
Acidente com criança ao volante mata 10 monges budistas na Tailândia
Menino de 11 anos perdeu controle de caminhonete e atropelou procissão religiosa; enfermeira desafiou tabu budista para socorrer vítimas.
Um menino de 11 anos que conduzia uma caminhonete sem autorização dos pais atropelou uma procissão de monges budistas na província de Mukdahan, no nordeste da Tailândia, na quinta-feira (2). O acidente causou a morte de 10 religiosos e deixou outros 10 feridos, alguns em estado crítico, segundo as autoridades locais.
Minutos após a colisão, a enfermeira Wiwat Laonoi, de 61 anos, que passava pelo local, foi a primeira a prestar socorro. Ela ignorou o tabu budista que desaconselha o contato físico entre mulheres e monges e realizou massagem cardíaca, verificou pulsos e coordenou o atendimento de emergência. “Disseram-me: ‘Espere, isso é um monge!’, mas eu respondi que naquele momento era um paciente”, afirmou à agência France-Presse.
A polícia tailandesa informou que o menino conduzia o veículo sem permissão e perdeu o controle, invadindo o acostamento onde o grupo de 35 monges e cinco leigos caminhava em peregrinação. Testemunhas relataram que a caminhonete fazia ziguezagues antes de atingir a procissão. O motorista foi detido e as causas do acidente estão sob investigação. As autoridades solicitaram a presença dos pais para apurar responsabilidades legais.
O gesto da enfermeira, que contraria uma tradição enraizada no budismo theravada predominante na Tailândia, repercutiu na imprensa internacional e em países de língua portuguesa com comunidades budistas, como Brasil e Portugal. A atitude foi descrita como um exemplo de priorização da vida em situações de emergência. Wiwat, que se aposentará em setembro, disse sentir orgulho por ter usado seus conhecimentos para ajudar “outros seres humanos”. O hospital de Mukdahan lançou um apelo urgente por doações de sangue para os feridos.
| Imprensa europeia continental | 0.00 | neutral |
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O acidente é descrito com distanciamento, fornecendo os dados da polícia e a sequência, sem expressar opiniões.
O uso de dados precisos e da reconstrução policial confere credibilidade e neutralidade.
O papel da enfermeira que desafiou o tabu é omitido, elemento central em outras narrativas.
A enfermeira é a heroína que colocou a vida humana acima da tradição.
A ação da enfermeira é universalizada como um exemplo de humanidade superando barreiras culturais.
Detalhes da reconstrução policial e da província específica são omitidos, focando na ação da enfermeira.
A enfermeira é a heroína que colocou a vida humana acima da tradição.
A ação da enfermeira é universalizada como um exemplo de humanidade superando barreiras culturais.
Detalhes da reconstrução policial e da província específica são omitidos, focando na ação da enfermeira.
A enfermeira é a heroína que colocou a vida humana acima da tradição.
A ação da enfermeira é universalizada como um exemplo de humanidade superando barreiras culturais.
Detalhes da reconstrução policial e da província específica são omitidos, focando na ação da enfermeira.
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