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Apple inicia produção do iPhone dobrável e concentra fornecimento de telas em Samsung e LG

O início da fabricação de painéis OLED para o primeiro dobrável da Apple confirma o lançamento em setembro, enquanto a empresa enfrenta questionamentos sobre privacidade na App Store e a ciência avança na busca por exoplanetas habitáveis.

A Samsung Display deu início à produção dos primeiros 3 milhões de painéis OLED destinados ao iPhone dobrável da Apple, conforme fontes da cadeia de suprimentos na Coreia do Sul. O movimento confirma que o dispositivo, chamado provisoriamente de iPhone Ultra, será apresentado em setembro de 2026, juntamente com os modelos iPhone 18 Pro e Pro Max. A Samsung será a fornecedora exclusiva das telas para o dobrável por três anos, utilizando o material M16, que oferece maior brilho e eficiência energética. Paralelamente, a LG Display fornecerá os painéis para o Apple Watch Series 12, enquanto ambas as empresas coreanas dividirão a produção de cerca de 90 milhões de telas para os iPhone 18 Pro. A chinesa BOE ficou de fora dessa leva devido a problemas de qualidade anteriores, sinalizando uma concentração da cadeia de fornecimento em parceiros coreanos.

O lançamento em setembro reforça a estratégia da Apple de ditar o ritmo do mercado de smartphones premium. Analistas em Beirute observam que a data força concorrentes como Samsung e Google a anteciparem seus lançamentos para julho e agosto, reduzindo sua janela de vendas antes que a atenção de operadoras e varejistas se volte para os novos iPhones. O preço estimado do dobrável varia entre US$ 2.000 e US$ 2.400, o que o tornaria o iPhone mais caro da história. Dados do mercado de usados nos Estados Unidos indicam que smartphones dobráveis depreciam em média 64,6% no primeiro ano, bem acima dos 55,3% dos modelos tradicionais. Contudo, a marca Apple historicamente retém valor melhor que as concorrentes, e analistas projetam que o iPhone Ultra poderá valer entre US$ 708 e US$ 1.236 após 12 meses, a depender do comportamento do consumidor.

Em outra frente, a Apple enfrenta escrutínio sobre a coleta de dados na App Store. Pesquisadores de segurança identificaram que o novo recurso “Coleções Personalizadas” regista cada toque e interação do utilizador, incluindo a velocidade de digitação, sem oferecer opção de desativação. Os dados são enviados aos servidores da empresa e podem ser solicitados pelo portal de privacidade da Apple. A revelação reacende o debate sobre os limites da personalização, especialmente na União Europeia, onde o regulamento geral de proteção de dados impõe exigências de consentimento explícito. No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados também poderia enquadrar a prática, caso se confirme a ausência de mecanismos de opt-out.

No campo científico, uma equipa internacional desenvolveu um modelo teórico que combina massa, tamanho e distância da estrela para prever quais exoplanetas rochosos têm maior probabilidade de manter água líquida, com o objetivo de otimizar o tempo de observação do Telescópio Espacial James Webb. Em estudo observacional separado, investigadores que utilizaram o robô humanoide Pepper em interações públicas constataram que humanos tendem a antropomorfizar a máquina, demonstrando empatia quando o robô comete erros, mas adotando postura defensiva diante de comportamentos autoritários. Os achados oferecem diretrizes para o design de robôs sociais, ainda em fase experimental.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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A Apple prepara-se para lançar o seu primeiro iPhone dobrável, gerando entusiasmo, mas enfrenta acusações de que uma nova funcionalidade da App Store regista cada toque para personalizar recomendações, acionando alertas de privacidade.

Imprensa chinesa/ Negócios
PragmatismoCeticismo

Os fabricantes coreanos de ecrãs garantiram todas as encomendas de painéis OLED para os dispositivos da Apple de 2026, incluindo o dobrável, afastando os concorrentes chineses devido a problemas de qualidade, enquanto os dados de mercado alertam que o telemóvel poderá perder mais de 60% do seu valor num ano.

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quarta-feira, 24 de junho de 2026

Apple inicia produção do iPhone dobrável e concentra fornecimento de telas em Samsung e LG

O início da fabricação de painéis OLED para o primeiro dobrável da Apple confirma o lançamento em setembro, enquanto a empresa enfrenta questionamentos sobre privacidade na App Store e a ciência avança na busca por exoplanetas habitáveis.

A Samsung Display deu início à produção dos primeiros 3 milhões de painéis OLED destinados ao iPhone dobrável da Apple, conforme fontes da cadeia de suprimentos na Coreia do Sul. O movimento confirma que o dispositivo, chamado provisoriamente de iPhone Ultra, será apresentado em setembro de 2026, juntamente com os modelos iPhone 18 Pro e Pro Max. A Samsung será a fornecedora exclusiva das telas para o dobrável por três anos, utilizando o material M16, que oferece maior brilho e eficiência energética. Paralelamente, a LG Display fornecerá os painéis para o Apple Watch Series 12, enquanto ambas as empresas coreanas dividirão a produção de cerca de 90 milhões de telas para os iPhone 18 Pro. A chinesa BOE ficou de fora dessa leva devido a problemas de qualidade anteriores, sinalizando uma concentração da cadeia de fornecimento em parceiros coreanos.

O lançamento em setembro reforça a estratégia da Apple de ditar o ritmo do mercado de smartphones premium. Analistas em Beirute observam que a data força concorrentes como Samsung e Google a anteciparem seus lançamentos para julho e agosto, reduzindo sua janela de vendas antes que a atenção de operadoras e varejistas se volte para os novos iPhones. O preço estimado do dobrável varia entre US$ 2.000 e US$ 2.400, o que o tornaria o iPhone mais caro da história. Dados do mercado de usados nos Estados Unidos indicam que smartphones dobráveis depreciam em média 64,6% no primeiro ano, bem acima dos 55,3% dos modelos tradicionais. Contudo, a marca Apple historicamente retém valor melhor que as concorrentes, e analistas projetam que o iPhone Ultra poderá valer entre US$ 708 e US$ 1.236 após 12 meses, a depender do comportamento do consumidor.

Em outra frente, a Apple enfrenta escrutínio sobre a coleta de dados na App Store. Pesquisadores de segurança identificaram que o novo recurso “Coleções Personalizadas” regista cada toque e interação do utilizador, incluindo a velocidade de digitação, sem oferecer opção de desativação. Os dados são enviados aos servidores da empresa e podem ser solicitados pelo portal de privacidade da Apple. A revelação reacende o debate sobre os limites da personalização, especialmente na União Europeia, onde o regulamento geral de proteção de dados impõe exigências de consentimento explícito. No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados também poderia enquadrar a prática, caso se confirme a ausência de mecanismos de opt-out.

No campo científico, uma equipa internacional desenvolveu um modelo teórico que combina massa, tamanho e distância da estrela para prever quais exoplanetas rochosos têm maior probabilidade de manter água líquida, com o objetivo de otimizar o tempo de observação do Telescópio Espacial James Webb. Em estudo observacional separado, investigadores que utilizaram o robô humanoide Pepper em interações públicas constataram que humanos tendem a antropomorfizar a máquina, demonstrando empatia quando o robô comete erros, mas adotando postura defensiva diante de comportamentos autoritários. Os achados oferecem diretrizes para o design de robôs sociais, ainda em fase experimental.

Divergência das fontes

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Como a mesma história é contada em outros lugares.

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AlarmeCeticismo

A Apple prepara-se para lançar o seu primeiro iPhone dobrável, gerando entusiasmo, mas enfrenta acusações de que uma nova funcionalidade da App Store regista cada toque para personalizar recomendações, acionando alertas de privacidade.

Imprensa chinesa/ Negócios
PragmatismoCeticismo

Os fabricantes coreanos de ecrãs garantiram todas as encomendas de painéis OLED para os dispositivos da Apple de 2026, incluindo o dobrável, afastando os concorrentes chineses devido a problemas de qualidade, enquanto os dados de mercado alertam que o telemóvel poderá perder mais de 60% do seu valor num ano.

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