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Esporteterça-feira, 23 de junho de 2026

Deschamps deixa França em luto e perde duelo decisivo do Grupo I

Treinador viaja para funeral da mãe e não comanda a seleção contra a Noruega; Guy Stéphan assume o time já classificado, em jogo que define o líder da chave.

Na manhã de terça-feira, 23 de junho, o técnico Didier Deschamps recebeu a notícia da morte de sua mãe e deixou imediatamente a concentração da seleção francesa em Massachusetts, nos Estados Unidos. A Federação Francesa de Futebol (FFF) confirmou que o treinador retornou à França para participar do funeral e não estará no banco de reservas na partida contra a Noruega, marcada para sexta-feira (26) em Boston, válida pela última rodada do Grupo I do Mundial de 2026. O auxiliar Guy Stéphan, braço direito de Deschamps desde 2012, assumirá interinamente o comando da equipe. A decisão foi tomada em acordo com o presidente da FFF, Philippe Diallo, que acompanha a delegação no país-sede.

A ausência do treinador ocorre num momento em que a França já garantiu vaga nos 16-avos de final, após vitórias sobre Senegal (3-1) e Iraque (3-0). O duelo contra a Noruega, no entanto, definirá o primeiro lugar do grupo — ambos os times somam seis pontos, mas os Bleus levam ligeira vantagem no saldo de gols (+5 contra +4). Um empate basta para os franceses terminarem na liderança, o que pode influenciar o cruzamento da fase eliminatória. A partida ganha contornos emocionais adicionais: Deschamps vive seu último torneio à frente da seleção, que comandou por 14 anos, com o título mundial de 2018 e o vice em 2022 como marcos.

A imprensa francesa recordou que o treinador já enfrentara situação semelhante em 2022, quando perdeu o pai durante uma concentração da Liga das Nações e foi substituído por Stéphan em jogo contra a Dinamarca. Agora, a comoção voltou a abalar o grupo. Após o anúncio, os jogadores fizeram um minuto de silêncio no centro de treinamento da Universidade de Bentley, e o capitão Kylian Mbappé publicou uma mensagem em nome do elenco: “Todos os nossos pensamentos estão com o nosso míster e com toda a sua família. Não estão sozinhos”. A FFF pediu “modéstia e contenção” e expressou solidariedade ao técnico.

No Brasil, onde a cobertura do Mundial é intensa, a notícia foi recebida com destaque para o impacto humano sobre uma das seleções favoritas. Observadores em Lisboa notam que a ausência de Deschamps introduz uma variável imprevisível no duelo contra a Noruega de Erling Haaland, que também chega embalada por duas vitórias. Stéphan, experiente e conhecedor do grupo, terá a missão de manter a rotação e o foco competitivo, enquanto a França aguarda o retorno do treinador para a fase de mata-mata. A data do regresso não foi divulgada, mas a expectativa é que Deschamps reassuma o comando assim que os compromissos familiares permitirem.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Didier Deschamps deixou a concentração da França após a morte da mãe. Regressa a casa para o funeral e não estará no banco contra a Noruega; o adjunto Guy Stéphan assumirá o comando. A federação manifestou condolências e apoio.

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Um grande choque para a França: o treinador Deschamps deixou abruptamente a concentração do Mundial após a morte da mãe. Vai falhar o jogo decisivo com a Noruega, e o adjunto Stéphan assumirá. A notícia abalou a equipa francesa.

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terça-feira, 23 de junho de 2026

Deschamps deixa França em luto e perde duelo decisivo do Grupo I

Treinador viaja para funeral da mãe e não comanda a seleção contra a Noruega; Guy Stéphan assume o time já classificado, em jogo que define o líder da chave.

Na manhã de terça-feira, 23 de junho, o técnico Didier Deschamps recebeu a notícia da morte de sua mãe e deixou imediatamente a concentração da seleção francesa em Massachusetts, nos Estados Unidos. A Federação Francesa de Futebol (FFF) confirmou que o treinador retornou à França para participar do funeral e não estará no banco de reservas na partida contra a Noruega, marcada para sexta-feira (26) em Boston, válida pela última rodada do Grupo I do Mundial de 2026. O auxiliar Guy Stéphan, braço direito de Deschamps desde 2012, assumirá interinamente o comando da equipe. A decisão foi tomada em acordo com o presidente da FFF, Philippe Diallo, que acompanha a delegação no país-sede.

A ausência do treinador ocorre num momento em que a França já garantiu vaga nos 16-avos de final, após vitórias sobre Senegal (3-1) e Iraque (3-0). O duelo contra a Noruega, no entanto, definirá o primeiro lugar do grupo — ambos os times somam seis pontos, mas os Bleus levam ligeira vantagem no saldo de gols (+5 contra +4). Um empate basta para os franceses terminarem na liderança, o que pode influenciar o cruzamento da fase eliminatória. A partida ganha contornos emocionais adicionais: Deschamps vive seu último torneio à frente da seleção, que comandou por 14 anos, com o título mundial de 2018 e o vice em 2022 como marcos.

A imprensa francesa recordou que o treinador já enfrentara situação semelhante em 2022, quando perdeu o pai durante uma concentração da Liga das Nações e foi substituído por Stéphan em jogo contra a Dinamarca. Agora, a comoção voltou a abalar o grupo. Após o anúncio, os jogadores fizeram um minuto de silêncio no centro de treinamento da Universidade de Bentley, e o capitão Kylian Mbappé publicou uma mensagem em nome do elenco: “Todos os nossos pensamentos estão com o nosso míster e com toda a sua família. Não estão sozinhos”. A FFF pediu “modéstia e contenção” e expressou solidariedade ao técnico.

No Brasil, onde a cobertura do Mundial é intensa, a notícia foi recebida com destaque para o impacto humano sobre uma das seleções favoritas. Observadores em Lisboa notam que a ausência de Deschamps introduz uma variável imprevisível no duelo contra a Noruega de Erling Haaland, que também chega embalada por duas vitórias. Stéphan, experiente e conhecedor do grupo, terá a missão de manter a rotação e o foco competitivo, enquanto a França aguarda o retorno do treinador para a fase de mata-mata. A data do regresso não foi divulgada, mas a expectativa é que Deschamps reassuma o comando assim que os compromissos familiares permitirem.

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Didier Deschamps deixou a concentração da França após a morte da mãe. Regressa a casa para o funeral e não estará no banco contra a Noruega; o adjunto Guy Stéphan assumirá o comando. A federação manifestou condolências e apoio.

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Um grande choque para a França: o treinador Deschamps deixou abruptamente a concentração do Mundial após a morte da mãe. Vai falhar o jogo decisivo com a Noruega, e o adjunto Stéphan assumirá. A notícia abalou a equipa francesa.

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