
Comer menos pode travar emagrecimento, e natação e sono natural ganham força
Estudos recentes questionam a eficácia de dietas muito restritivas e apontam que a qualidade dos alimentos, o tipo de exercício e o respeito ao ciclo circadiano são determinantes para a perda de peso e o descanso.
A lógica de que basta reduzir calorias para emagrecer vem sendo revista por especialistas. Na América Latina, investigadores citados pela imprensa argentina observam que dietas prolongadas e agressivas podem levar o organismo a adaptar-se, diminuindo o gasto energético basal e favorecendo a perda de massa muscular, o que dificulta a queima de gordura a longo prazo. Paralelamente, a imprensa russa divulga estudos que mostram a natação como uma das atividades mais eficazes para o gasto calórico, sobretudo em mulheres que treinam três vezes por semana, com sessões estruturadas de 45 a 60 minutos e alternância de estilos como crawl e borboleta. A água reduz o impacto articular, tornando a modalidade acessível mesmo a quem está em recuperação de lesões.
No Médio Oriente, a discussão centra-se na composição das refeições e na frequência alimentar. Nutricionistas consultados por veículos iranianos detalham que dietas ricas em proteína aumentam a saciedade e aceleram ligeiramente o metabolismo, mas o excesso pode sobrecarregar os rins, especialmente em pessoas com doença renal pré-existente. Já a imprensa árabe relata que o número de refeições — três ou cinco por dia — não altera significativamente a taxa metabólica se o total calórico for mantido, e que o controlo da fome depende mais da presença de fibras, proteínas e gorduras saudáveis do que da frequência com que se come. No Líbano, especialistas acrescentam que a sensação de fome logo após as refeições está muitas vezes ligada a refeições pobres nesses nutrientes, ao consumo rápido dos alimentos e a fatores como stresse e desidratação.
O sono emerge como pilar complementar. No México, a imprensa cita a Organização Mundial da Saúde e os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças dos EUA para sublinhar que despertar sem alarme, respeitando o ciclo circadiano, protege o metabolismo e a saúde cardiovascular, enquanto os suplementos para dormir só devem ser usados sob indicação médica. Na Argentina, especialistas destacam o papel de peixes e mariscos, ricos em ómega-3 e triptofano, na produção de serotonina e melatonina, hormonas que regulam o humor e o ciclo sono-vigília, e recomendam jantares ligeiros duas a três horas antes de deitar.
A convergência destas frentes de investigação aponta para uma abordagem integrada: défices calóricos moderados, exercício que preserve a massa muscular, refeições equilibradas e respeito pelos ritmos biológicos. O próximo marco a acompanhar são os estudos longitudinais que avaliam a interação entre crononutrição, composição corporal e qualidade do descanso, bem como a atualização de diretrizes de saúde pública que incorporem estas evidências.
| Imprensa iraniana e afins | +0.90 | aligned |
|---|---|---|
| Imprensa russa e CEI | −0.30 | critical |
The body reclaims control, proving that inner wisdom triumphs over external impositions.
The body is personified as a nation liberating itself from foreign domination, transferring the rhetoric of national sovereignty to the biological plane.
The body rebels and must be heeded, otherwise the consequences are severe.
The failure of individual control is equated to the failure of geopolitical control, creating a symmetry between micro and macro that amplifies the sense of urgency.
Amplie o olhar
Casa da Moeda dos EUA começa a produzir moeda de um dólar com rosto de Trump
4 idiomas · 18 veículos
De Economy & MarketsEUA confirmam tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e Brasil anuncia retaliação
3 idiomas · 14 veículos
De TechnologySoyuz lança astronauta da NASA Anil Menon e dois cosmonautas para missão de oito meses na ISS
3 idiomas · 9 veículos