
Indian Muslim é esfaqueado 15 vezes em shopping nos EUA; suspeito diz querer matar muçulmanos
Ataque em Utah deixa trabalhador de quiosque em estado crítico; polícia investiga crime de ódio após suspeito admitir motivação religiosa.
Um trabalhador de um quiosque no centro comercial Valley Fair Mall, em West Valley City, Utah, foi esfaqueado repetidamente na segunda-feira depois de ser questionado sobre a sua religião. A vítima, identificada por amigos como Sohail, de nacionalidade indiana e confissão muçulmana, permanece em estado crítico no hospital, segundo fontes médicas.
De acordo com documentos judiciais citados pela imprensa local, o agressor, Peter Michael Larsen, de 48 anos, aproximou-se do funcionário, perguntou-lhe o nome e a fé e, quando a vítima se virou para lhe alcançar uma garrafa de água, desferiu múltiplas facadas. Testemunhas relataram que Larsen terá perguntado a várias pessoas no centro comercial se eram muçulmanas antes do ataque.
Larsen foi imobilizado por transeuntes até à chegada da polícia e detido sob suspeita de tentativa de homicídio e posse de arma perigosa. No auto de detenção, as autoridades registam que o suspeito afirmou “pretender matar muçulmanos” e ter escolhido a vítima devido à sua religião. O homem, que cumpriu pena de prisão por incidentes violentos anteriores e foi libertado em janeiro de 2025, foi descrito pela polícia como “um perigo substancial para o público”.
Amigos da vítima lançaram uma campanha de angariação de fundos, indicando que Sohail foi atingido por 15 golpes e já foi submetido a várias cirurgias. É o único sustento da mulher e dos dois filhos pequenos, não dispondo de seguro de saúde, segundo uma colega de trabalho. Organizações de defesa dos direitos dos muçulmanos, como o Conselho de Relações Americano-Islâmicas (CAIR), condenaram o ataque, inserindo-o num contexto de aumento da islamofobia nos EUA, que atribuem a discursos anti-imigração, supremacia branca e tensões ligadas à guerra em Gaza. As autoridades locais mantêm a investigação em curso, enquanto o suspeito permanece sob custódia.
| Imprensa iraniana e afins | −0.80 | critical |
|---|---|---|
| Imprensa israelense | 0.00 | neutral |
| Imprensa do Golfo árabe | 0.00 | neutral |
O Irã denuncia a islamofobia nos Estados Unidos como causa deste ataque, ligando-o a uma tendência sistêmica.
Usa a confissão do suspeito para generalizar o problema, apresentando o episódio como evidência de um clima de ódio generalizado na América.
Omite que transeuntes imobilizaram o suspeito e que ele foi preso rapidamente, detalhes que suavizariam a narrativa de uma América indiferente.
É um crime de ódio, ponto final. Os fatos falam por si mesmos.
Baseia-se nas declarações oficiais da polícia para estabelecer a veracidade, evitando qualquer análise contextual.
Omite o contexto mais amplo da islamofobia nos Estados Unidos, que poderia sugerir uma tendência sistêmica.
O ataque é um crime de ódio, e o suspeito é um perigo para a sociedade.
Usa citações da polícia para enfatizar a ameaça representada pelo suspeito, sem estender a crítica ao sistema.
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