Garland e complementar Kawhi Leonard.

Paralelamente, uma troca tripla movimentou o mercado: Julius Randle foi para o Brooklyn Nets, Nic Claxton reforçou o Chicago Bulls, e escolhas de draft circularam entre as equipas. O primeiro round distribuiu talentos por franquias em reconstrução, como Brooklyn (Mikel Brown Jr.), Sacramento (Darius Acuff Jr.) e Dallas (Morez Johnson Jr., ex-pupilo do novo técnico Dusty May em Michigan). O segundo round, com outras 30 escolhas, ocorre na noite seguinte, mas o impacto imediato já se desenha: Washington sonha com os playoffs após três anos de ausência, Utah e Memphis aceleram seus projetos, e Chicago inicia uma nova era sob comando de Splitter.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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A classe do draft da NBA de 2026 está sendo celebrada como a mais profunda e talentosa safra de calouros da memória. Os mercados de apostas fervilham com palpites de valor, e a escolha de AJ Dybantsa pelos Wizards na primeira posição é retratada como um movimento transformador para a franquia, atraindo comparações imediatas com Kevin Durant.

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Às vésperas da nova temporada, uma grande troca tripla envolvendo Julius Randle e Nic Claxton redesenhou o mapa de poder da NBA. Paralelamente, o draft permitiu que times em reconstrução como Utah, Memphis e Chicago garantissem talentos fundamentais, sinalizando um reequilíbrio da ordem competitiva da liga.

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terça-feira, 23 de junho de 2026

Dybantsa encabeça Draft da NBA sem surpresas; Wizards apostam no talento de BYU

Washington seleciona o ala AJ Dybantsa com a primeira escolha, Utah Jazz fica com Darryn Peterson e Memphis Grizzlies apostam em Cameron Boozer, filho de Carlos Boozer.

O Washington Wizards abriu o Draft da NBA de 2026 na noite de terça-feira, no Barclays Center em Nova Iorque, selecionando o ala AJ Dybantsa, da Universidade Brigham Young, com a primeira escolha geral. O movimento era amplamente antecipado por analistas norte-americanos, que viam no jogador de 2,06 metros e 19 anos uma combinação de porte atlético e capacidade ofensiva imediata — Dybantsa liderou o basquete universitário com 25,5 pontos por jogo. A escolha representa a terceira vez que a franquia da capital detém a primeira posição, após Kwame Brown (2001) e John Wall (2010), e insere o jovem num elenco que já conta com os franceses Alex Sarr e Bilal Coulibaly, além das estrelas Trae Young e Anthony Davis, adquiridos em trocas recentes.

Na segunda posição, o Utah Jazz optou pelo armador Darryn Peterson, de Kansas, um pontuador de três níveis cuja temporada universitária foi marcada por ausências devido a cãibras severas. A direção do Jazz, que não escolhia tão alto desde 1980, viajou até a cidade natal do jogador para uma entrevista decisiva e projetou sua parceria com Keyonte George na linha de retaguarda. Em Memphis, os Grizzlies usaram a terceira escolha para incorporar Cameron Boozer, ala de Duke e filho do ex-all-star Carlos Boozer, que registrou médias de 22,5 pontos e 10,2 rebotes. A franquia, sob o comando do técnico Tuomas Iisalo e em processo de reconstrução após a saída de Taylor Jenkins, aposta na maturidade do jovem de 18 anos para acelerar a transição, enquanto o futuro de Ja Morant permanece incerto.

O Chicago Bulls, com a quarta escolha, levou Caleb Wilson, ala da Carolina do Norte que sofreu uma fratura no polegar em março e perdeu o torneio da NCAA. A nova gestão, liderada por Bryson Graham e pelo técnico Tiago Splitter, espera que Wilson supere o desempenho de Patrick Williams, escolhido na mesma posição em 2020. A quinta escolha trouxe uma das narrativas mais comentadas na imprensa brasileira e europeia: o Los Angeles Clippers surpreendeu ao selecionar Keaton Wagler, armador de Illinois que saltou do anonimato como recruta de três estrelas para o prêmio Jerry West Award e uma vaga no Final Four. A franquia angelina, que recebeu essa escolha como último ativo da troca de Paul George em 2019, admitiu não se ver como candidata ao título, mas aposta na polivalência de Wagler para aliviar Darius Garland e complementar Kawhi Leonard.

Paralelamente, uma troca tripla movimentou o mercado: Julius Randle foi para o Brooklyn Nets, Nic Claxton reforçou o Chicago Bulls, e escolhas de draft circularam entre as equipas. O primeiro round distribuiu talentos por franquias em reconstrução, como Brooklyn (Mikel Brown Jr.), Sacramento (Darius Acuff Jr.) e Dallas (Morez Johnson Jr., ex-pupilo do novo técnico Dusty May em Michigan). O segundo round, com outras 30 escolhas, ocorre na noite seguinte, mas o impacto imediato já se desenha: Washington sonha com os playoffs após três anos de ausência, Utah e Memphis aceleram seus projetos, e Chicago inicia uma nova era sob comando de Splitter.

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A classe do draft da NBA de 2026 está sendo celebrada como a mais profunda e talentosa safra de calouros da memória. Os mercados de apostas fervilham com palpites de valor, e a escolha de AJ Dybantsa pelos Wizards na primeira posição é retratada como um movimento transformador para a franquia, atraindo comparações imediatas com Kevin Durant.

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Às vésperas da nova temporada, uma grande troca tripla envolvendo Julius Randle e Nic Claxton redesenhou o mapa de poder da NBA. Paralelamente, o draft permitiu que times em reconstrução como Utah, Memphis e Chicago garantissem talentos fundamentais, sinalizando um reequilíbrio da ordem competitiva da liga.

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