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Crime e Desastressexta-feira, 3 de julho de 2026

Interpol emite alerta vermelho para ucraniana suspeita de atentado a bomba em Mónaco

Anastasiia Berezovska, de 39 anos, é procurada por tentativa de homicídio após explosão que feriu o empresário Vadym Yermolaiev e a sua família; suspeita terá fugido por França e Itália.

Na noite de segunda-feira, 29 de junho, uma explosão abalou a entrada de um edifício residencial no Principado do Mónaco, junto à fronteira com França. Três pessoas que regressavam de um jantar — um homem, uma mulher e um adolescente de 13 anos — foram atingidas pela detonação de um engenho explosivo colocado nas escadas do prédio. As autoridades monegascas não confirmaram oficialmente as identidades, mas fontes próximas da investigação e a imprensa internacional identificam o homem como Vadym Yermolaiev, empresário de origem ucraniana e cidadão cipriota, que se encontrava acompanhado pela companheira e pelo filho. A mulher permanece em estado crítico, enquanto Yermolaiev estabilizou e o menor sofreu ferimentos ligeiros; dois transeuntes ficaram ligeiramente feridos por estilhaços de vidro.

Na sexta-feira, a Interpol emitiu uma Notificação Vermelha para Anastasiia Berezovska, cidadã ucraniana de 39 anos, como principal suspeita de tentativa de homicídio, colocação de engenho explosivo em via pública e associação criminosa. A suspeita, que tem uma tatuagem no braço direito — possivelmente uma serpente —, cabelo escuro e fala alemão, foi inicialmente confundida com um homem devido ao disfarce com chapéu de pescador preto e roupa escura. Imagens de videovigilância e o testemunho de uma pessoa que com ela contactou permitiram aos investigadores concluir que se tratava de uma mulher disfarçada. Após a explosão, Berezovska fugiu a pé para a localidade francesa de Beausoleil, onde recuperou um automóvel alugado na Alemanha, e seguiu para Itália, atravessando depois vários países europeus até regressar à Alemanha, onde residia. A polícia alemã revistou o seu apartamento na região de Frankfurt e apreendeu provas, mas a suspeita continua em fuga.

O procurador-adjunto do Mónaco, Morgan Raymond, revelou que o engenho foi detonado à distância, por controlo remoto, e que a relativa sofisticação do dispositivo e o modus operandi indiciam que a suspeita não agiu sozinha. Dois homens chegaram a ser detidos no principado, mas foram libertados por falta de provas. A investigação, que mobiliza autoridades monegascas, francesas, italianas e alemãs, procura agora determinar a existência de cúmplices e o eventual mandante do ataque. O motivo permanece por esclarecer: fontes judiciais admitem a possibilidade de ligações ao crime organizado, enquanto alguma imprensa francesa evoca a hipótese de envolvimento de serviços secretos ucranianos, sem que haja confirmação oficial.

O atentado é o primeiro com recurso a explosivos na história do Mónaco, um microestado de 2 km² conhecido pela elevada segurança e pela concentração de grandes fortunas. O príncipe Alberto II classificou o sucedido como um 'ato odioso' e garantiu que todos os serviços públicos foram mobilizados para reforçar a segurança. Yermolaiev, que fez fortuna no setor imobiliário e na indústria do álcool, renunciou à cidadania ucraniana em 2019 e foi sancionado por Kiev em 2023 devido a negócios na Crimeia ocupada pela Rússia. As autoridades monegascas mantêm a investigação em curso e apelam à colaboração internacional para localizar a suspeita.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Imprensa europeia continentalImprensa latino-americana
Imprensa europeia continental/ Mediterrânea
AlarmeUrgência

A imprensa italiana retrata a suspeita como uma fugitiva perigosa com olhar gelado e uma tatuagem de cobra, disfarçada de homem, que fugiu pela Europa após um atentado a bomba contra um oligarca em Mônaco. A narrativa enfatiza a caçada humana, o aviso vermelho da Interpol e a perseguição dramática por vários países. O tom é urgente e focado na investigação criminal.

Imprensa latino-americana
DistanciamentoPragmatismo

A imprensa latino-americana relata de forma neutra sobre a suspeita, identificando-a como Anastasia Berezovska, e destacando o aviso vermelho da Interpol. Foca nos fatos: o atentado, a fuga e a cooperação internacional, sem adicionar drama ou julgamentos de valor. O tom é descritivo e objetivo.

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sexta-feira, 3 de julho de 2026

Interpol emite alerta vermelho para ucraniana suspeita de atentado a bomba em Mónaco

Anastasiia Berezovska, de 39 anos, é procurada por tentativa de homicídio após explosão que feriu o empresário Vadym Yermolaiev e a sua família; suspeita terá fugido por França e Itália.

Na noite de segunda-feira, 29 de junho, uma explosão abalou a entrada de um edifício residencial no Principado do Mónaco, junto à fronteira com França. Três pessoas que regressavam de um jantar — um homem, uma mulher e um adolescente de 13 anos — foram atingidas pela detonação de um engenho explosivo colocado nas escadas do prédio. As autoridades monegascas não confirmaram oficialmente as identidades, mas fontes próximas da investigação e a imprensa internacional identificam o homem como Vadym Yermolaiev, empresário de origem ucraniana e cidadão cipriota, que se encontrava acompanhado pela companheira e pelo filho. A mulher permanece em estado crítico, enquanto Yermolaiev estabilizou e o menor sofreu ferimentos ligeiros; dois transeuntes ficaram ligeiramente feridos por estilhaços de vidro.

Na sexta-feira, a Interpol emitiu uma Notificação Vermelha para Anastasiia Berezovska, cidadã ucraniana de 39 anos, como principal suspeita de tentativa de homicídio, colocação de engenho explosivo em via pública e associação criminosa. A suspeita, que tem uma tatuagem no braço direito — possivelmente uma serpente —, cabelo escuro e fala alemão, foi inicialmente confundida com um homem devido ao disfarce com chapéu de pescador preto e roupa escura. Imagens de videovigilância e o testemunho de uma pessoa que com ela contactou permitiram aos investigadores concluir que se tratava de uma mulher disfarçada. Após a explosão, Berezovska fugiu a pé para a localidade francesa de Beausoleil, onde recuperou um automóvel alugado na Alemanha, e seguiu para Itália, atravessando depois vários países europeus até regressar à Alemanha, onde residia. A polícia alemã revistou o seu apartamento na região de Frankfurt e apreendeu provas, mas a suspeita continua em fuga.

O procurador-adjunto do Mónaco, Morgan Raymond, revelou que o engenho foi detonado à distância, por controlo remoto, e que a relativa sofisticação do dispositivo e o modus operandi indiciam que a suspeita não agiu sozinha. Dois homens chegaram a ser detidos no principado, mas foram libertados por falta de provas. A investigação, que mobiliza autoridades monegascas, francesas, italianas e alemãs, procura agora determinar a existência de cúmplices e o eventual mandante do ataque. O motivo permanece por esclarecer: fontes judiciais admitem a possibilidade de ligações ao crime organizado, enquanto alguma imprensa francesa evoca a hipótese de envolvimento de serviços secretos ucranianos, sem que haja confirmação oficial.

O atentado é o primeiro com recurso a explosivos na história do Mónaco, um microestado de 2 km² conhecido pela elevada segurança e pela concentração de grandes fortunas. O príncipe Alberto II classificou o sucedido como um 'ato odioso' e garantiu que todos os serviços públicos foram mobilizados para reforçar a segurança. Yermolaiev, que fez fortuna no setor imobiliário e na indústria do álcool, renunciou à cidadania ucraniana em 2019 e foi sancionado por Kiev em 2023 devido a negócios na Crimeia ocupada pela Rússia. As autoridades monegascas mantêm a investigação em curso e apelam à colaboração internacional para localizar a suspeita.

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Imprensa europeia continental/ Mediterrânea
AlarmeUrgência

A imprensa italiana retrata a suspeita como uma fugitiva perigosa com olhar gelado e uma tatuagem de cobra, disfarçada de homem, que fugiu pela Europa após um atentado a bomba contra um oligarca em Mônaco. A narrativa enfatiza a caçada humana, o aviso vermelho da Interpol e a perseguição dramática por vários países. O tom é urgente e focado na investigação criminal.

Imprensa latino-americana
DistanciamentoPragmatismo

A imprensa latino-americana relata de forma neutra sobre a suspeita, identificando-a como Anastasia Berezovska, e destacando o aviso vermelho da Interpol. Foca nos fatos: o atentado, a fuga e a cooperação internacional, sem adicionar drama ou julgamentos de valor. O tom é descritivo e objetivo.

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