
Turquia cala Los Angeles com vitória de 3 a 2 sobre EUA no último suspiro
Já eliminada, a seleção turca derrubou a invencibilidade dos anfitriões, que pouparam titulares, com um gol de Kaan Ayhan aos 90+8 minutos.
No último lance da partida, Kaan Ayhan empurrou para as redes o gol que deu à Turquia uma vitória por 3 a 2 sobre os Estados Unidos, em Los Angeles, encerrando a campanha turca no Grupo D do Mundial de 2026 com um triunfo de honra. Os anfitriões, já apurados como líderes do grupo e com nove alterações no onze inicial, sofreram a primeira derrota na competição, mas mantiveram o primeiro lugar com seis pontos. A Austrália, ao empatar 0-0 com o Paraguai, assegurou o segundo posto e a qualificação direta, enquanto os paraguaios aguardam por uma vaga de melhor terceiro.
O jogo começou com um golo relâmpago: aos três minutos, Auston Trusty, defesa do Celtic, aproveitou um canto de Sebastian Berhalter para rematar de pé esquerdo e fazer o 1-0, o segundo golo mais rápido dos EUA em Mundiais. A Turquia, que não marcara em 62 remates nos dois primeiros jogos, respondeu de imediato. Aos 10 minutos, Arda Güler, a jóia do Real Madrid, combinou com Barış Alper Yılmaz e finalizou com precisão para o empate. Aos 31, numa jogada coletiva pela esquerda, Eren Elmalı cruzou rasteiro e Orkun Kökçü, com um ligeiro desvio em Yılmaz, fez o 2-1. O golo de Mark McKenzie para os americanos foi anulado por fora de jogo, e o intervalo chegou com vantagem turca.
Na segunda parte, os EUA reagiram rápido: aos 49 minutos, após um lançamento lateral longo, a defesa turca aliviou mal e Berhalter, à entrada da área, rematou colocado para o 2-2. A entrada de Christian Pulisic, aos 58 minutos, regressado de uma lesão na panturrilha, incendiou o estádio. O 'Capitão América' criou três oportunidades flagrantes, incluindo um remate que o guarda-redes Uğurcan Çakır desviou para o poste. Do lado turco, Kenan Yıldız também ameaçou com um remate em arco. Quando o empate parecia selado, aos 90+8, Can Uzun serviu Ayhan, que, de carrinho, fez o golo da vitória, desatando a euforia no banco turco.
Na imprensa europeia, destacou-se a exibição de Güler, descrito como o maestro da reação turca, enquanto analistas norte-americanos sublinharam a aposta de Mauricio Pochettino numa equipa alternativa, que expôs fragilidades defensivas a corrigir antes do confronto com a Bósnia-Herzegovina, a 1 de julho, em Santa Clara. Na América do Sul, o foco recaiu sobre o Paraguai, que, com o empate frente à Austrália, fica na expectativa de um lugar nos dezasseis-avos como um dos melhores terceiros. Observadores na Ásia notaram o dramatismo do desfecho, com o golo de Ayhan a coroar uma partida de cinco golos que, apesar de inconsequente para a classificação, ofereceu emoção até ao apito final.
Como a mesma história é contada em outros lugares.
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Um jogo de pouca importância em Los Angeles viu a Turquia vencer um time norte-americano muito modificado por 3 a 2 com um gol nos acréscimos. O resultado não alterou a classificação do grupo, pois os EUA já haviam garantido a liderança e a Turquia já estava eliminada.
A Turquia resgatou o orgulho com uma vitória estilosa por 3 a 2 sobre os Estados Unidos, selada por um gol dramático no último lance. Mesmo já eliminada, a equipe turca encerrou sua campanha na Copa do Mundo em alta em Los Angeles.
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