
Músico Oliver Tree morre aos 32 anos em colisão de helicópteros no Rio
O cantor norte-americano estava em digressão mundial quando duas aeronaves se chocaram sobre bairro da zona oeste, matando seis pessoas e provocando incêndio numa concessionária.
O acidente ocorreu na manhã de domingo (14 de junho de 2026), por volta das 9h locais, na região do Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Duas aeronaves colidiram em pleno voo e uma delas caiu sobre o estacionamento de uma concessionária, provocando um incêndio que destruiu cerca de 20 veículos, vários deles elétricos. Imagens divulgadas pela imprensa brasileira mostram um dos helicópteros a despencar do céu, seguido de densas nuvens de fumo negro. Oliver Tree Nickell, cantor norte-americano de alt-pop, estava a bordo e foi uma das seis vítimas fatais. O músico de 32 anos, conhecido por êxitos como “Life Goes On” e “Miss You”, havia iniciado semanas antes a sua primeira digressão mundial, com mais de 70 concertos agendados em 30 países.
Além de Tree, as autoridades brasileiras identificaram entre as vítimas o criador de conteúdo argentino Gaspar Prim Diaz (Gaspi), o produtor musical Lucas Vignale, o realizador Lucas Brito Chaves e os pilotos Alexandre Souza e Charles Marsillac. A identificação formal foi dificultada pelo estado carbonizado dos corpos. A comoção internacional foi imediata: o youtuber KSI, que colaborara com Tree, e o comediante Steve-O prestaram homenagens, enquanto Melanie Martinez, antiga companheira, elogiou a sua visão artística. Na véspera, Tree atuara em Buenos Aires, partilhando com os fãs o entusiasmo pela digressão.
Equipas do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro enfrentaram dificuldades acrescidas no combate às chamas devido à presença de baterias de lítio nos automóveis atingidos. As autoridades abriram uma investigação para apurar as causas da colisão. Observadores em Brasília notam que o episódio reacende o debate sobre a segurança da aviação executiva na capital fluminense. Na imprensa internacional, da Indonésia à Alemanha, a cobertura destacou a influência de Tree na nova geração de criadores digitais, com o jornal Bild a publicar fotografias dos destroços carbonizados e a CNN Indonésia a recordar o seu percurso.
No espaço lusófono, a morte de Oliver Tree despertou particular atenção em Portugal, onde o artista mantinha uma base de fãs consolidada e era presença frequente nas plataformas de streaming. A digressão interrompida previa datas no Reino Unido, e havia expectativa de que futuras extensões alcançassem Lisboa, cidade que o músico mencionara em entrevistas. O legado de Tree, marcado pela fusão de humor absurdo, vulnerabilidade emocional e estética retrofuturista, permanece como testemunho de uma carreira breve mas intensa. O vazio deixado na música alternativa global ecoa num momento em que o artista parecia finalmente colher o reconhecimento que procurava.
Como a mesma história é contada em outros lugares.
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A imprensa africana anglófona relata o acidente de forma neutra e factual, afirmando que o músico norte-americano Oliver Tree está entre os seis mortos na colisão de helicópteros no Rio. Um dos aparelhos caiu sobre uma concessionária, incendiando cerca de vinte veículos, e as autoridades abriram uma investigação.
Os relatos de língua alemã descrevem o acidente como uma catástrofe, sublinhando que os destroços foram projetados a centenas de metros e que as fotos mostram toda a dimensão do desastre. O cantor Oliver Tree, que inspirou milhões com sua música, morreu instantaneamente junto com os outros ocupantes.
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