
Messi atinge 21 gols em Copas do Mundo e se isola como maior artilheiro da história
Aos 39 anos, o camisa 10 argentino já marcou oito gols no Mundial de 2026 e se tornou o recordista absoluto, superando Miroslav Klose, enquanto Mbappé o persegue de perto.
Lionel Messi tornou-se o maior artilheiro da história das Copas do Mundo ao atingir a marca de 21 gols, superando o alemão Miroslav Klose, que detinha o recorde com 16. O feito foi alcançado durante a campanha da Argentina no Mundial de 2026, disputado nos Estados Unidos, Canadá e México, onde o capitão da Albiceleste já balançou as redes oito vezes em cinco partidas, igualando o francês Kylian Mbappé na artilharia da competição. Mbappé, com 20 gols no total, é o principal perseguidor do argentino na lista histórica, que ainda inclui Ronaldo (15), Harry Kane (14) e Gerd Müller (14).
A produção ofensiva de Messi nesta edição já supera os sete gols que marcou no Catar, em 2022, quando conduziu a Argentina ao título. Segundo dados da imprensa argentina, os gols do camisa 10 representam 57% do total de 14 tentos da equipe no torneio, uma dependência que cresceu em relação às conquistas recentes da Copa América. Com 18 finalizações, Messi chutou mais a gol do que todos os seus companheiros somados (16), e seu índice de gols esperados (5,65) é o mais alto do Mundial, à frente de Erling Haaland (4,54). Apesar de ter ao lado atacantes como Julián Álvarez e Lautaro Martínez, o peso do capitão no setor ofensivo é inédito.
Aos 39 anos, o desempenho do astro provoca reações de surpresa e admiração em diferentes continentes. Na Europa, o técnico da Espanha, Luis de la Fuente, afirmou que Messi “parece ter 19 ou 23 anos”, enquanto o norueguês Haaland o classificou como “o melhor de todos os tempos”. Na Ásia, a imprensa indonésia destacou que o argentino “não se cansa e nunca está satisfeito”, servindo de exemplo para jovens atletas. No Brasil, a evolução de seus gols em Copas — de um em 2006 a oito em 2026 — é apontada como um auge tardio e incomum, que desafia as expectativas físicas para um jogador próximo dos 40 anos.
Neste sábado, Messi e a Argentina enfrentam a Suíça nas quartas de final, em Kansas City. Será a quinta participação do craque nessa fase de Mundiais, com um retrospecto de duas vitórias e duas derrotas. O capitão suíço Granit Xhaka reconheceu o privilégio de enfrentá-lo, enquanto o defensor Ricardo Rodríguez resumiu: “Não posso dizer mais nada, porque eles têm Messi, o melhor”. Uma vitória colocará a Albiceleste nas semifinais, mantendo vivo o sonho do bicampeonato consecutivo.
| Imprensa latino-americana | +1.00 | aligned |
|---|---|---|
| Imprensa atlântica / anglosfera | 0.00 | neutral |
Argentina celebrates its eternal hero Messi, who at 39 continues to break records and carry the team in his farewell World Cup.
A narrative of total team dependence on Messi is built, presenting him as indispensable and almost superhuman, justifying the exclusive focus on his figure.
The competitive threat from Mbappé, who is only one goal behind, is omitted to maintain a narrative of unchallenged greatness.
The record book is updated: Messi now leads with 21 goals, but Mbappé is close behind at 20.
By presenting the top scorers list as a simple ranking, the bloc depersonalizes the achievement and frames it as a competitive race, reducing Messi's feat to a number.
The emotional and nationalistic framing of Messi's farewell World Cup is omitted, presenting the record as a neutral statistic.
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