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Mídia e Entretenimentoquinta-feira, 25 de junho de 2026

Lionel Richie senta-se a meio de “Dancing on the Ceiling” e suspende concerto de abertura da digressão

O cantor de 77 anos interrompeu o espetáculo em St. Paul após sentir tonturas, foi observado no hospital e deixou em suspenso as 26 datas da tour com os Earth, Wind & Fire.

A plataforma no centro do palco do Grand Casino Arena transformou-se, na noite de quarta-feira, num lugar de pausa forçada. Lionel Richie, 77 anos, percorria o alinhamento enérgico de “Dancing on the Ceiling” quando o corpo pediu uma trégua. Em vídeos partilhados por fãs, vê-se o cantor a interromper a coreografia, a sentar-se e a dirigir-se ao público com uma frase que misturava cansaço e ironia: “Quando se sentem tontos, sentem o rabo”. A plateia riu, mas o gesto continha uma fragilidade que o resto da noite confirmaria.

Após uma versão sentada ao piano de “Three Times a Lady”, Richie abandonou o palco para o que muitos julgaram ser um intervalo breve. A banda manteve-se a tocar durante cerca de quinze minutos, até também se retirar. Quarenta minutos depois, o saxofonista Dino Soldo regressou sozinho para anunciar que o cantor não se sentia bem e não poderia continuar. O espetáculo, que deveria durar hora e meia, terminava ali, aos 55 minutos. O site TMZ noticiou que paramédicos o assistiram nos bastidores e o transportaram a um hospital próximo por precaução; o baterista dos Earth, Wind & Fire, John Paris, diria mais tarde ao Minnesota Star Tribune que Richie lhe confidenciou estar “um pouco desidratado”.

A imagem de um Lionel Richie sentado em palco ecoa de forma particular numa carreira que ajudou a definir a banda sonora da soul e do pop globais. Nascido em Tuskegee, Alabama, Richie tornou-se conhecido nos anos 70 como vocalista dos Commodores, antes de construir uma carreira a solo que lhe valeu quatro Grammys e um Óscar por “Say You, Say Me”. Canções como “Hello”, “All Night Long” e “We Are the World” — esta coescrita com Michael Jackson — fizeram dele uma presença constante nas rádios brasileiras e portuguesas ao longo das décadas de 80 e 90. No Brasil, onde atuou em estádios e casas de espetáculo de grande lotação, o cantor é recordado como um dos rostos mais amáveis da Motown, capaz de transitar entre o romantismo das baladas e a festa dos ritmos dançantes.

A notícia do incidente correu rapidamente nas redes sociais, com vídeos amadores a acumular visualizações e comentários de preocupação. Na imprensa latino-americana, do México à Argentina, o episódio foi tratado com um tom de sobressalto afetivo, sublinhando a vulnerabilidade de um artista que atravessou gerações. Em Itália, o jornal Il Fatto Quotidiano destacou o momento em que o músico se sentou repetidamente, enquanto o diário espanhol La Razón recordava que, horas antes, Richie publicara nas redes sociais uma mensagem de entusiasmo pela noite de estreia. A digressão “Sing a Song All Night Long”, com 26 datas agendadas até meados de agosto, prevê passagens por Chicago, Nova Iorque, Los Angeles e outras cidades norte-americanas, mas a confirmação da próxima paragem, já esta sexta-feira, permanecia em aberto.

O que fica da noite de St. Paul é a imagem de um piano iluminado e de um banco vazio, enquanto a banda se despede em silêncio. Richie, que nos últimos anos se manteve ativo como jurado do American Idol e em digressões ocasionais, viu o corpo impor uma pausa que o alinhamento não previa. A cena, captada por dezenas de telemóveis, recorda que a música ao vivo é também um diálogo com os limites físicos — e que, por vezes, a melodia mais eloquente é a da prudência.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Na noite de abertura da sua digressão, Lionel Richie sentiu tonturas enquanto cantava 'Dancing on the Ceiling' e foi forçado a sentar-se no palco. Mais tarde, informou o público de que não se sentia bem e teve de encurtar o concerto. A reportagem manteve-se comedida, referindo a idade do cantor e o fim abrupto do espetáculo, sem mais comentários.

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Uma onda de apreensão percorreu o público quando Lionel Richie se sentiu subitamente mal em palco, sofrendo de tonturas e vertigens. O artista de 77 anos foi forçado a interromper a atuação e um membro da banda teve de anunciar que ele não podia continuar, pedindo desculpas à multidão. O incidente gerou preocupação e receio imediatos pela saúde do cantor.

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quinta-feira, 25 de junho de 2026

Lionel Richie senta-se a meio de “Dancing on the Ceiling” e suspende concerto de abertura da digressão

O cantor de 77 anos interrompeu o espetáculo em St. Paul após sentir tonturas, foi observado no hospital e deixou em suspenso as 26 datas da tour com os Earth, Wind & Fire.

A plataforma no centro do palco do Grand Casino Arena transformou-se, na noite de quarta-feira, num lugar de pausa forçada. Lionel Richie, 77 anos, percorria o alinhamento enérgico de “Dancing on the Ceiling” quando o corpo pediu uma trégua. Em vídeos partilhados por fãs, vê-se o cantor a interromper a coreografia, a sentar-se e a dirigir-se ao público com uma frase que misturava cansaço e ironia: “Quando se sentem tontos, sentem o rabo”. A plateia riu, mas o gesto continha uma fragilidade que o resto da noite confirmaria.

Após uma versão sentada ao piano de “Three Times a Lady”, Richie abandonou o palco para o que muitos julgaram ser um intervalo breve. A banda manteve-se a tocar durante cerca de quinze minutos, até também se retirar. Quarenta minutos depois, o saxofonista Dino Soldo regressou sozinho para anunciar que o cantor não se sentia bem e não poderia continuar. O espetáculo, que deveria durar hora e meia, terminava ali, aos 55 minutos. O site TMZ noticiou que paramédicos o assistiram nos bastidores e o transportaram a um hospital próximo por precaução; o baterista dos Earth, Wind & Fire, John Paris, diria mais tarde ao Minnesota Star Tribune que Richie lhe confidenciou estar “um pouco desidratado”.

A imagem de um Lionel Richie sentado em palco ecoa de forma particular numa carreira que ajudou a definir a banda sonora da soul e do pop globais. Nascido em Tuskegee, Alabama, Richie tornou-se conhecido nos anos 70 como vocalista dos Commodores, antes de construir uma carreira a solo que lhe valeu quatro Grammys e um Óscar por “Say You, Say Me”. Canções como “Hello”, “All Night Long” e “We Are the World” — esta coescrita com Michael Jackson — fizeram dele uma presença constante nas rádios brasileiras e portuguesas ao longo das décadas de 80 e 90. No Brasil, onde atuou em estádios e casas de espetáculo de grande lotação, o cantor é recordado como um dos rostos mais amáveis da Motown, capaz de transitar entre o romantismo das baladas e a festa dos ritmos dançantes.

A notícia do incidente correu rapidamente nas redes sociais, com vídeos amadores a acumular visualizações e comentários de preocupação. Na imprensa latino-americana, do México à Argentina, o episódio foi tratado com um tom de sobressalto afetivo, sublinhando a vulnerabilidade de um artista que atravessou gerações. Em Itália, o jornal Il Fatto Quotidiano destacou o momento em que o músico se sentou repetidamente, enquanto o diário espanhol La Razón recordava que, horas antes, Richie publicara nas redes sociais uma mensagem de entusiasmo pela noite de estreia. A digressão “Sing a Song All Night Long”, com 26 datas agendadas até meados de agosto, prevê passagens por Chicago, Nova Iorque, Los Angeles e outras cidades norte-americanas, mas a confirmação da próxima paragem, já esta sexta-feira, permanecia em aberto.

O que fica da noite de St. Paul é a imagem de um piano iluminado e de um banco vazio, enquanto a banda se despede em silêncio. Richie, que nos últimos anos se manteve ativo como jurado do American Idol e em digressões ocasionais, viu o corpo impor uma pausa que o alinhamento não previa. A cena, captada por dezenas de telemóveis, recorda que a música ao vivo é também um diálogo com os limites físicos — e que, por vezes, a melodia mais eloquente é a da prudência.

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