Entrar
Edição das 06:00 CETterça-feira, 28 de julho de 2026
325 veículos · 17 idiomas657 briefing hoje
Esportesexta-feira, 24 de julho de 2026

Desistências em Montreal contrastam com vitória de Tsitsipas e estreia de Scheffler

Sinner, Djokovic e Alcaraz falham o torneio canadiano, enquanto o grego conquista o título em Gstaad e o número um do golfe inicia bem o 3M Open.

Os Masters 1000 de Montreal sofreram três ausências de peso, com Jannik Sinner, Novak Djokovic e Carlos Alcaraz a falharem o torneio. Sinner e Djokovic anunciaram a desistência a poucos dias do evento, repetindo o cenário de 2024. A diretora Valérie Tétreault lamentou a decisão, classificando-a como «sintoma de um problema mais amplo» no ténis e pedindo ajustes ao calendário ATP. Na perspetiva de analistas europeus, a frequência destas desistências tardias reflete a sobrecarga do circuito. A imprensa italiana sublinha que Sinner procura gerir o esforço após vencer Wimbledon, visando o US Open. No Canadá, a frustração é generalizada, enquanto observadores em Lisboa notam que a ausência destas estrelas retira brilho a um torneio que se assume como preparação crucial para Nova Iorque.

Com os três primeiros do ranking fora, Alexander Zverev e Félix Auger-Aliassime tornam-se os principais cabeças de série. Auger-Aliassime, canadiano, tentará aproveitar o quadro mais acessível para superar os quartos de final alcançados em 2022. A ausência de Sinner interrompe uma série de seis títulos consecutivos em Masters 1000, um feito que o colocava num patamar histórico. A participação de vários italianos, como Cobolli e Musetti, acrescenta algum interesse lateral, mas a perda de poder mediático é notada, em particular pelos canais desportivos brasileiros, que aguardavam a presença dos grandes nomes.

Contrastando com os desfalques no Canadá, Stefanos Tsitsipas voltou aos títulos no saibro de Gstaad, batendo o belga Raphael Collignon na final do ATP 250 suíço. O grego, que não vencia desde março de 2025, impôs-se por 6-4, 6-7(3) e 6-3, num jogo em que não cometeu duplas-faltas e mostrou eficácia nos momentos decisivos. O triunfo, o 13.º da carreira, fá-lo-á subir do 85.º para o 55.º lugar do ranking mundial. Para a imprensa grega, o resultado sinaliza um renascimento que pode catapultá-lo para a temporada de piso rápido. Nos países lusófonos, o feito de Tsitsipas é acompanhado com curiosidade, lembrando a profundidade do ténis para além das superestrelas.

No golfe, Scottie Scheffler estreou-se no 3M Open, no Minnesota, com uma volta imaculada de 65 pancadas, sem bogeys, que o colocou entre os primeiros. A sua presença fez disparar a procura de bilhetes, criando um ambiente atípico para um torneio do PGA Tour fora dos playoffs. Scheffler justificou a escolha do calendário com a vontade de manter o ritmo competitivo. Embora o golfe não domine nos países de língua portuguesa, a excelência do número um mundial gera interesse crescente no Brasil. O torneio prossegue com a segunda volta, enquanto no ténis as atenções se voltam para o Masters de Cincinnati e o US Open.

Amplie o olhar

Ler mais
Últimas notícias
Netanyahu encontra Trump na Casa Branca em meio a divergências sobre Irão e guerra·Homem esfaqueia três mulheres em Paris e é imobilizado por transeuntes e policial de folga·Moscou sofre ataque com mais de 390 drones antes de reunião entre Zelensky e Trump·Agência iraniana ligada à Guarda Revolucionária divulga vídeo com instruções para assassinar Melania Trump·O gato que bebe da torneira e o coração que se protege·Cristiano Ronaldo estreia como ator e produtor em drama televisivo após o Mundial 2026·Austrália avalia primeira refinaria em 60 anos para mitigar crise de abastecimento·Crise global de habitação: oferta sobe, mas rendas não descem e endividamento dispara·Netanyahu encontra Trump na Casa Branca em meio a divergências sobre Irão e guerra·Homem esfaqueia três mulheres em Paris e é imobilizado por transeuntes e policial de folga·Moscou sofre ataque com mais de 390 drones antes de reunião entre Zelensky e Trump·Agência iraniana ligada à Guarda Revolucionária divulga vídeo com instruções para assassinar Melania Trump·O gato que bebe da torneira e o coração que se protege·Cristiano Ronaldo estreia como ator e produtor em drama televisivo após o Mundial 2026·Austrália avalia primeira refinaria em 60 anos para mitigar crise de abastecimento·Crise global de habitação: oferta sobe, mas rendas não descem e endividamento dispara·
Atualizado 20:384 idiomas · 9 veículos
9 veículos|4 idiomas|3 min de leitura
sexta-feira, 24 de julho de 2026

Desistências em Montreal contrastam com vitória de Tsitsipas e estreia de Scheffler

Sinner, Djokovic e Alcaraz falham o torneio canadiano, enquanto o grego conquista o título em Gstaad e o número um do golfe inicia bem o 3M Open.

Os Masters 1000 de Montreal sofreram três ausências de peso, com Jannik Sinner, Novak Djokovic e Carlos Alcaraz a falharem o torneio. Sinner e Djokovic anunciaram a desistência a poucos dias do evento, repetindo o cenário de 2024. A diretora Valérie Tétreault lamentou a decisão, classificando-a como «sintoma de um problema mais amplo» no ténis e pedindo ajustes ao calendário ATP. Na perspetiva de analistas europeus, a frequência destas desistências tardias reflete a sobrecarga do circuito. A imprensa italiana sublinha que Sinner procura gerir o esforço após vencer Wimbledon, visando o US Open. No Canadá, a frustração é generalizada, enquanto observadores em Lisboa notam que a ausência destas estrelas retira brilho a um torneio que se assume como preparação crucial para Nova Iorque.

Com os três primeiros do ranking fora, Alexander Zverev e Félix Auger-Aliassime tornam-se os principais cabeças de série. Auger-Aliassime, canadiano, tentará aproveitar o quadro mais acessível para superar os quartos de final alcançados em 2022. A ausência de Sinner interrompe uma série de seis títulos consecutivos em Masters 1000, um feito que o colocava num patamar histórico. A participação de vários italianos, como Cobolli e Musetti, acrescenta algum interesse lateral, mas a perda de poder mediático é notada, em particular pelos canais desportivos brasileiros, que aguardavam a presença dos grandes nomes.

Contrastando com os desfalques no Canadá, Stefanos Tsitsipas voltou aos títulos no saibro de Gstaad, batendo o belga Raphael Collignon na final do ATP 250 suíço. O grego, que não vencia desde março de 2025, impôs-se por 6-4, 6-7(3) e 6-3, num jogo em que não cometeu duplas-faltas e mostrou eficácia nos momentos decisivos. O triunfo, o 13.º da carreira, fá-lo-á subir do 85.º para o 55.º lugar do ranking mundial. Para a imprensa grega, o resultado sinaliza um renascimento que pode catapultá-lo para a temporada de piso rápido. Nos países lusófonos, o feito de Tsitsipas é acompanhado com curiosidade, lembrando a profundidade do ténis para além das superestrelas.

No golfe, Scottie Scheffler estreou-se no 3M Open, no Minnesota, com uma volta imaculada de 65 pancadas, sem bogeys, que o colocou entre os primeiros. A sua presença fez disparar a procura de bilhetes, criando um ambiente atípico para um torneio do PGA Tour fora dos playoffs. Scheffler justificou a escolha do calendário com a vontade de manter o ritmo competitivo. Embora o golfe não domine nos países de língua portuguesa, a excelência do número um mundial gera interesse crescente no Brasil. O torneio prossegue com a segunda volta, enquanto no ténis as atenções se voltam para o Masters de Cincinnati e o US Open.

Divergência das fontes

Esporte · 9 veículos · 4 idiomas

0%Baixa

Quanto as fontes relatam os mesmos fatos de maneira diferente.

Esta notícia apareceu em

9 veículos · 4 idiomas

Amplie o olhar

De Geopolitics & Politics

Trump recebe Zelensky e Netanyahu em Washington para discutir guerras na Ucrânia e no Irão

8 idiomas · 17 veículos

De Economy & Markets

Brasil aciona OMC contra tarifaço dos EUA, mas vê gesto como simbólico

1 idioma · 8 veículos

De Technology

Avanço da IA encarece memória e ameaça extinguir smartphones abaixo de 100 dólares

4 idiomas · 7 veículos

Ler mais